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Arquiteturas temporárias: 13 espaços públicos que ativam a cidade

16:00 - 7 Agosto, 2019
Arquiteturas temporárias: 13 espaços públicos que ativam a cidade, © John Siu
© John Siu

De modo geral, os esforços na indústria da construção se voltam a projetos de espaços permanentes e duráveis. No entanto, em algumas ocasiões, a criação de espaços temporários pode ser de grande ajuda não apenas ao oferece uma opção de infraestrutura rápida em casos emergenciais, mas também ao ativar espaços residuais ou abandonados de nossas cidades. Para exemplificar o potencial dessas intervenções, apresentamos 13 espaços públicos temporários bem sucedios. 

Como as cidades podem ajudar e ser ajudadas pelas abelhas?

11:00 - 30 Julho, 2019
Como as cidades podem ajudar e ser ajudadas pelas abelhas?, Cortesia de COOKFOX
Cortesia de COOKFOX

A produção de alimentos depende diretamente das abelhas, e seu desaparecimento deve gerar efeitos catastróficos à humanidade. Por toda internet circulam textos alarmantes de como esses pequenos insetos estão morrendo. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), 75% dos cultivos destinados à alimentação humana no mundo dependem das abelhas. Por exemplo, um morango suculento e bem formado só é possível se dezenas de abelhas passem pela flor na época certa e o polinizem. Sem elas, ele pareceria mais como uma uva passa.

Arquitetura pós-desastre: 10 exemplos inspiradores

21:00 - 24 Julho, 2019
Arquitetura pós-desastre: 10 exemplos inspiradores, Shiftpods. Imagem via Advanced Shelter Systems
Shiftpods. Imagem via Advanced Shelter Systems

Após um desastre natural ou um conflito, a arquitetura desempenha um papel fundamental não apenas na reconstrução da infraestrutura perdida, mas também na necessidade de conforto e segurança para os afetados. Uma arquitetura pós-desastre bem-sucedida deve atender tanto à necessidade de abrigo imediato a curto prazo quanto às necessidades de reconstrução e estabilidade a longo prazo. Oito anos após o terremoto de 2010 no Haiti, os desalojados continuam residindo em abrigos temporários sem acesso adequado a encanamentos e eletricidade, revelando a importância crítica de atender às necessidades de longo prazo após desastres e conflitos.

Julho no ArchDaily: Resiliência na Arquitetura

14:30 - 17 Julho, 2019
Julho no ArchDaily: Resiliência na Arquitetura

Resiliência tornou-se cada vez mais comum em nosso vocabulário quando falamos de pessoas, edifícios, cidades ou mesmo sociedades inteiras que superam todos os tipos de problemas. Na verdade, as pesquisas do Google relacionadas à resiliência continuam a crescer desde 2004 em inglês, espanhol e português.

Veja o aumento da temperatura nas maiores cidades do mundo até 2050

07:00 - 17 Julho, 2019
Veja o aumento da temperatura nas maiores cidades do mundo até 2050, Mapa: Crowther Lab, Fuente: Bastin et al. 2019 Plos One, Creado con Datawrapper
Mapa: Crowther Lab, Fuente: Bastin et al. 2019 Plos One, Creado con Datawrapper

Em 2050, o clima em Madri será muito semelhante ao atual clima de Marrakech no Marrocos. Estocolmo será mais parecida com Budapeste, Londres a Barcelona, ​​Moscou com Sofia, o clima em Seattle será como em San Francisco enquanto que Tóquio, apresentará condições climáticas como aquelas da cidade de Changsha, na China.

10 Soluções de Fachadas Adaptativas para uma Arquitetura Resiliente

11:00 - 11 Julho, 2019
10 Soluções de Fachadas Adaptativas para uma Arquitetura Resiliente, Image Courtesy of TuDelft and the Spong3d project
Image Courtesy of TuDelft and the Spong3d project

O termo “resiliência” tem sido utilizado para os mais distintos assuntos. Sua definição científica é a capacidade de uma substância ou objeto retornar à forma depois de sofrer algum trauma. Ou seja, é bem diferente da resistência, pois trata-se da capacidade de adaptação e recuperação. Na ecologia, a resiliência trata da capacidade de um ecossistema em responder a uma perturbação ou a distúrbios, resistindo a danos e recuperando-se rapidamente. Já na arquitetura, desenhar algo tendo a resiliência em mente pode levar a diversas abordagens. Um projeto resiliente é sempre localmente específico. Prever os possíveis cenários típicos de uso da edificação e mesmo as situações de desastre que poderiam desafiar a integridade do projeto e dos ocupantes é um importante ponto de partida. Além disso, podemos abordar sobre as estruturas e materiais adaptáveis que podem “aprender” de seus ambientes e se reinventar continuamente. Se pensamos em programas e robôs com logaritmos que aprendem com o contexto, porque não podemos usar o mesmo raciocínio em nossas construções?

Por que mitigar ao invés de reconstruir? O exemplo da resiliência chilena

15:00 - 9 Julho, 2019
Por que mitigar ao invés de reconstruir? O exemplo da resiliência chilena, © Carolina Barría Kemp, licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0">CC BY-SA 2.0</a>. Imagem A erupção do vulcão Calbuco (2015) visto de Puerto Montt
© Carolina Barría Kemp, licença CC BY-SA 2.0. Imagem A erupção do vulcão Calbuco (2015) visto de Puerto Montt

O Chile é um país acostumado tanto com desastres naturais quanto com processos de reconstrução. No entanto, a frequência desses ciclos tem aumentado ao longo dos anos. De acordo com o Ministério do Interior, 43% de todos os desastres naturais registrados no Chile desde 1960 ocorreram entre 2014 e 2017. Inclusive o governo já está envolvido em vários processos de reconstrução em todo o país.

Reconstrução da Vila Jintai / Rural Urban Framework

13:00 - 12 Dezembro, 2017
Reconstrução da Vila Jintai / Rural Urban Framework, via Rural Urban Framework
via Rural Urban Framework

A vila Jintai está localizada próxima a Guangyuan, província de Sichuan, um dos lugares mais afetados pelo terremoto de Wenchuan, de 12 maio de 2008. O desastre deixou quase 5 milhões de pessoas sem lar e calcula-se que 80% de todos os edifícios na área afetada foram destruídos. Foram realizados grandes esforços de reconstrução, entretanto, em julho de 2011, após fortes chuvas e deslizamentos de terra na região ao redor da aldeia de Jintai, muitas casas recém reconstruídas e algumas em processo foram destruídas mais uma vez. Com o apoio do governo local e as ONGs, este projeto demostra um modelo social e ambientalmente sustentável para a reconstrução no caso de terremotos ao mesmo tempo que examina os numerosas nuances da reconstrução de uma comunidade.