
Vivemos em um mundo onde o vivenciado, o lembrado e o imaginado, assim como os diferentes momentos no espaço e no tempo relativos ao passado, presente e futuro, estão inseparavelmente misturados. Recentemente, estão sendo oferecidos vários meios para acessar outros planos de existência, utilizando tecnologias imersivas como realidade virtual e aumentada (VR e AR), criando um caminho para o metaverso no qual somos transportados para espaços que são capazes de ser mais ‘reais’ do que qualquer coisa que vivenciamos atualmente.
Com o potencial cada vez maior de futuros virtuais entre nós; a criação de comunidades digitais, tecnologias sem fio e um mundo interconectado estão mudando para sempre o ambiente em que habitamos. O metaverso como o conhecemos está constantemente sendo desenvolvido, tendo em mente as necessidades específicas dos conceitos arquitetônicos. O projeto arquitetônico é há muito tempo uma das aplicações dos ambientes virtuais imersivos. Com o conceito de espaço e a razão não necessariamente tendo que atuar como um fator no desenvolvimento da infraestrutura do metaverso, por que os designers ainda buscam fazer esses planos de realidade parecer 'real' nesses espaços digitais?



















