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Arquitetos: TRANS architectuur I stedenbouw
- Área: 3300 m²
- Ano: 2023
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Fabricantes: Alucobond, Derbigum, Reynaers Aluminium


Pelo segundo ano consecutivo, Viena é a cidade mais habitável do mundo, de acordo com o Índice Global de Habitabilidade 2023 da Unidade de Inteligência da revista The Economist. Liderando o ranking pela quarta vez em cinco anos, Viena se destacou em estabilidade, cultura e entretenimento, e infraestrutura confiável. Copenhague, na Dinamarca, manteve a segunda posição, enquanto Melbourne e Sydney ficaram em terceiro e quarto lugares, voltando ao top 5 onde tinham uma presença consistente antes da pandemia.
A pontuação do índice global deste ano voltou aos dias pré-Covid-19, sugerindo que o mundo se recuperou quase totalmente da pandemia. Classificando as condições de vida em 173 cidades com base em estabilidade, cuidados de saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura, a pesquisa sugere que atualmente "a vida nas cidades está um pouco melhor do que em qualquer outro momento dos últimos 15 anos", embora as pontuações de estabilidade tenham caído em média em 2023, devido a conflitos, crises políticas, protestos sociais, inflação e guerras.

Quando se trata de fachadas, há muitas opções a serem consideradas para definir a aparência e a mensagem que um edifício busca transmitir. Enquanto superfícies envidraçadas trazem sofisticação e remetem ao mundo corporativo, o concreto aparente sobriedade e a madeira aconchego, poucos materiais são tão versáteis quanto o HPL (laminado de alta pressão) para fachadas. Com uma ampla variedade de dimensões, cores e texturas, esses painéis se adaptam facilmente a diferentes estilos arquitetônicos, proporcionando uma infinidade de possibilidades criativas.

Nadia Somekh, convidada do Betoneira, fala sobre habitação para todos. Com sua larga experiência no poder público, atuando como arquiteta, gestora e militante, Nadia começa a conversa dizendo que ainda não estamos em um bom momento de políticas públicas de habitação, mas estamos caminhando. Seus estudos sobre a verticalização mostram que desde 1957 a legislação e regulação urbanística da cidade de São Paulo excluiu os mais pobres dos apartamentos. A legislação impediu a construção de quitinetes na Avenida Nove de Julho e Avenida Paulista, por exemplo.



A falta de água potável e saneamento adequado é uma problemática que ainda afeta milhões de pessoas em todo o mundo e, mesmo no século XXI, uma grande parcela da população ainda carece de pleno acesso a tais recursos básicos. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) apontam que cerca de 3 em cada 10 pessoas, o equivalente a 2,1 bilhões de pessoas em todo o mundo, não possuem acesso à água potável em casa, e cerca de 60% da população global, não tem acesso a sistemas de saneamento adequados e geridos de forma segura, mesmo os que residem em áreas urbanizadas.

Arquitetura é um negócio. Quer os arquitetos admitam abertamente ou não, administrar um escritório de arquitetura funciona como qualquer outra empresa. As empresas – e seus fundadores, líderes e partes interessadas – são influenciadas pelas forças da economia do mundo real. Você não pode fazer folha de pagamento com amor ao trabalho.
Em nosso sistema econômico atual, as empresas devem considerar a lucratividade para poder pagar a seus funcionários um salário digno, operar de forma sustentável e ética e continuar oferecendo seus serviços.


É fácil se sentir perdido e ansioso em um ambiente novo. Mesmo com a qualidade dos aplicativos de mapas via satélite, ainda nos estressamos quando nosso mapa mental do lugar onde estamos falha.
Enquanto os mapas digitais nos ajudam a encontrar a rota mais rápida pelas ruas, quando nossa necessidade de direção é mais urgente — como encontrar o departamento certo em um vasto campus hospitalar, o alívio de um banheiro em um aeroporto ou a plataforma certa 30 segundos antes do trem partir — mesmo com a tecnologia IPS inovadora, as interfaces digitais ainda ficam em segundo plano em relação às placas bem posicionadas ou outras soluções mais intuitivas.

Segundo pesquisas recentes, o mercado da moda movimenta anualmente cerca de 2,4 trilhões de dólares no mundo. Um número exorbitante que, infelizmente, compara-se aos dados do seu desperdício. Estima-se que, a cada segundo, o equivalente a um caminhão de lixo cheio de sobras de tecidos é queimado ou descartado em aterros sanitários. Levando em conta que tecidos como o poliéster, amplamente utilizado na confecção, demora em média 200 anos para se decompor, é fácil prever o futuro catastrófico dessa operação. Nesse sentido, notícias alarmantes constantemente vêm à tona como as imagens do imenso cemitério de roupas usadas no deserto do Atacama divulgadas alguns anos atrás ou o relato de que a famosa marca de luxo britânica Burberry incinerou roupas, acessórios e perfumes não vendidos no valor de 28,6 milhões de libras no ano passado para preservar a marca, alegando que a o gás carbônico emitido com a ação foi compensado, tornando a atitude “ambientalmente sustentável”.
