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Casa Parasita / El Sindicato Arquitectura

Casa Parasita / El Sindicato Arquitectura
Quito, Equador
  • Arquitetos Responsáveis: Nicolás Viteri – María Mercedes Reinoso – Xavier Duque
  • Material Gráfico: Carlos Valarezo & El Sindicato Arquitectura
  • Tradução: Jhower Sánchez
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© Andrés Villota
© Andrés Villota

"Pobre não é quem tem pouco, é quem precisa muito", Mujica.

Este projeto de uma casa de 12 m² localizada no terraço de um edifício no popular bairro de San Juan, em Quito, Equador, foi concebido como uma residência parasita. Trata-se de um objeto de design minimalista, focado em resolver as necessidades básicas de habitabilidade de um jovem ou casal considerando banheiro, cozinha, cama, espaço de armazenamento e espaço de estar (comer, trabalhar, socializar), garantindo todo o conforto de uma casa, em uma pequena área.

Cortesía de Carlos Valarezo
Cortesía de Carlos Valarezo
© Andrés Villota
© Andrés Villota

É desenvolvido em uma fachada do tipo A e é conceituado a partir do espaço ideal para viver de acordo com a atividade que realizamos parados. Define-se um retângulo central onde se desenvolvem todas as atividades e de onde todos os espaços utilitários, como cozinha, banheiro, cama, armazenamento, escritório, são usados ou acessados. Todos esses espaços utilitários adjacentes ao retângulo central estão localizados em triângulos e romboides que, além de conter a atividade, proporcionam estabilidade à estrutura.

© Andrés Villota
© Andrés Villota
Isométricas
Isométricas
© Andrés Villota
© Andrés Villota

Consiste em três módulos criados por quatro pórticos estruturais que combinam os espaços livres de objetos utilitários para maximizar o uso do volume e reduzir sua área construída, de modo que o espaço versátil do retângulo central seja usado da maneira mais conveniente de acordo com a atividade executada na casa

Cortesía de El Sindicato Arquitectura
Cortesía de El Sindicato Arquitectura

Com uma grande janela de vidro transparente, a entrada de luz natural é permitida através de sua fachada norte que se abre para a vista da cidade e para os vulcões de Cotacachi, Imbabura, Mojanda e Cayambe. Para o sul, uma janela de vidro fosco ventila, ilumina e dá privacidade em frente às casas vizinhas e suas janelas. As fachadas leste e oeste, que no Equador recebem sol direto todos os dias do ano, fecham completamente para impedir a entrada direta do sol.

Cortesía de El Sindicato Arquitectura
Cortesía de El Sindicato Arquitectura
Axonométrica
Axonométrica
Cortesía de El Sindicato Arquitectura
Cortesía de El Sindicato Arquitectura

No interior, os painéis de compensado OSB são utilizados para acabamento de pisos, paredes e painéis externos. A estrutura de madeira e a subestrutura de fixação dos painéis metálicos criam uma camada de isolamento de 12 cm preenchida com fibra de coco. O metal foi usado para a fundação da casa até a laje da construção existente.

© Andrés Villota
© Andrés Villota
Plantas
Plantas
© Andrés Villota
© Andrés Villota

Embora possa ser construído em terrenos sem construções urbanas e rurais preexistentes, propomos que sua construção seja idealmente em terraços subutilizados de edifícios urbanos estruturalmente adequados, aos quais as redes de água potável, esgoto e eletricidade estão conectadas. Contribuindo assim para a densificação da cidade em pequena escala, com investimento econômico e de recursos mínimo, e conservação do patrimônio arquitetônico.

© Andrés Villota
© Andrés Villota

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Sobre este escritório
Cita: "Casa Parasita / El Sindicato Arquitectura" [Casa parásito / El Sindicato Arquitectura] 13 Fev 2020. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/933686/casa-parasita-el-sindicato-arquitectura> ISSN 0719-8906

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