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Os melhores (e piores) países para as mulheres na arquitetura

Os melhores (e piores) países para as mulheres na arquitetura
Os melhores (e piores) países para as mulheres na arquitetura, Denise Scott-Brown may be an icon for today's women in architecture - but is the USA hostile to female architects?. Image © Frank Hanswijk
Denise Scott-Brown may be an icon for today's women in architecture - but is the USA hostile to female architects?. Image © Frank Hanswijk

Como parte da pesquisa sobre maiores escritórios de arquitetura do mundo, este ano o BD também incluiu uma pesquisa sobre os melhores e piores países para mulheres arquitetas - particularmente aquelas que desejam trabalhar para grandes companhias. Para criar estes rankings, o BD encontrou a proporção de arquitetos e arquitetas em diversos países, procurou dados sobre licenças maternidade e paternidade, e também sobre o custo médio para se criar uma criança em relação ao salário médio de um arquiteto ou arquiteta. Leia mais sobre os resultados (por vezes surpreendentes) a seguir.

Talvez o resultado mais surpreendente da pesquisa sejam os países no topo da lista quanto à proporção entre arquitetas e arquitetos (estes resultados foram tomados da pesquisa sobre os maiores maiores escritórios de arquitetura do mundo )

1. Vietnã (0.7 arquitetos para cara arquiteta)

2. Turquia (0.8)

=3. Suécia(1)

=3. Noruega(1)

=4. Alemanha(1.3)

=4. França(1.3)

5. Espanha(1.4)

Embora estas proporções - sobretudo no Vietnã, Turquia, Suécia e Noruega - sejam louváveis, elas foram tomadas com base em uma pequena amostra, sendo impossível simplificar a realidade do cotidiano de trabalho com base em um número reduzido. Por isso o BD também criou listas dos 5 melhores e 3 piores países para as mulheres arquitetas baseado na proporção quantitativa entre homens e mulheres na profissão, licença maternidade, licença paternidade e custo de se criar uma criança.

Os 5 melhores

1. Suécia

A Suécia é a vencedora quando se leva em consideração todos os fatores. Não apenas tem uma proporção equilibrada entre mulheres e homens na arquitetura, mas também tem o maior tempo de licença maternidade, com cerca de 60 semanas pagas (e paternidade, com cerca de 8,5 semanas pagas). Outro fator importante é que os custos para se criar uma criança é de apenas 7,1% de um salário médio.

2. Noruega

A Noruega é outro país com uma proporção equilibrada entre homens e mulheres na arquitetura e licença paga para os pais - 34 semanas para as mães e 12 para os pais. Os custos para se criar um filho são um pouco mais elevados, cerca de 16,8% do salário médio.

3. Alemanha

Na Alemanha, o equilíbrio próximo entre mulheres e homens na profissão (1,3) também é válido para as licenças , ambos os pais têm 12 meses com 65% do salário pago (para pais solteiros são 14 meses). Mães, no entanto, têm 14 semanas de salário integral. Os custos para criar uma criança atingem 14,1% de um salário médio.

4. Dinamarca

Apesar da proporção entre os sexos ser menos equilibrada (1,5) a Dinamarca apresenta um bom sistema de licenças maternidade e paternidade: as mães e pais tem 52 semanas de salário integral entre eles, e escolhem como querem dividir estas semanas. Os custos de vida de uma criança equivalem a 11,2% do salário médio.

=5. Espanha

A Espanha tem uma distribuição quase igual entre mulheres e homens na arquitetura, 1,4. Seu sistema de licença é menos impressionante, com 16 semanas para as mães e 15 dias para os pais, porém os custos de um filho são de apenas 8,2% de um salário médio.

=5. França

A França é similar à Espanha, com uma proporção de 1,3, licença maternidade de 16 semanas e paternidade de 14 dias pagos. Os custo de uma criança são um pouco elevados, 16,5%. Entretanto, uma cláusula na constituição garante 26 semanas de licença maternidade após o terceiro filho.

Os 3 piores

1. Japão

Com uma proporção de 9 arquitetos para cada arquiteta, o Japão lidera a lista dos piores países para uma mulher na arquitetura. Sua legislação para licença é também impiedosa: 14 semanas paras as mães com 60% do salário, e nenhum período de licença para os pais.

2. EUA

Apenas 5 dos 50 estados norte americanos contam com legislações de licença maternidade e paternidade (e mesmo nestes estados, a licença é de apenas 6 semanas), isto, somado ao fato de que o custo de se criar um filho é de 38,1% do salário médio de um arquiteto, faz dos EUA um forte competidor a ser o pior lugar para um arquiteto ou arquiteta criar uma família.

3. Reino Unido

O Reino Unido oferece apenas 6 semanas de licença maternidade com 90% do salário, e apenas 2 semanas de licença paternidade. A licença para as mães pode ser estendida a 33 semanas, contudo, elas recebem apenas £136.78 por semana neste período, consideravelmente menos que um salário mínimo. O Reino Unido também apresenta um altíssimo custo para se criar uma criança, chegando a 40,9% do salário médio de um arquiteto ou arquiteta.

Sobre este autor
Rory Stott
Autor
Cita: Stott, Rory. "Os melhores (e piores) países para as mulheres na arquitetura" [The Best (and Worst) Countries to Be a Female Architect] 20 Dez 2013. ArchDaily Brasil. (Trad. Baratto, Romullo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/161640/os-melhores-e-piores-paises-para-as-mulheres-na-arquitetura> ISSN 0719-8906