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Algoritmo: O mais recente de arquitetura e notícia

Walt Disney Concert Hall servirá de tela para espetáculo de luzes controladas por algoritmos

Como parte das comemorações do centenário da Filarmônica de Los Angeles, o artista de mídia Refik Anadol e o Google Arts & Culture fizeram uma parceria para criar o WDCH Dreams, uma série de projeções de arte digital que iluminará o Walt Disney Concert Hall.

Para o projeto, a Anadol e o Google Arts & Culture converteram todo o acervo digital da orquestra da Filarmônica de Los Angeles - com mais de 45 terabytes de gravações, imagens e vídeos - em milhões de pontos de dados. Esse “universo de dados” será manipulado por redes neurais e projetado como pontos de luz nas superfícies metálicas do emblemático edifício projetado por Frank Gehry.

© Refik Anadol © Refik Anadol © Refik Anadol © Refik Anadol + 10

Algoritmo genético prevê o crescimento vertical de áreas urbanas

O crescimento e expansão das áreas metropolitanas foram evidentes ao longo da última década. Os edifícios estão ficando mais altos e as áreas urbanas, maiores. E se houvesse uma maneira de prever esse crescimento e expansão?

Um recente estudo realizado por pesquisadores espanhóis da Universidade da Coruña descobriu que o aumento do número de arranha-céus em uma cidade reflete o padrão “de certos sistemas biológicos auto-organizados”, conforme relatado pela ScienceDaily. O estudo usa "algoritmos evolutivos genéticos" para prever o crescimento urbano, mirando especificamente o distrito de Minato em Tóquio. O arquiteto Ivan Pazos, principal autor do novo estudo, explicou a ciência por trás do algoritmo: "Operamos dentro da computação evolutiva, um ramo da inteligência artificial e aprendizagem automática que usa as regras básicas da genética e a lógica da seleção natural de Darwin para fazer previsões."

Leia mais sobre o estudo e o que isso pode significar para as estimativas de verticalização dos centros urbanos. 

Algoritmo encontra a cidade mais verde do mundo

Há diferentes métodos para estimar quão verde uma cidade é. Podemos contar os parques, somar todas as áreas verdes, quantificar apenas as zonas arborizadaspúblicas, precisar o número de árvores plantadas, e, mais recentemente, de acordo com um estudo realizado no MIT, analisar a perspectiva dos habitantes para saber quão frondosa pode ser uma cidade. 

Newsha Ghaeli, pesquisadora do Senseable City Lab do MIT, desenvolveu junto de sua equipe um método para averiguar quão verde é o espaço urbano visto a partir da perspectiva dos pedestres. Imagens tomadas do Google Street View são processadas por um algoritmo que estima a porcentagem de cada imagem que corresponde a árvores e outros tipos de vegetação. "É importante compreender a quantidade de árvores e copas que cobrem as ruas, pois é isso que percebemos nas cidades", afirmou Ghaeli.

Pós-Digital / Pedro Alonso