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Sempre costumei dizer que a percepção da arquitetura deve ser sentida, palpável e observada calmamente a fim de abstrair cada momento da projetação do arquiteto e descobrir a cada instante um novo detalhe daquele objeto construído. É uma forma de se transportar até a “prancheta” do autor e desvendar as experiências e atitudes no qual o arquiteto se debruçou para chegar aquele resultado ali concluído. Falar da obra de um arquiteto nunca é uma tarefa fácil, colocar sua opinião sobre o trabalho de um “mestre” reconhecido e respeitado mundialmente pesa ainda mais a responsabilidade de não ser injusto, incoerente e tão pouco incapaz em criticar uma produção tão longa e competente. Sinceramente não conheço a produção de Ricardo Legorreta sobre este aspecto. Meu contato com o trabalho do arquiteto mexicano se deu através das publicações que chegam ao Brasil em forma de revistas, livros etc. Sem dúvida, em detrimento da tecnologia, estas informações chegam muito mais rápido que a 50 anos atrás, e em particular a internet, se tornou um veículo de comunicação e transmissão de informações muito ágil, no entanto, o contato com a obra propriamente dita é indispensável para uma melhor compreensão do trabalho do arquiteto. Veja mais Veja a descrição completa
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