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Os melhores trabalhos de conclusão de curso do Brasil e Portugal em 2016

  • 12:30 - 15 Dezembro, 2016
  • por Equipe ArchDaily Brasil
Os melhores trabalhos de conclusão de curso do Brasil e Portugal em 2016

No início deste mês o ArchDaily Brasil lançou uma chamada convidando nossos leitores do Brasil e de Portugal que estão terminando a graduação a enviarem seus trabalhos de conclusão de curso para que pudéssemos selecionar os mais interessantes e, assim, compartilhar com todo o nosso público.

Entre 274 propostas enviadas -- chamadas TCC's, TFG's ou Projeto Final de Curso, dependendo da região e instituição de ensino -- recebemos trabalhos de diversos estados brasileiros, além de propostas de Lisboa e do Porto.

Antes de apresentarmos as 21 propostas selecionadas pela nossa equipe de editores, é preciso dizer que os melhores TCC's não representam, necessariamente, os melhores projetos que recebemos, mas sim, os trabalhos que julgamos mais bem apresentados, graficamente interessantes e cuja temática abordada nos pareceu mais oportuna a um trabalho de conclusão de curso. Mais que simplesmente resolver um projeto de modo satisfatório, entendemos que um TCC -- por condensar os esforços do estudante em um momento de passagem da academia para a vida profissional (mas, importante mencionar, ainda fazendo parte da trajetória acadêmica) -- deve levantar questões e incitar a discussão acerca do tema proposto. 

Também optamos por selecionar trabalhos que lidam com escalas variadas, sem nos atermos apenas a grandes intervenções que, sem dúvida, empolgam o estudante e enchem os olhos de quem vê. Por outro lado, há, entre os selecionados, trabalhos de escala singela, mas cuja sensibilidade na escolha do tema e profundidade da pesquisa e/ou detalhamento nos impeliu a compartilhá-los com nossos leitores.

Como qualquer chamada para envio de trabalhos, houveram propostas que não seguiram o regulamento, seja por insuficiência de material necessário para que pudéssemos analisá-los ou por terem compartilhado links privados (ou seja, inacessíveis a nós). Estas propostas, infelizmente, foram desqualificadas.

Veja, a seguir, nossa seleção dos melhores trabalhos de conclusão de curso do Brasil e de Portugal acompanhados pelas descrições enviadas pelos autores.

Autor: Renato Pereira Lopes
Tema: Museu Sensorial Serra do Lajeado
Instituição: UFT - Universidade Federal do Tocantins / Palmas-TO

© Renato Pereira Lopes
© Renato Pereira Lopes

O Museu Sensorial Serra do Lajeado, trata-se de uma arquitetura cultural implantada no ainda recente Parque Estadual do Lajeado (PEL) em Palmas - TO, com o objetivo de aproximar a população da reserva e reduzir o número atividades ilegais como caça, queimadas, extrativismo e outras que acontecem em toda a área de proteção da Serra do Lajeado. Para alcançar o maior número de visitantes, o Museu abraça o apoio ao ecoturismo com a educação ambiental universal, dentro de uma edificação que mostra ao público uma possibilidade de se construir em equilíbrio com o meio natural. Ainda assim, a visita ao Museu deveria ser mais do vistas e fotografias da Reserva e Museu. Era necessário que o visitante pudesse sentir de todas as formas possíveis o que a reserva tem a oferecer. A idéia então passou a ser permitir que vejam as paisagens, porém sintam a textura das plantas e solo, sinta o cheiro da vegetação, ouça os sons da natureza, sinta a diferença de umidade, note o solo diferente e vários outros. Uma transição gradual dos sentidos adaptados à cidade para sentidos adaptados ao meio natural através de um passeio pelas várias sensações que o cerrado pode oferecer.

© Renato Pereira Lopes
© Renato Pereira Lopes

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Autora: Tatiane Waileman
Tema: Nova Rodoviária Carioca
Instituição: Universidade Presbiteriana Mackenzie / São Paulo-SP

© Tatiane Waileman
© Tatiane Waileman

Atualmente, a única rodoviária existente na cidade do Rio de Janeiro (Rodoviária Novo Rio) encontra-se no centro, um local com trânsito caótico e saturado, sem possibilidade de crescimento para suportar a demanda exigida. Propõe-se então, a construção de uma nova rodoviária que complemente a demanda da Novo Rio, permitindo a pulverização de usuários e uma melhor mobilidade urbana, retirando o trânsito de grandes ônibus do centro, levando-o junto às extremidades onde o acesso é simplificado. Ela atenderá o equivalente a 35% da demanda, com uma média de 290 viagens/dia e um público de aproximadamente 17.500 usuários/dia. Uma problemática recorrente em alguns projetos de rodoviárias é a insegurança e a degradação que estas podem trazer ao entorno. A arquitetura então, propõe regenerar o espaço através da construção de uma trama que gere traços de urbanidade. O projeto cria uma relação franca com o seu entorno, rompendo as barreiras do edifício isolado, olhando à sua volta para englobar os habitantes locais e suas procuras por momentos de bem-estar e convivência. Através da premissa de fluxos e a implantação de elementos atrativos (comércio, áreas de lazer e verdes), deseja-se criar dinâmicas, onde o pedestre possa desfrutar democraticamente dos espaços, ora de permanência ora de circulação.

© Tatiane Waileman
© Tatiane Waileman

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Autor: Ricardo José Valente Amaral
Tema: Arquitetura & Cerâmica: O espaço da tradição mural na contemporaneidade
Instituição: Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto / Porto, Portugal

© Ricardo José Valente Amaral
© Ricardo José Valente Amaral

A cerâmica mural tem, em Portugal, uma longa tradição que está inevitavelmente associada à história da azulejaria, constituindo esta um dos elementos essenciais na definição da cultura portuguesa. A reflexão sobre a especificidade da cerâmica aplicada e produzida na cidade do Porto serviu assim de base para uma experiência prática de arquitetura. Apesar da sua história, o Porto carece de um espaço integralmente dedicado à preservação e divulgação desta arte, numa altura em que o interesse internacional pela azulejaria da cidade é crescente; numa altura, também, em que o Porto renova a sua imagem gráfica mostrando o azulejo como símbolo da cidade, e o Museu Nacional do Azulejo em Lisboa prepara a candidatura para o integrar no Património da Humanidade da UNESCO. Apropriando-nos então das palavras do historiador Fausto Martins na conclusão do seu livro Azulejaria Portuense, questionámos: «se o azulejo é signo identificativo, se é marca que nos distingue (...) qual tem sido e qual é a estima do Porto pelo azulejo?». O projeto desenvolvido pretende dar uma resposta prática a este problema, através de um edifício que reúne espaços de aprendizagem, trabalho e investigação.

© Ricardo José Valente Amaral
© Ricardo José Valente Amaral

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Autor: Samuel Dall Alba
Tema: Centro de integração a pessoas em vulnerabilidade social
Instituição: Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Porto Alegre-RS

© Samuel Dall Alba
© Samuel Dall Alba

Segundo dados da ONU, uma a cada 113 pessoas é um imigrante refugiado. A situação alarmante dos imigrantes tem preocupado o mundo, e no brasil a situação não é diferente: a região sul é a região que recebe o maior número de imigrantes refugiados no país e caxias do sul, devido à oferta de emprego no ramo metal mecânico, é o município com o maior número de pedidos de asilo. Estima-se que diariamente a cidade receba 15 imigrantes, entre eles haitianos, senegaleses e ganeses. Na busca de uma vida melhor, estas pessoas se encontram atualmente desassistidas e à margem de uma sociedade que os negligência. Paralelamente, o município tem 280 moradores de rua e uma oferta de abrigo para apenas 59 pessoas. Além de ser insuficiente, a assistência prestada não os tira da situação inerte de vulnerabilidade. O programa busca acolher qualquer pessoa em vulnerabilidade social, seja imigrante, morador de rua ou vítima de catástrofe. Além do acolhimento, presta-se acompanhamento jurídico, psicológico, médico e dentário. Dentro do complexo também há o setor de qualificação, onde são oferecidas aulas de português, curso supletivo (eja) e dois cursos técnicos do senai. Através dos cursos técnicos de “plástico” e “montador de veículos automotores” os usuários têm uma ligação mais direta com as indústria da região e conquistam seu espaço no mercado de trabalho. Na década de 60, com a expansão do anel central da cidade, diversas fábricas que se encontravam nas margens foram englobadas pela grelha do centro. Hoje são espaços enormes e subutilizados inseridos em uma malha consolidada. Dada a emergência do programa, a proposta utiliza um desses objetos abandonados que construído na década de 50 abrigava uma gráfica e a residência dos proprietários no estilo art déco. A ideia do retrofit utiliza a estrutura original e investiga abordagens precisas e contidas à uma estrutura consolidada. Além de sua posição estratégica, o edifício encontra-se numa zona carente de espaços públicos abertos. A criação de um respiro, portanto, serviria como ponto de ativação de uma zona em degradação. 

© Samuel Dall Alba
© Samuel Dall Alba

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Autor: Hyruan Minosso
Tema: Museu da Mata Atlântica
Instituição: Universidade Positivo / Curitiba-PR

© Hyruan Minosso
© Hyruan Minosso

O panorama da Mata Atlântica não é nada otimista, segundo Warren Dean, autor do livro “A Ferro e Fogo”, é difícil falar da Mata Atlântica no amanhã, pois possui muito mais passado que futuro, de fato os 8% restantes parece não significar muito ao brasileiro que continua a explora-lá. Com o passar do tempo a destruição progressiva dos recursos naturais provocada pelos seres humanos, pode acabar transformando o planeta num ambiente inóspito ameaçando sua própria existência. O Museu da Mata Atlântica busca difundir o conhecimento e reeducar ambientalmente os visitantes. O Edifício surge da pedra como a humanidade, se projeta ao exterior e visualiza o futuro, a conexão plena entre homem e natureza. O Museu é um equipamento público cultural inserido em um entorno natural próximo a cidades e com grande potencial turístico. O terreno, uma pedreira desativada, com esta intervenção passa a ser um espaço de lazer e cultura, requalificado ambientalmente. As condicionantes do terreno ditam a forma de ocupação, as linhas da paisagem e o contraste da pedreira com entorno sugerem uma ocupação na encosta, tratando-se de um ponto alto do terreno possui uma visual privilegiada para a serra do mar e para a área de preservação existente. 

© Hyruan Minosso
© Hyruan Minosso

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Autora: Luana Paulichen
Tema: São João 288 - Reabilitação de edifício para habitação em sistema de locação
Instituição: Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio - CEUNSP / Indaiatuba-SP

© Luana Paulichen
© Luana Paulichen

Mobilidade, trabalho, sustentabilidade e direito à cidade são alguns dos problemas dos centros urbanos atualmente, porém central e estrutural é a questão da habitação. Na cidade de São Paulo muitos edifícios que se encontram a certo tempo fechados, são ocupados por movimentos de moradia que buscam utilizar esses locais para habitação devido à sua boa localização, geralmente bem servido de infraestrutura como água encanada, luz elétrica, sistema de transporte coletivo à poucos metros, bem como oferta de emprego próximo, diminuindo o tempo de deslocamento pela cidade. Partindo dessas premissas o projeto de reabilitação visa melhorar as condições existentes do edifício que já se encontra ocupado, maximizando os aspectos positivos do local com o mínimo de intervenção devidos aos fatores de tombamento e custo de obra. Incentivou-se, então, o uso comercial do pavimento térreo, propondo ainda ligações com a parte posterior e cobertura do edifício. O foco central da intervenção busca organizar os apartamentos existentes de acordo com tipologias familiares, distribuindo-os por meio de mobiliários modulares, que conformam os ambientes e, por serem de fácil montagem, podem ser fabricados pelos próprios moradores. O conceito dos mobiliários modulares se estende para a Av. São João, com mobiliários urbanos. 

© Luana Paulichen
© Luana Paulichen

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Autor: Vinicius Nakama
Tema: Elevado à Cidade
Instituição: Universidade Presbiteriana Mackenzie / São Paulo-SP

© Vinicius Nakama
© Vinicius Nakama

Estudo sobre as dinâmicas urbanas que envolvem o popularmente Minhocão, via elevada localizada no centro da cidade de São Paulo. A proposta do TFG visa a requalificação da cota térrea através de intervenções urbanas itinerantes que se pautaram em quatro etapas: (1) Macro Aproximação, (2) Pontos de Interesse, (3) Micro Aproximação e (4) Proposta Formal. O trabalho tem como objetivo discutir possibilidades de renovação urbana, debatidos no novo PDE que prevê a desativação da via elevada, abordando questões como direito à cidade, o papel social das infraestruturas urbanas e da atuação coletiva versus individual. 

© Vinicius Nakama
© Vinicius Nakama

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Autora: Caroline Pilon de Oliveira Martins
Tema: Re_Luz - Cidadania com[o] Centro
Instituição: Universidade Presbiteriana Mackenzie / São Paulo-SP

© Caroline Pilon
© Caroline Pilon

O trabalho constitui uma proposta hipotética de intervenção urbana que atente de maneira sensível para a articulação dos, divergentes interesses envolvidos nas relações do espaço da cidade. Trabalha-se em uma análise quanto à situação atual da região central de São Paulo, em específico a área da Luz onde observa-se um grande conflito entre as iniciativas populares (movimentos organizados) e as propostas oficiais municipais para a região. Propõe-se uma nova vertente de projeto para a área, em que se trabalha com a proposta de novo uso e requalificação da Estação Júlio Prestes e seu entorno, baseando-se na condição hipotética de que será futuramente desativada conforme um dos muitos projetos da CPTM. Considerando-se sua potencialidade histórica, estética, local e metropolitana, foi elaborada uma linha de raciocínio que visa, concretizar uma hipótese coerente no sentido urbano, em que denota-se a carência de equipamentos de suporte ao usuário local. Neste contexto, chega-se à tradução baseada na teoria de hiperlugares, de Rem Koolhaas, espaços onde tudo acontece, desde a produção inicial até o alcance ao consumidor, seja de bens, experiências ou atividades, são objetos contenedores dinâmicos, e consequentemente de possibilidades que estabelecem uma relação com a cidade, no sentido de se abrir a ela, e com ela dialogar. Neste caso propõe-se a criação de um objeto articulador, que lide com o contexto caótico da área, procurando estabelecer relações entre as escalas urbanas complementares, os usuários distintos, as cotas alternadas, as atividades produtivas diversas e acima tudo, os interesses conflitantes e comuns.

© Caroline Pilon
© Caroline Pilon

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Autora: Kamila Carnevalli
Tema: Revitalização do Cine LUX
Instituição: Universidade Luterana do Brasil - ULBRA / Torres-RS

© Kamila Carnevalli
© Kamila Carnevalli

O projeto consiste na revitalização do Cine Lux, cinema de rua do município de Nova Prata, que se encontra fechado há mais de quinze anos. Sua edificação, datada de 1958, é um dos poucos exemplares remanescentes da Arquitetura Modernista com características do Art Déco na Serra Gaúcha. Assim, reúne valor arquitetônico, histórico e cultural, também por fazer parte da memória afetiva da população, que há anos reivindica um destino para o edifício abandonado.

© Kamila Carnevalli
© Kamila Carnevalli

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Autora: Karen Balsevicius Evangelisti
Tema: | Arquitetura + Corpos em Movimento + Ação |
Instituição: Universidade Sâo Judas Tadeu / São Paulo-SP

© Karen Balsevicius Evangelisti
© Karen Balsevicius Evangelisti

O presente trabalho consiste no estudo da conexão urbana a partir de uma fresta da cidade de São Paulo que funciona como barreira urbana separando duas áreas públicas, a Praça Coronel Fernando Prestes e o Parque da Luz. A proposta do projeto é de atuar nesse espaço, articulando esses dois territórios através de um equipamento cultural, o cinema, com o objetivo de promover novos pontos de encontro e convivência; transformar um lugar ocioso em um lugar ativo, fundamental para a dinâmica urbana; assim como promover uma nova dinâmica cultural e oferecer um espaço requalificado à cidade. O cinema, quando relacionado ao espaço público tem a capacidade de estabelecer vínculos afetivos entre o usuário e o entorno. Busca-se hoje uma mudança na lógica da construção da nossa cidade, uma cidade que estimule o convívio social e sua relação com a paisagem urbana. Dessa forma, deverá também exceder a escala do lote e intervir na escala urbana da cidade, a partir de intervenções pontuais e temporárias. Os eventos são importantes para ativar novos lugares, promover encontros e resgatar os espaços públicos da cidade. Sendo assim, através da ação e vivência dos corpos em movimento os espaços são ativados, promovendo uma requalificação cultural no lugar, com uma função urbanística de propor um novo desenho de fruição dedicado ao pedestre e à convivência.

© Karen Balsevicius Evangelisti
© Karen Balsevicius Evangelisti

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Autor: David Mendonça
Tema: Ferramenta generativa para Wikihouse
Instituição: UFRJ / Rio de Janeiro-RJ

© David Mendonça
© David Mendonça

O objetivo desta proposta de TFG é desenvolver uma ferramenta generativa, partindo da parametrização do sistema construtivo da WikiHouse. Com esta ferramenta será possível fabricar digitalmente as peças, calcular quantidade, bem como estudar a construção da forma. As peças geradas poderão ser prototipadas para construção de modelo reduzido, ou até mesmo fabricadas para construção de um modelo em escala real. O foco de estudo é o sistema construtivo em si, e sua tradução para o formato paramétrico. É também estudado o contexto em que essas novas tecnologias estão inseridas. Não é objetivo nal a proposta de uma forma especí ca, ou aplicação única do sistema construtivo para um programa arquitetônico especí co, visto que uma das metas para com a ferramenta generativa é desenvolver um código que se adapte a diferentes formas, tendo como principio a produção por customização em massa, onde não se busca apenas uma resposta, mas uma gama in nita de possibilidades. 

© David Mendonça
© David Mendonça

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Autora: Nara Helena Diniz Boin
Tema: Cortes no tempo contínuo
Instituição: Universidade Presbiteriana Mackenzie / São Paulo-SP

© Nara Helena Diniz Boin
© Nara Helena Diniz Boin

O trabalho é resultado de uma investigação a respeito das transformações de ocupação do espaço público que vem ocorrendo na cidade de São Paulo, principalmente na região central. A proposta busca novas maneiras de incorporar essa nova dinâmica no processo projetual, nascendo com a intenção de valorizar a vida cotidiana e criar um suporte para ações eventuais, fugindo da construção de uma cidade estável. Seriam vetores de indeterminação deixados pela arquitetura na intenção de amparar a imprevisibilidade da vida. Não admitindo que exista um único percurso a ser seguido, como uma lógica rígida e linear, mas uma multiplicidade de alternativas como forma de experimentação de soluções, que possam ser desfeitas e refeitas e, assim, permitir novos caminhos. Os ensaios temporários desenvolvidos por não possuírem definição programática, apenas possibilidades e oportunidades funcionam como um espaço ambíguo, de articulação entre cotidiano, eventos, usuários, ações e cidade, e, ao mesmo tempo de distanciamento e ruptura da rotina, como locais de respiro, representando um espaço de transição com potencial para novos arranjos sociais e formas imaginativas. A rede de ensaios funcionaria como uma costura de microssituações, permitindo a experimentação de novas percepções possíveis do espaço público e consequentemente de cidade.

© Nara Helena Diniz Boin
© Nara Helena Diniz Boin

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Autor: Jhonny rezende
Tema: Parque Paulista, uma reflexão entre o efêmero e o permanente
Instituição: Universidade São Judas Tadeu / São Paulo-SP

© Jhonny Rezende
© Jhonny Rezende

O objetivo deste trabalho é refletir sobre a cidade que se constrói e desconstrói com a memória que permanece, vamos imergindo nas questões sobre permanências, pré-existências, espaços residuais e suas formas de ocupação e estratégias de integração, analisando as transformações da cidade no tempo. O lugar é catalisador de história e cultura, para conceber então um parque de atividades diversas que se renova, mas que continua existindo, se renovando e pensando no pavilhão como elo entre as casas, o efêmero exalta o permanente.

© Jhonny Rezende
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Autora: Marjorie Lange
Tema: “Espaços-Varanda”, Ensaio de Relações em uma Superquadra de Brasília.
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro / Rio de Janeiro-RJ

© Marjorie Lange
© Marjorie Lange

O trabalho se divide em três etapas, duas de pesquisa e definição de conceitos e uma terceira de aplicação dos conceitos na criação de um ensaio de arquitetura: O trabalho parte de um estudo dos espaços intermediários entre arquiteturas e ambientes não edificados, a partir da definição de “Espaços-Varanda”, ambientes que resultaram da evolução histórica da varanda no brasil. Em seguida, faz-se um enfoque na arquitetura modernista brasileira, momento histórico onde se aplicam os cinco pontos fundamentais do modernismo junto a uma releitura de elementos tradicionais brasileiros, criando uma linguagem individual. Brasília é escolhida para ser o local de aprofundamento do tema, pois é uma cidade puramente modernista e estritamente brasileira, por ter sido criada em um momento nacionalista, moldada a partir dessa linguagem. Por fim, o trabalho tem como intensão fazer um ensaio de relações proporcionadas por “Espaços-Varanda” em uma Superquadra desocupada de Brasília. O ensaio é tanto um experimento, uma aplicação das tipologias reconhecidas nas partes anteriores, quanto uma crítica ao modo de projetar modernista e às adaptações ocorridas nas superquadras. Ações que transformam os espaços de transição em elementos de afastamento, negando a principal função do espaço intersticial.

© Marjorie Lange
© Marjorie Lange

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Autora: Eduarda Aun
Tema: O Avesso de Brasília ao Avesso
Instituição: Universidade de Brasília / Brasília-DF

© Eduarda Aun
© Eduarda Aun

Localizado no centro de Brasília, o Setor de Diversões Sul, mais conhecido como Conic, foi concebido por Lucio Costa como um lugar sofisticado e cosmopolita, que abrigasse funções voltadas ao comércio e ao entretenimento. Hoje é considerado por muitos como o avesso de Brasília. Devido a irregularidades durante a sua construção e principalmente aos usos e apropriações do espaço ao longo da sua história, é um lugar esquecido por boa parte da população e principalmente pelas autoridades locais. Por um lado, este abandono acabou gerando um espaço único em Brasília que reúne muita diversidade social e cultural. Por outro, o descaso acabou gerando sobras espaciais e lugares ociosos que poderiam ser melhor aproveitados. No entanto, é preciso intervir de maneira delicada e consciente para que no processo de melhoria do espaço, não ocorra um processo de gentrificação, descaracterizando o Conic que conhecemos hoje. Neste contexto, o projeto reforça soluções que envolvem a participação da comunidade, o urbanismo tático e a arte urbana como orientações da regeneração urbana e da valorização do Conic. Sendo um espaço de encontro, de criação artística, de engajamento social e político e de diversão e lazer, a ideia é transferir essas qualidades para fora, ou seja, virar o Conic ao avesso.

© Eduarda Aun
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Autora: Adela Pancencu
Tema: Museu da Água: do Parqui do Rio Seco à Ribeira
Instituição: Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa / Lisboa, Portugal

© Adela Pancencu
© Adela Pancencu

Na cidade atual, com uma densidade maior e cada vez mais mecanizada, reiniciase um processo de redefinição e desenho urbano da zona ribeirinha, adaptando-a às necessidades de uma cidade moderna que reconhece no rio a sua identidade. A recuperação da linha de água do Rio Seco que caracterizou esta zona da cidade criou a premissa para o desenvolvimento do presente trabalho. Como lugar na Frente Ribeirinha de Lisboa, sinal efetivo da gradual conquista da cidade ao rio, o presente projeto desenvolve-se afirmando uma redefinição da imagem da cidade. Trabalhando sobre esta fronteira, entre a terra e a água, o objetivo proposto é a reflexão e exploração de uma abordagem de regeneração e de transformação do território construído através de um novo espaço público destinado a ser mais do que um Museu – será antes sim, um lugar de ”memória”. Abordando o projeto na perspetiva das várias relações criadas, a sua posição encara a necessidade de (re)establecer uma relação da cidade com a paisagem marinha, ribeirinha, animando-a e posicionando-a como elemento dinamizador da vida quotidiana e não apenas como objeto de exepção.

© Adela Pancencu
© Adela Pancencu

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Autor: Vitor Breder
Tema: Entre muros e janelas: uma tentativa de resposta à gentrificação para a Comunidade Verdes Mares
Instituição: Universidade Federal do Ceará / Fortaleza-CE

© Vitor Breder
© Vitor Breder

A falta de moradia e a formação de assentamentos precários informais, juntamente com a ascensão de políticas neoliberais, se encontram diretamente associadas à legitimação de processos de gentrificação no Brasil, em especial nos grandes centros urbanos. Tendo em vista tais dinâmicas, o projeto se voltou para um contexto local: A Comunidade Verdes Mares. Localizada no bairro Papicu, zona leste de Fortaleza, a comunidade estabelecida como ZEIS de ocupação 1 encontra-se ameaçada por um iminente processo de remoção forçada e gentrificação por conta da construção de duas estações de metrô e pela valorização imobiliária nos arredores 2 , fruto de uma recente Operação Urbana Consorciada. Aprofundando o olhar sobre as políticas habitacionais e de regularização fundiária nacionais e locais, e analisando a realidade da comunidade, a proposta visou assistir a população local a obter, acima de tudo, direitos humanos básicos através do acesso à terra urbana e da integração socioespacial. Nesse contexto, foi traçado um plano com estratégias para implementar instrumentos do Estatuto da Cidade, efetivar a regularização fundiária, construir habitação de interesse social, equipamentos públicos e coibir uma nova ocupação informal na área.

© Vitor Breder
© Vitor Breder

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Autor: Vinícius Silva dos Santos
Tema: Água, Pessoas e Cidade: Complexo Aquático Público de Criciúma/SC
Instituição: UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense / Criciúma-SC

© Vinícius Silva dos Santos
© Vinícius Silva dos Santos

O complexo aquático público, projetado para Criciúma/SC, é idealizado de forma a proporcionar um novo contato simbólico da população local com a água e atender pessoas interessadas em esporte, lazer e saúde por meio de piscinas. A escolha do terreno a ser implantado o complexo é fundamental no desenvolvimento do trabalho. Trata-se de um raro vazio urbano percebido como conexão entre a área central da cidade e o Morro do Céu (APP). Neste morro nasce um curso de água limpa que atravessa o recorte de forma canalizada. Fato que gerou a primeira ação de projeto: Reabrir o curso de água canalizado, reservando a devida área de preservação permanente.

© Vinícius Silva dos Santos
© Vinícius Silva dos Santos

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Autor: André Pereira de Matos
Tema: Da Fábrica à casa
Instituição: Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa /  Lisboa- Portugal

© André Pereira Matos
© André Pereira Matos

As cidades são o reflexo direto e duradouro das relações humanas e da organização em sociedade. Estas são formadas por um conjunto de elementos que criam um cenário de contínua transformação e redefinição da cidade atual, destacando-se, cada vez mais, os processos de fragmentação. O presente trabalho realça a necessidade de consolidação destes núcleos urbanos, apropriando-os às exigências da cidade contemporânea. É neste sentido, que a revitalização dos tecidos do vale do Rio Seco surge como oportunidade para esta estratégia de densificação urbana. Integrado na proposta urbana do vale do Rio Seco, o lugar situado na Calçada da Boa-Hora, surge como um vazio expectante, de intensa degradação, e definição, caracterizado por vários edifícios industriais, vestígios da desindustrialização Lisboeta. Com a intenção de requalificação desta área, preponderantemente habitacional, surge a oportunidade de analisar o caso da Fábrica de Sant’Anna. A Fábrica insere-se neste contexto como memória do passado que devido á zona onde se integra e ao estado de degradação atual, apresenta uma atividade reduzida. Desta forma e tendo como objetivo a requalificação do quarteirão, pretende-se reabilitar a fábrica e apropriar o espaço da mesma para a inserção de tipologias habitacionais de carácter industrial.

© André Pereira Matos
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Autor: Mauricio Müller
Tema: Ilha das Pedras Brancas: Paisagem Revisitada
Instituição: Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Porto Alegre-RS

© Mauricio Müller
© Mauricio Müller

Ilha das Pedras Brancas é uma ilha de 4,5 mil metros quadrados de área localizada em uma posição central no Lago Guaíba; equidistante das cidades de Porto Alegre e Guaíba. Após o período da Ditadura Militar, durante o qual foi utilizada para receber presos políticos, o nome dado devido às formações rochosas que exibe foi substituído no imaginário da população passando a ser conhecida como “Ilha do Presídio”. Em 2014 completaram-se 50 anos do início da ditadura e, durante os últimos 30 anos de completo esquecimento, o antigo presídio está em ruínas e a ilha se tornou um ponto curioso em meio à natureza e à paisagem única do Lago Guaíba. Ultimamente a Ilha chamou a atenção de grupos de turistas e tem ganhado destaque em eventos artísticos, como apresentações teatrais e o evento “Encontros na Ilha”, parte da programação da 9ª Bienal do Mercosul. Além disso, devido à sua posição geográfica privilegiada, a Ilha das Pedras Brancas é um ponto de referência para grupos de velejadores da região. A intervenção busca, através de uma atuação arquitetônica sensível e ao mesmo tempo potente, transformar a Ilha em um equipamento cultural de escala metropolitana que potencialize sua com o Lago Guaíba.

© Mauricio Müller
© Mauricio Müller

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Autor: Pedro Giunti
Tema: Memorial da Retirância
Instituição: FAUUSP / São Paulo-SP

© Pedro Giunti
© Pedro Giunti

Migrar. Verbo que sozinho não consegue exprimir seu significado mais profundo. Verbo que na cidade de São Paulo adquire sentidos distintos dada a origem tão diversa de sua população. Interpretar a história da cidade implica em passar por seus agentes, e entre tantos fragmentos, um é particularmente importante: o Nordeste. Além de um retorno à região, em sua riqueza e complexidade, o trabalho investiga a jornada dos tantos nordestinos que em São Paulo buscam abrigo, ao se retirar das difíceis condições em que se encontram. Entre uma vida que permanece em sua origem e outra que se lança a uma nova, a experiência do percurso. Assim, o Memorial da Retirância se faz tendo sua travessia como essência. Com um percurso em ascensão, que se interliga ao das galerias do Centro, ora vê-se fragmentos da cidade, ora vê-se o vazio da praça central, monumental pela altura do edifício. O percurso público conecta praças e volumes que atravessam o vazio, e abrigam: um auditório; oficinas; salas expositivas, que se interligam por um percurso secundário; a feira, com um mercado e restaurante; e ao fim, um mirante a 100 metros de altura por onde se pode, finalmente, ver a cidade e o horizonte.

© Pedro Giunti
© Pedro Giunti

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Sobre este autor
Equipe ArchDaily Brasil
Autor
Cita: Equipe ArchDaily Brasil. "Os melhores trabalhos de conclusão de curso do Brasil e Portugal em 2016" 15 Dez 2016. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/801579/os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-do-brasil-e-portugal> ISSN 0719-8906
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