
No desenho urbano contemporâneo, a ordenação espacial, mobilidade, demanda a novas conexões e ainda os limites assumido entre os espaços público e privado, têm apresentado cada vez mais enfoque nas discussões ligadas ao futuro das cidades mundiais, e em mesma proporção, no território brasileiro. Neste modelo, em decorrência do crescimento exacerbado, certas estruturas construídas têm provocado barreiras urbanas, evidenciando obstáculos.
Quando falamos de barreiras urbanas, sintetizamos todo elemento que estabelece limites na malha urbana – físicos (linhas férreas, eixos viários, transposições inadequadas, muros e grades) ou geográficos (cursos d’água e topografia), debilitando deslocamentos pelo tecido da cidade.







