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Paula Tanscheit

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Medidas de eficiência para edificações podem ajudar o país a cumprir metas de sustentabilidade

10:00 - 3 Outubro, 2017
Medidas de eficiência para edificações podem ajudar o país a cumprir metas de sustentabilidade, Edifícios são responsáveis por um quarto das emissões globais de CO2 induzido por seres humanos. Image © Ruocaled, via Flickr. Licença CC BY 2.0. Via TheCityFix Brasil
Edifícios são responsáveis por um quarto das emissões globais de CO2 induzido por seres humanos. Image © Ruocaled, via Flickr. Licença CC BY 2.0. Via TheCityFix Brasil

Pensar em metas climáticas remete geralmente à busca por soluções no transporte das grandes cidades ou na queima de carvão nas indústrias, por exemplo. Mas resultados muito importantes no processo de combate ao aquecimento global podem vir de uma área ainda pouco explorada: a eficiência em edificações. A relevância deste setor se comprova em números. De acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP), as construções respondem por 30% das emissões globais de CO2 induzidas por seres humanos. Sendo a redução de gases de efeito estufa (GEE) a principal meta de tratados internacionais, como o Acordo de Paris, medidas que promovam a sustentabilidade em edificações podem ter um peso muito importante para o Brasil cumprir suas metas.

A maioria das cidades brasileiras apresentam boas condições de mobilidade

10:00 - 22 Agosto, 2017
A maioria das cidades brasileiras apresentam boas condições de mobilidade, Curitiba aparece em terceiro lugar no ranking das capitais. Foto: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
Curitiba aparece em terceiro lugar no ranking das capitais. Foto: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Com mais de 70% da população mundial vivendo em cidades até 2050, a qualidade de vida e a saúde da população dependem das medidas tomadas hoje nos centros urbanos. Com o propósito de oferecer um instrumento para avaliação e formulação de políticas públicas no Brasil, o Observatório das Metrópoles desenvolveu o Índice de Bem-Estar Urbano dos Municípios Brasileiros (IBEU-Municipal). A ferramenta apresenta um levantamento inédito sobre as condições urbanas dos 5.570 municípios brasileiros, a partir da análise de dimensões como mobilidade, condições ambientais urbanas, condições habitacionais, atendimentos de serviços coletivos e infraestrutura.

Cada árvore importa: cidades passam a priorizar a arborização urbana

10:00 - 14 Agosto, 2017
Cada árvore importa: cidades passam a priorizar a arborização urbana, © Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
© Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Além de contar pessoas, automóveis e quilômetros de infraestrutura, as cidades hoje começam a contar árvores. As florestas urbanas, se inseridas no planejamento dos municípios, significam mais uma ferramenta de combate às mudanças climáticas. Além disso, a artificialidade e a falta de conexão com a natureza que muitas cidades apresentam estão relacionadas diretamente a diversos problemas de saúde da população.

As árvores nas cidades sempre foram queridas pela população por embelezar os espaços públicos. No entanto, elas contribuem de maneira muito mais ampla, com impacto na sustentabilidade econômica, social e ambiental das cidades. Através de pesquisas imobiliárias, é possível perceber que as pessoas são atraídas por ruas ou bairros mais verdes, onde elas preferem viver e trabalhar. Além dos atributos visuais, um espaço arborizado pode diminuir o estresse ao criar ambientes mais calmos e propícios ao exercício físico e o transporte ativo.

Seis princípios para tornar as cidades mais seguras a partir do desenho urbano

10:00 - 7 Agosto, 2017
Seis princípios para tornar as cidades mais seguras a partir do desenho urbano, Foto: Mariana Gil / WRI Brasil Cidades Sustentáveis. Arte: Luísa Schardong / WRI Brasil Cidades Sustentáveis
Foto: Mariana Gil / WRI Brasil Cidades Sustentáveis. Arte: Luísa Schardong / WRI Brasil Cidades Sustentáveis

É assustador o fato de que 1,25 milhão de pessoas morrem a cada ano em acidentes de trânsito. Diversos fatores contribuem para esse alto índice, porém a maneira como as cidades são construídas é a principal responsável por esse cenário. E se um guia prático pudesse ajudar as cidades a salvarem mais de 100 pessoas por dia? O Nossa Cidade deste mês tratará do tema Segurança Viária. Para começar, apresentamos as soluções propostas pela publicação O Desenho de Cidades Seguras.

Elaborado pelo WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis, o guia fornece aos gestores e projetistas um compilado de orientações e exemplos de intervenções no desenho viário que ajudam a reduzir os acidentes e as mortes no trânsito. O Brasil é, atualmente, o quarto país que mais mata no trânsito. Essas fatalidades custam cerca de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Outras economias emergentes como México, Indonésia, Turquia e China também têm grandes prejuízos econômicos com as mortes no trânsito. São também nos países de baixa e média renda em que 90% das fatalidades em acidentes ocorrem.

Ilusão de ótica, grafite e luzes: arte em faixas de pedestres contribui para a segurança viária

12:00 - 17 Julho, 2017
Ilusão de ótica, grafite e luzes: arte em faixas de pedestres contribui para a segurança viária, Zebra convida pedestres a atravessar na faixa. Foto: Xinhua/Reprodução. Image via TheCityFix Brasil
Zebra convida pedestres a atravessar na faixa. Foto: Xinhua/Reprodução. Image via TheCityFix Brasil

Uma artista indiana resolveu usar seu talento para tentar ajudar a reduzir as mortes no trânsito em seu país. Graças a um tráfico heterogêneo, que mistura diferentes tipos de veículos em alta velocidade, mais de 230 mil pessoas morreram em acidentes de trânsito na Índia, segundo relatório da Organização Mundial de Saúde de 2013. Aproximadamente metade das vítimas era de usuários vulneráveis das vias – motociclistas, pedestres e ciclistas.

Medidas radicais e urgentes precisam ser implementadas no país, mas uma simples ideia, de Saumya Pandya Thakkar, pode ser responsável por salvar vidas. A artista de 28 anos, com a ajuda de sua mãe, Shakuntala Panya, criou faixas de pedestres com técnicas de ilusão de ótica. O motorista tem a impressão de estar se aproximando de blocos de concreto, o que o leva a diminuir a velocidade.

Espaços Públicos: a transformação urbana com a participação da população

10:00 - 10 Julho, 2017
Espaços Públicos: a transformação urbana com a participação da população, Superkilen é um parque situado no bairro de Nørrebro, em Copenhague. A região é lar de mais de 50 nacionalidades diferentes e a obra traz elementos de diferentes países. Foto: BIG – Bjarke Ingels Group/Flickr-CC. Image via TheCityFix Brasil
Superkilen é um parque situado no bairro de Nørrebro, em Copenhague. A região é lar de mais de 50 nacionalidades diferentes e a obra traz elementos de diferentes países. Foto: BIG – Bjarke Ingels Group/Flickr-CC. Image via TheCityFix Brasil

Nada se mantém intacto sem conservação e preservação. Com as áreas urbanas isso não é diferente. Num momento em que o mundo busca qualificar as cidades em prol do meio ambiente e da saúde da população, projetos de transformação urbana desempenham um papel importante. Diferentes formas de intervenções nas cidades podem alterar áreas construídas ou espaços públicos com o objetivo de tratar questões sociais ou até reativar a economia local.

Espaços Públicos: o valor econômico e o valor simbólico

10:00 - 3 Julho, 2017
Espaços Públicos: o valor econômico e o valor simbólico, Cidades dependem de cada rua, cada parque para vibrar como um lugar que as pessoas querem estar. Foto: La Citta Vita/Flickr-CC. Cortesia de TheCityFix Brasil
Cidades dependem de cada rua, cada parque para vibrar como um lugar que as pessoas querem estar. Foto: La Citta Vita/Flickr-CC. Cortesia de TheCityFix Brasil

As ruas dão a cara de uma cidade. É onde tudo acontece, é onde a comunidade convive. Junto a elas, os parques e praças transformam a vida urbana no que diz respeito ao bem-estar e a saúde da população. A qualidade desses espaços públicos os valorizam, promovendo uma série de consequências sociais e econômicas. As pessoas são atraídas por locais onde elas se sintam mais à vontade e que gerem um sentimento de pertencimento. Negócios e investimentos também são atraídos por locais bem estruturados, mantidos e administrados. Uma cidade que busca a qualidade de vida das pessoas e, ao mesmo tempo, a competitividade global precisa estar atenta às tendências da agenda urbana. A necessidade de criar comunidades vibrantes, saudáveis e que priorizam o transporte sustentável leva as cidades a se repensarem e a se redesenharem por um futuro onde o espaço público e do público sejam tratados como prioridades no planejamento urbano.

Como o uso misto e a preservação de prédios históricos qualificam os bairros

10:00 - 29 Maio, 2017
Como o uso misto e a preservação de prédios históricos qualificam os bairros, Antigas construções muitas vezes são encontradas à sombra de arquiteturas futuristas. Foto: Mark Morgan/Flickr-CC. Image Cortesia de TheCityFix Brasil
Antigas construções muitas vezes são encontradas à sombra de arquiteturas futuristas. Foto: Mark Morgan/Flickr-CC. Image Cortesia de TheCityFix Brasil

Muitas cidades reconhecem a importância e o significado de seus antigos prédios ou construções que, pequenos ou grandes, resistem ao tempo para continuar a contar um pouco do passado daquele local, fazem reviver lembranças ou então suscitar a curiosidade de quem observa e procura saber mais sobre a história. Muitas outras não dão o mesmo valor para esses prédios e acabam cedendo o espaço a projetos imobiliários que buscam cada vez mais áreas para edifícios cada vez mais altos. Já outras apenas permitem que o tempo e a falta de preservação os derrubem. Um estímulo para mudar os dois últimos cenários pode estar nas revelações de estudos já realizados a respeito: cidades com edificações mais antigas e menores registram mais altas densidades, diversidade, maior número de pequenos negócios e atividades empreendedoras e mais habitações acessíveis.

Planejamento de São Paulo: referência para o futuro da mobilidade sustentável

10:00 - 8 Maio, 2017
Planejamento de São Paulo: referência para o futuro da mobilidade sustentável, São Paulo busca ser uma cidade cada vez mais humana e equilibrada. (Foto: Leonardo Aguiar/Flickr-CC)
São Paulo busca ser uma cidade cada vez mais humana e equilibrada. (Foto: Leonardo Aguiar/Flickr-CC)

No início do ano, São Paulo se tornou oficialmente uma referência mundial em planejamento urbano. Um concurso promovido pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) premiou o Plano Diretor da cidade como um dos quatro melhores projetos entre 146 candidatos de 16 países. O reconhecimento é originado de um projeto que desde sua concepção visou diminuir a desigualdade social e promover o desenvolvimento econômico através de um fio condutor: o transporte coletivo. Entrevistamos o arquiteto e urbanista Gustavo Partezani, um dos responsáveis pela formulação do Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo e falamos sobre esse desafio, como o novo plano endereça essas questões e as mudanças já percebidas desde que o documento entrou em vigor, entre outros tópicos.

Existe um tamanho ideal para as cidades? Ou tudo depende de planejamento?

10:00 - 13 Março, 2017
Existe um tamanho ideal para as cidades? Ou tudo depende de planejamento?, Cidade de Seul, Coreia do Sul. Image © Trey Ratcliff/Flickr-CC. Via The CityFix Brasil
Cidade de Seul, Coreia do Sul. Image © Trey Ratcliff/Flickr-CC. Via The CityFix Brasil

Nas palavras de Jane Jacobs, as cidades são a origem da inovação, diversidade, tolerância e prosperidade. A expansão territorial dos grandes centros urbanos parece refletir todo esse complexo movimento que ocorre para acomodar todas as transformações econômicas e sociais. Quanto, porém, elas podem crescer? Qual o tamanho ideal?

Um recente estudo feito por economistas do National Bureau of Economic Research dos Estados Unidos tenta responder a essas perguntas ao analisar centros norte-americanos. Entre as conclusões, está o fato de que grandes cidades dos Estados Unidos poderiam ter seu tamanho reduzido em até um terço. Mais que isso, o país pode ter atualmente duas vezes mais cidades que o necessário, fazendo com que metade da população americana viva em lugares pequenos demais.

Dez cidades abrem ruas para devolvê-las às pessoas

10:00 - 6 Março, 2017
Dez cidades abrem ruas para devolvê-las às pessoas, © Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
© Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

A chegada e a popularização dos automóveis fizeram com que os espaços onde as pessoas caminhavam fossem segregados e colocados nas bordas das vias. Esses locais foram sendo cada vez mais comprimidos, os tempos para atravessar as ruas tornaram-se cada vez menores, até chegarmos aos dias atuais, de total predominância do automóvel sobre o pedestre. Porém, com o rápido aumento do número de pessoas nas grandes cidades e com os níveis de poluição do ar passando dos limites aceitáveis, essa realidade pode estar chegando ao fim. Aos poucos, importantes metrópoles mundiais como Nova York, Londres e São Paulo colocam em prática a chamada pedestrianização.

A estratégia inicial do Brasil na área de transportes para colocar em prática o Acordo de Paris

10:00 - 13 Fevereiro, 2017
A estratégia inicial do Brasil na área de transportes para colocar em prática o Acordo de Paris, © Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
© Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Atualmente, 190 países já ratificaram o Acordo de Paris, número que representa 98.9% das emissões globais de gases de efeito estufa, conforme dados do WRI CAIT. Isso significa que todos eles já apresentaram suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), documento que comunica internacionalmente as medidas que cada país tomará para lidar com as mudanças climáticas e como se direcionará para um futuro de baixo carbono. Até 2025, o Brasil se propõe a reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 37% em relação aos níveis de 2005. Para isso, muito precisará ser feito na área de energia, especialmente em relação a transportes, o setor de maior consumo de combustíveis fósseis no Brasil e, consequentemente, o principal subsetor energético que mais emite gases de efeito estufa no país.

Bicicleta pode gerar uma economia de 513 bilhões de euros por ano na Europa

10:00 - 7 Fevereiro, 2017
Bicicleta pode gerar uma economia de 513 bilhões de euros por ano na Europa, © Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
© Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Pode ser novidade para alguns, mas a bicicleta é a resposta para muitos problemas de mobilidade urbana das grandes metrópoles até pequenas cidades. Com cada vez menos espaços para acomodar tantos automóveis e com os níveis de poluição ultrapassando os limites legais estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), argumentar em prol de mais infraestrutura para bicicletas parece até óbvio. Porém, para estimular políticas integradas na União Europeia, a Federação Europeia de Ciclistas (ECF) divulgou um novo relatório mostrando que o ciclismo gera 513 bilhões de euros por ano aos 28 Estados-membros.

95% das cidades brasileiras não estão preparadas para desastres ambientais

10:00 - 30 Janeiro, 2017
95% das cidades brasileiras não estão preparadas para desastres ambientais, Registro da cidade de Rolante após fortes chuvas em janeiro de 2017. Image © IASD/Flickr-CC, via The CityFix Brasil
Registro da cidade de Rolante após fortes chuvas em janeiro de 2017. Image © IASD/Flickr-CC, via The CityFix Brasil

Ao fazer uma rápida pesquisa sobre locais em estado de emergência devido a adversidades climáticas é possível encontrar diversas notícias de todas as regiões do o país. Um temporal desabriga 15 mil pessoas, um vendaval derruba ou danifica mais de 30 mil árvores, a estiagem causa dificuldades a milhares de pessoas – 70% do estado do Ceará já decretou situação de emergência. Essas histórias vem de Rolante (RS), Rio Pomba (MG), Taquarana (AL), Ribeira do Pombal (BA), Cumbe (SE), Itapipoca (CE), São Romão (MG), Itueta (MG), Castelo (ES), São Francisco de Paula (RS), entre tantas outras localidades. Pequenos municípios, com nomes não tão conhecidos, mas que concentram metade da população brasileira e se encontram em situação de vulnerabilidade perante as mudanças climáticas.

Rio institucionaliza resiliência e sustentabilidade por meio de órgão municipal

10:00 - 12 Dezembro, 2016
Rio institucionaliza resiliência e sustentabilidade por meio de órgão municipal, © Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
© Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Rio Resiliente recentemente se tornou o epicentro da governança ambiental, sustentabilidade, resiliência e combate às mudanças climáticas na cidade maravilhosa ao ser transformado no Escritório de Sustentabilidade e Resiliência (ESR). O órgão irá operar no Centro de Operações Rio(COR) e significa um caminho formal para a próxima administração coordenar setores e departamentos na implementação de uma política de baixo carbono e de resiliência em todos os níveis da gestão municipal, além de ser o responsável por elaborar o Plano de Sustentabilidade da cidade.

ONU destaca papel do transporte para a sustentabilidade e faz dez recomendações

10:00 - 4 Dezembro, 2016
ONU destaca papel do transporte para a sustentabilidade e faz dez recomendações, © Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
© Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

“Transporte não é uma finalidade em si, mas sim um meio que permite às pessoas acesso a qualquer necessidade: emprego, mercados e bens, interação social, educação e uma série de outros serviços que contribuem para vidas saudáveis e plenas.” Essa é a importância que o transporte detém no contexto urbano e é reconhecida pelas Nações Unidas em seu recém-lançado relatório intitulado “Mobilizando o Transporte Sustentável pelo Desenvolvimento”. O documento tem o objetivo de fornecer orientações sobre o transporte sustentável que os países devem seguir até 2030.

De acordo com o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, o setor de transporte ainda não recebe o reconhecimento adequado em relação à contribuição que tem a dar no combate às mudanças climáticas. Para mudar esse entendimento, a organização reuniu uma comissão de 16 especialistas da área para reunir diretrizes que podem auxiliar no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e do Acordo de Paris.

© Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
© Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Defensor de cidades mais humanas, Jan Gehl provoca em entrevista: “O que você está esperando, Brasil?”

10:00 - 28 Novembro, 2016
Defensor de cidades mais humanas, Jan Gehl provoca em entrevista: “O que você está esperando, Brasil?”, Jan Gehl durante a palestra no Fronteiras do Pensamento . Image © Bruno Felin/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
Jan Gehl durante a palestra no Fronteiras do Pensamento . Image © Bruno Felin/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

É com bom humor que o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl passa suas ideias sobre como construir um futuro melhor para as cidades. Aos 80 anos, Gehl consolidou os 50 anos de estudos e trabalho sendo um arquiteto “diferente”. Ao sair graduado da Academia Real de Belas Artes da Dinamarca, em 1960, ele se sentia preparado para começar a colocar em prática o que tinha aprendido com a base da escola modernista. Foi ao conhecer a esposa, a psicóloga Ingrid Mundt, que tudo mudou. Eles passaram a organizar reuniões semanais com colegas da sociologia, da psicologia e da arquitetura, até que Gehl chegou a uma simples, mas formidável percepção: o planejamento urbano deve ajudar a criar cidades para as pessoas e a escala humana deve ser a prioridade. Mais do que dar atenção à forma, a arquitetura precisa ajudar a criar o melhor habitat para o Homo sapiens.

Alemanha se prepara para um futuro sem carros a combustão

10:00 - 21 Novembro, 2016
Alemanha se prepara para um futuro sem carros a combustão, © harry_nl, via Flickr. Licença CC BY-NC-SA 2.0
© harry_nl, via Flickr. Licença CC BY-NC-SA 2.0

Para aqueles que ainda menosprezam as mudanças climáticas e os impactos que o homem tem gerado no planeta, atitudes enérgicas de grandes países podem emitir um alerta difícil de ignorar. Uma decisão do parlamento alemão pode representar uma mudança de maré para a quantidade de CO2 emitida pelos carros no país.

No mês passado, o Bundestag, o conselho federal dos 16 estados da Alemanha, aprovou uma resolução para banir os carros movidos a gasolina e a diesel até 2030. O país é uma das maiores indústrias automobilísticas do mundo e a maior da Europa. O setor também é um dos mais importantes para o país, tendo 44 milhões de carros registrados em 2013. No entanto, o idealizador da iniciativa é o Vice-Ministro da Economia Rainer Baake. “O fato é que não houve qualquer redução nas emissões de CO2 advindas do transporte desde 1990. Nós não temos ainda a solução para cortar as emissões dos caminhões, mas nós temos respostas para os carros.”