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Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément

  • 09:00 - 21 Janeiro, 2017
  • Traduzido por Lis Moreira Cavalcante
Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément
Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément

Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément + 64

  • Arquitetos

  • Localização

    Luz, Portugal
  • Colaboradores

    Sara Antunes, Pedro Rogado
  • Museologia

    Benjamim Pereira
  • Engenharia

    G.O.P. - gabinete de Organização e Projectos, Lda.
  • Iluminação

    Raul Serafim
  • Orçamento

    US$ 1.555.000,00
  • Cliente

    E.D.I.A. - Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, S.A.
  • Área

    660 m²
  • Ano do projeto

    2003

Descrição enviada pela equipe de projeto. Luz é o nome de uma pequena aldeia no sul de Portugal, com 300 habitantes. Devido à construção da barragem do Alqueva, a aldeia da Luz foi submersa. Seus habitantes, bem como sua cultura e origens, tiveram que ser deslocados para uma nova aldeia. O programa de intervenção consistiu na criação de um novo espaço para a igreja reconstruída, um novo cemitério e o Museu da Luz como um importante marco de memória entre a nova e a antiga aldeia.

O deslocamento da aldeia da Luz é um ato de substituição, um ato duplo e simultâneo de destruição e fundação. Neste duplo processo de transformação da paisagem, a antiga vila permanece como um embrião conceitual - uma primeira natureza elaborada por séculos de apropriação do território e uma segunda natureza pensada e construída como uma nova identidade.

A fundação deste novo lugar pretende absorver, em uma nova situação topográfica e geográfica, analogias com a antiga igreja - a igreja e o cemitério como fortes elementos de identidade e o museu como elemento fundador do novo lugar, com a noção representativa de substituição.

O processo de desmantelamento da aldeia traz à tona vários símbolos, arqueológicos, antropológicos, históricos e arquitetônicos, que abrangem não só a aldeia, mas também todo um território. O museu permite armazenar, classificar e comunicar tal informação, sendo o resultado de todo o processo de substituição, que, além da presença física, estabelece uma cumplicidade intencional entre a situação das duas aldeias.

A localização estratégica no eixo leste-oeste, traz à frente seu caráter estrutural. A construção de um museu de xisto relaciona-o mais à terra, ao solo de pedra e à ideia de fundação. O museu redesenha a topografia do lugar em uma relação telúrica com a paisagem, fazendo do edifício uma marca de identidade, onde os caminhos, as paredes e a luz se tornam elementos evidentes de uma cultura de construção de território. Esta leitura é realizada por uma sequência de espaços interiores com caráter singular - átrio, sala multiusos, sala de exposições temporárias, sala de memória, sala da Luz(*) e pátio - que enfatiza uma consideração especial sobre a paisagem.

Em um ambiente rural onde a técnica emerge da manipulação da matéria, o uso do material e das tradições locais aproxima o ato de construção a um processo natural de construção da paisagem. As paredes duplas de concreto e paredes de xisto de 50 cm de espessura, extraídas de uma pedreira local a 3 km do museu, determinaram a atmosfera espacial do museu e aumentaram a inércia térmica do edifício.

(*) A sala da Luz, como figura central do museu, constitui, junto com as chaminés de luz, o único traço visível do edifício na paisagem. É um espaço de luz, uma página branca preparada para receber a história do território da Luz sendo transformado.

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Pedro Pacheco + Marie Clément
Escritório
Cita: "Museu da Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément" [Museum of Luz / Pedro Pacheco + Marie Clément] 21 Jan 2017. ArchDaily Brasil. (Trad. Moreira Cavalcante, Lis) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/803334/museu-da-luz-pedro-pacheco-plus-marie-clement> ISSN 0719-8906

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