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Arquitetos: José Lobo Almeida
- Área: 25 m²
- Ano: 2020



A Perkins&Will foi selecionada como uma das cinco finalistas do concurso nacional de ideias para o projeto do novo Museu Nacional da Marinha dos EUA. Os outros finalistas são DLR Group, Frank Gehry Partners, Quinn Evans e BIG. Organizado pelo Naval Heritage History and Command's (NHHC), o objetivo do concurso é criar um museu moderno para os veteranos da Marinha e para o público, um novo edifício e um pátio cerimonial que reflita os valores e o legado da Marinha. O campus terá aproximadamente 25 mil metros quadrados, com 9 mil destes dedicados a galerias. A localização mais provável para a construção do museu é um terreno adjacente ao Washington Navy Yard.


A Foster + Partners e a Arup estão trabalhando juntas para projetar as estações de Merced, Fresno, Kings/Tulare e Bakersfield, que oferecerão serviços aos passageiros no primeiro trecho de 171 milhas do trem de alta velocidade da Califórnia (CA HSR). As estações do Vale Central serão o início da primeira etapa da primeira ferrovia de alta velocidade dos EUA, marcando um passo importante em direção a oferecer aos californianos transporte sustentável e descarbonizado. Planejamento, arquitetura e engenharia das quatro novas estações, que servirão como modelos de design para as estações planejadas para toda a linha de 500 milhas (de Los Angeles/Anaheim a San Francisco) estão sendo feitos em conjunto pela Foster + Partners e a Arup.
O trem conectará as mega regiões do estado, promoverá o crescimento econômico e um ambiente mais limpo, estimulará o crescimento do emprego e conservará as terras agrícolas e protegidas. Com velocidades de até 200 mph, é possivel ir de San Francisco à bacia de Los Angeles em menos de três horas. As autoridades estão colaborando com parceiros regionais para implementar um plano estadual de modernização ferroviária que gastará bilhões de dólares em linhas ferroviárias locais e regionais.



O Pavilhão da Bélgica anunciou sua exibição para a Exposição Internacional de Arquitetura deste ano - La Biennale di Venezia. Com curadoria de Bento e Venciane Despret, In Vivo concentra-se em investigar a nova relação dos arquitetos com os recursos naturais. A mostra desafia nosso sistema de produção extrativista ao identificar e projetar alternativas arquitetônicas a partir de componentes obtidos dos organismos vivos e do imaginário que os acompanha.


“Eu sou tolerante. Mas revolto-me. Acuso. É a minha obrigação. Estou sozinho. Por trás de mim não há qualquer ditadura, qualquer partido, qualquer grupo, nem qualquer máfia. Nem um esquema intelectual coletivo, nem uma ideologia. A revolução verde não é uma revolução política. É sustentada pela base e não é nem minoritária nem elitista. É uma evolução criadora em harmonia com o curso orgânico da natureza e do universo.”
O parágrafo acima foi proferido em meados do século XX por Friedensreich Hundertwasser, artista e arquiteto austríaco nascido em 1928 que marcou a história da arquitetura com seu estilo único de incorporar formas irregulares e vibrantes nas obras. Seus projetos eram um verdadeiro manifesto contra a arquitetura racional e repetitiva nos quais há direito de intervenções nas janelas para os inquilinos, pisos irregulares, telhados verdes e vegetação espontânea. Como arquiteto, ele sempre colocou a diversidade antes da monotonia, acreditando no direito de cada indivíduo de modificar a sua casa e expressar sua criatividade. Porém, acima de tudo, Hundertwasser acreditava na importância da identificação do homem com a natureza e o mundo ao seu redor, abordando conceitos relacionados à vida em comunidade e ao respeito pelo meio ambiente.


As Maldivas são um país insular soberano localizado no Oceano Índico, organizado em 26 atóis. Sua capital e cidade mais populosa é Malé, com 103.693 habitantes. É formado por 1.190 ilhas, das quais 203 são habitadas, e está localizado a 450 km da Índia. Tem um clima tropical e úmido e é o país menos povoado da Ásia. O arquipélago tem 298 km quadrados distribuídos por uma área de cerca de 90.000 km, o que o torna um dos países mais dispersos do mundo.

O horizonte de Cluj-Napoca, cidade localizada na região da Transilvânia na Romênia, é definido por um mosaico de prédios históricos e modernos, dando à cidade uma aparência única e diversa. Entre os principais marcos visíveis, destaca-se a Torre dos Bombeiros, ou "Turnul Pompierilor" em romeno, por sua mistura de estilos, desde trabalhos medievais feitos em pedra até detalhes barrocos e intervenções contemporâneas. Mesmo sendo um monumento relativamente pequeno, com uma área no térreo de pouco menos de 50 metros quadrados, a torre contém camadas de história que narram a evolução de seu bairro e da cidade, desde seus primórdios durante a Idade Média até os dias atuais. Abandonada nos últimos anos, uma nova intervenção de Vlad Sebastian Rusu e Octav Silviu Olănescu tem como objetivo restaurar a posição da torre como um marco da história local e um espaço atraente para moradores e visitantes. Este artigo explora a história por trás da Torre dos Bombeiros, tanto narrativa quanto visualmente, através da lente de Cosmin Dragomir.
