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Bruce Damonte

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE FOTÓGRAFO

Estúdio mexicano Escobedo Soliz vence o prêmio Emerging Voices 2020

Todo ano a Architectural League de Nova Iorque seleciona oito escritórios com sede nos Estados Unidos, Canadá ou México para serem reconhecidos através do prêmio Emerging Voices, cujas práticas emergentes tenham o potencial para influenciar as disciplinas da arquitetura, da paisagem e do desenho urbano. Este ano o escritório mexicano vencedor foi Escobedo Soliz, formado por Lazbent Pavel Escobedo Amaral e Andrés Soliz Paz.

Edifício Empresarial da 512 West 22nd Street / COOKFOX Architects

© Bruce Damonte
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  • Arquitetos: COOKFOX Architects
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área: 15980.0
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano: 2019

Residencial Geriátrico Dr. George W. Davis / David Baker Architects

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San Francisco, Estados Unidos

Apartamentos Richardson / David Baker + Partners

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San Francisco, Estados Unidos

Sem luz natural não há boa arquitetura: como desenvolver projetos moldados e nutridos pela luz?

Os habitantes do planeta Terra passam quase 90% do tempo em espaços internos; aproximadamente 20 horas por dia em salas fechadas e 9 horas por dia em nossos próprios quartos. As configurações arquitetônicas desses espaços não são aleatórias, ou seja, foram projetadas ou pensadas por alguém, ou pelo menos um pouco "guiadas" pelas condições de seus habitantes e seus entornos. Alguns, com sorte, habitam espaços especialmente criados de acordo com suas necessidades e gostos, enquanto outros adaptam e se apropriam do design projetado para outra pessoa, talvez desenvolvido décadas antes de nascerem. Em ambos os casos, a qualidade de vida pode ser melhor ou pior, dependendo das decisões tomadas. 

Entender a importância de projetar cuidadosamente nossos interiores, priorizando o acesso e o aproveitamento da luz natural, foi o objetivo do 8º Simpósio VELUX Daylight, realizado entre 9 e 10 de outubro de 2019 em Paris. Desta vez, mais de 600 pesquisadores e profissionais reafirmaram sua importância, apresentando uma série de ferramentas concretas que podem nos ajudar a quantificar e qualificar a luz, projetando sua entrada, gerenciamento e controle com maior profundidade e responsabilidade.

Trailer / Invisible Studio. Image © Jim Stephenson Cortesía de Ruetemple NOKKEN Kindergarten / Christensen & Co Architects. Image © Bo Bolther © Jackie Meiring + 25

Paisagismo de interiores: o que é "plantscaping"?

© Nelson Kon © Quang Dam © Edward Hendricks © Helene Binet + 49

Os jardins e plantas de interiores trazem diversos benefícios para a vida cotidiana. O projeto paisagístico de interior, também chamado de plantscaping, é muito mais que simplesmente alocar plantas nos espaços internos; envolve a localização estratégica de espécies vegetais dentro de uma obra, buscando potencializar e destacar certos aspectos do projeto arquitetônico.

Como o BIM pode tornar as reformas e retrofits mais eficientes

BIM (Building Information Modeling) é uma sigla cada vez mais usual entre os arquitetos. A maioria dos escritórios e profissionais já vem migrando ou planeja mudar para esse sistema, que representa digitalmente as características físicas e funcionais de uma edificação, integrando diversas informações sobre todos os componentes presentes em um projeto. Através dos softwares BIM é possível criar digitalmente um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção, o que proporciona maior controle de custos, eficiência na obra. Também há possibilidade simular o edifício, entendendo seu comportamento antes do início da construção, e seu respectivo suporte ao projeto ao longo de suas fases, inclusive após construído ou na sua desmontagem e demolição.

Reforma do Mason Bros Warehouse / Warren and Mahoney. Image © Simon Devitt Reforma do Mason Bros Warehouse / Warren and Mahoney. Image © Simon Devitt © Bruce Damonte Novo Laboratório, Centro de Pesquisa e Fábrica / Marvel Architects. Image © David Sundberg | Esto + 9

The Avery / OMA

© Bruce Damonte © Bruce Damonte © Bruce Damonte © Bruce Damonte + 11

  • Arquitetos: OMA
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área: 906470.0 ft²

Como escolher bancadas de cozinhas: vantagens, desvantagem e inspirações

Um dos ambientes mais práticos e funcionais de qualquer projeto residencial é a cozinha. A bancada, por sua vez, abriga os principais equipamentos desse espaço. Logo, é fundamental que seja feita com o material mais resistente e higiênico. Além destes requisitos é importante atentar à estética e ao custo benefício. Outro ponto importante é adequá-las à dinâmica da família.

© Nikole Ramsay. ImageBluebird Townhouses / Altereco Design © Oliver Smith. ImageCreative Kitchen Designs and Their Details: The Best Photos of the Week © Josefotoinmo. ImageGAS House / OOIIO Arquitectura © Dmitry Tsyrencshikov. ImageStudio11 Minsk Office / Studio11 + 38

Rua Moose / Mork-Ulnes Architects

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  • Arquitetos: Mork-Ulnes Architects
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área: 34.75
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano: 2013

Como projetar para atingir conforto térmico (e por que isso é importante)

Você já se viu perdendo uma boa noite de sono por conta de um quarto excessivamente quente? Ou ter que usar quatro jaquetas e um cachecol só para tolerar aquele ar-condicionado gelado do seu escritório? Verdade seja dita, é impossível agradar a todos quando se trata de ajustar um clima interno, e há sempre aquele indivíduo infeliz que acaba sacrificando seu próprio conforto pelo bem dos outros.

Evidentemente, não há “padrões universais” ou “faixas de conforto recomendadas” ao projetar sistemas de construção, já que atletas treinando em uma academia no México não se sentirão confortáveis em um interior com os mesmos sistemas construtivos de uma casa de repouso na Dinamarca, por exemplo. É por isso que, se definirmos brevemente o "conforto térmico", trata-se da criação de sistemas construtivos adaptados ao ambiente local e às funções do espaço, cooperativamente.

Então, como podemos projetar para um conforto térmico adequado?

© Saint-Gobain / illustration by Elisa Géhin © Saint-Gobain / illustration by Elisa Géhin © Saint-Gobain / illustration by Elisa Géhin Diagrama por Snøhetta + 24

Por que o reuso de edifícios existentes pode (e deve) ser o principal foco dos arquitetos

Certificados e prêmios de sustentabilidade são outorgados todos os dias à novos edifícios que prometem um futuro livre de carbono e impacto zero. Entretanto, a maioria dos esforços que empreendemos para construir edifícios cada vez mais "sustentáveis", acaba no dia de suas inaugurações. O custo energético global da arquitetura tem muito mais a ver com a vida útil de um edifício do que com a sua construção. Embora pareça não haver saída para este atual modelo de sucesso, cabe a nós arquitetos, repensar o significado de arquitetura sustentável nos dias de hoje. Talvez devemos parar de aplaudir e exaltar cegamente os novos edifícios e voltar a nossa atenção para os edifícios que já existem. Este artigo foi originalmente publicado no <em

Durante a primeira conferencia mundial do meio ambiente, realizada na cidade do Rio de Janeiro e chamada de Eco-1992, três alarmantes fatos vieram à tona: a temperatura da Terra está aumentando continuamente; a utilização de combustíveis fósseis é a principal causa deste fenômeno; precisamos, com urgência, adaptar o nosso ambiente construído considerando esta nova realidade. Naquele ano, publiquei um ensaio no Journal of Architectural Education intitulado “Architecture for a Contingent Environment”, sugerindo que arquitetos, naturalistas e preservacionistas deveriam se unir para discutir e enfrentar essa nova realidade.

Arquitetura sem arquitetos: a tipologia "copy-paste" que tomou os Estados Unidos

Este artigo foi originalmente publicado no CommonEdge como "When Buildings Are Shaped More by Code than by Architects."

As decisões que um arquiteto toma ao longo de um projeto são freqüentemente orientadas por questões que vão muito além de suas inclinações estéticas ou até mesmo os anseios e desejos de seus clientes. Em um determinado grau, somos reféns das ferramentas e materiais disponíveis assim como das infinitas limitações legais impostas à cada contexto específico. Atualmente, os Estados Unidos estão encarando uma dura realidade no campo prático da arquitetura devido à difusão de um novo código bastante restritivo ao que se refere à liberdade criativa dos arquitetos.

Casas inteligentes que utilizam Domótica para melhorar a qualidade de vida de seus habitantes

© Paul Finkel
© Paul Finkel

A domótica é um conjunto de tecnologias aplicadas ao controle e automação inteligente de uma obra de arquitetura. Seus diferentes sistemas permitem uma gestão eficiente do consumo de energia, segurança, acessibilidade e conforto geral do edifício, tornando-se uma questão importante a considerar ao projetar, construir e habitar.

Os sistemas domóticos são baseados na coleta de dados por sensores, que logo são processados para emitir ordens precisas aos executores, variando a qualidade ambiental de cada espaço de acordo com as necessidades do usuário. O ritmo da vida atual e os avanços tecnológicos que experimentamos nos últimos anos levaram a novas formas de viver, motivando o projeto de residências e edifícios mais humanos, multifuncionais e flexíveis.

Este artigo recolhe diferentes referências de habitação onde a domótica tem sido utilizada, o que deixou de ser um luxo para se tornar uma solução viável e eficaz para todos os tipos de projetos.

© Kingkien © Beer Singnoi © Kingkien © Günther Richard Wett + 25

Usando a arquitetura para criar um novo movimento cívico: entrevista com Chris Sharples, do SHoP Architects

Este artigo foi publicado originalmente pela Redshift, da Autodesk, como "SHoP's Chris Sharples on Urban Architecture, Digital Fabrication, and the Public Realm."

Os irmãos gêmeos Chris e Bill Sharples são dois dos sócios fundadores da SHoP Architects, uma empresa sediada em Nova York, criada há 20 anos para reunir conhecimentos diversos em projetos de edifícios e ambientes que melhoram a qualidade de vida pública.

O estilo da empresa é difícil de definir, mas um denominador comum no portfólio da SHoP é uma filosofia de projeto baseada em restrições. Dos modelos digitais às técnicas de fabricação e entrega sempre à frente de seu tempo, a tecnologia está no centro do movimento da empresa em direção a uma abordagem iterativa que, como diz Chris Sharples, "está começando a obscurecer a linha entre arquitetura e manufatura".

Cortesia de SHoP Architects © SHoP Architects and West8 © Bruce Damonte Cortesia de SHoP Architects + 8

Centros culturais: 50 exemplos em planta e corte

Quantas vezes nos deparamos com o desafio de projetar um centro cultural? Embora isso possa parecer uma façanha para a maioria, muitos arquitetos já se viram diante da tarefa de projetar um programa que combina centro comunitário e cultura.

Entre os projetos publicados em nosso site, encontramos exemplos que abordam a questão a partir de diferentes abordagens, de configurações flexíveis a propostas que priorizam a centralidade, gerando espaços de encontro e atividades. Veja, a seguir, 50 exemplos de centros culturais acompanhados de suas plantas e cortes. 

7 Lições do Novo Guia de Projeto de Habitação Acessível de Nova Iorque

Quando pensamos em projetos de habitação social nos Estados Unidos, muitas vezes pensamos em caixas: grandes edifícios de tijolos, sem muito caráter estético. Mas as implicações dos arranha-céus padronizados e reluzentes podem ser muito mais do que estéticos para as pessoas que vivem lá. O geógrafo Rashad Shabazz, por exemplo, lembra em seu livro Spatializing Blackness, como o projeto habitacional em Chicago, onde cresceu - repleto de grades, vigilância por vídeo e detectores de metal - parecia mais uma prisão do que uma casa. Relatos de isolamento, confinamento e manutenção inadequada são ecoados por residentes de habitações públicas em todo o país.

Mas a habitação pública americana não precisa ser desolada. Um novo conjunto de padrões de projeto da Comissão de projeto Público de Nova Iorque (PDC) - em colaboração com a Federação de Belas Artes de Nova Iorque e o Instituto Americano de Arquitetos de Nova Iorque - espera virar uma nova página na arquitetura habitacional acessível.

Step Up on Fifth, em Santa Mônica, da Brooks + Scarpa, foi identificado pelo relatório como um estudo de caso por suas janelas e portas. Cortesia de Brooks + Scarpa O empreendimento Navy Green no Brooklyn foi um estudo de caso fundamental no relatório. Aqui, a habitação de apoio, projetada por Architecture in Formation e Curtis + Ginsburg. Imagem © Tom Powel Imaging Os apartamentos Tetris em Ljubljana, por OFIS Arhitekti, foram identificados pelo relatório como um estudo de caso por sua concentração. Imagem Cortesia de OFIS Arhitekti Creston Avenue Residence no Bronx. Cortesia de MAP Architects + 16