
Sempre costumei dizer que a percepção da arquitetura deve ser sentida, palpável e observada calmamente a fim de abstrair cada momento da projetação do arquiteto e descobrir a cada instante um novo detalhe daquele objeto construído. É uma forma de se transportar até a “prancheta” do autor e desvendar as experiências e atitudes no qual o arquiteto se debruçou para chegar aquele resultado ali concluído.
