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Arquitetos: Takashi Ago
- Área: 40 m²
- Ano: 2019
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Fabricantes: ENDO Lighting Corporation, Eishin Kogyo Co., Kakudai, NIPPON STEEL, Osaka Gas Chemicals Co., +1


A cidade de Barcelona se tornará um laboratório de pesquisa durante o Congresso Mundial de Arquitetura da União Internacional de Arquitetos (UIA), que será realizado de 28 de junho a 2 de julho de 2026. Seu objetivo é garantir que o Congresso seja de máxima relevância e interesse para a comunidade global de arquitetos, além de gerar conhecimentos e práticas com impacto real no cotidiano das pessoas e no futuro do planeta.


A iniciativa "Soil Sisters" explora como o projeto arquitetônico e o uso de materiais sustentáveis podem contribuir para a nutrição do solo e sua resiliência. Em parceria com a SOM (Skidmore, Owings & Merrill), seus esforços conjuntos resultaram em uma exposição com o objetivo de redefinir nossa compreensão em relação as "práticas ambientalmente conscientes". Intitulada "Soil Sisters: A Ceiling, A Chair and Table, A Wall and a Threshold" (Um Teto, Uma Cadeira e Mesa, Uma Parede e um Limiar), a exposição mostra seu compromisso em redefinir a saúde do solo como um objetivo intersetorial, enfatizando a materialidade e a cor no ambiente construído.


A intersecção entre inteligência artificial (IA) e planeamento urbano representa um grande potencial para a criação de cidades mais inteligentes, eficientes e sustentáveis. Trata-se da incorporação de tecnologias inovadoras que podem direcionar a tomada de decisões, otimizar a alocação de recursos, antecipar tendências, envolver os cidadãos, entre muitas outras. Nesse contexto em que se entende a IA como uma ferramenta para o desenvolvimento de diferentes aspectos urbanos, tem surgido uma proliferação de aplicativos, softwares e demais sistemas tecnológicos desenhados para auxiliar no planejamento urbano. Da morfologia ao envolvimento da comunidade, a seguir selecionamos alguns estudos e tecnologias que estão sendo aplicados ao redor do mundo.

A degradação ambiental tem enfatizado a necessidade de novas fontes de energia e uma mudança nas fontes exige meios inovadores de armazenamento dessa energia. Por séculos, os edifícios têm demonstrado sua capacidade de armazenar pessoas, objetos e sistemas, entretanto, ultimamente, o seu potencial inexplorado para armazenar grandes quantidades de energia de forma eficiente tem sido discutido. Nessa nova era, os edifícios podem ir além de estruturas funcionais para se tornarem depósitos potenciais de energia?





