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Mulheres: O mais recente de arquitetura e notícia

Chamada para envio de trabalhos da Revista PIXO 10 - Mulheres e Lugares Urbanos.

A “Revista PIXO nº10 - Mulheres e Lugares Urbanos” quer reunir trabalhos que abordem a temática mulheres e lugares urbanos. Pesquisas com enfoque na relação corpo-mulher-pesquisadora-feminista, suas abordagens teóricas, metodológicas, desafios, rastros, processos e pistas. Enquanto corpo-pesquisadoras e auto proclamadas feministas evocamos essa edição como um respiro de luta e resistência acadêmica, visibilizando trabalhos e gritos que constroem a área de pesquisa sobre mulheres, suas diferentes potências, afetos e performances.

Mulheres grafiteiras ocupam os muros de São Paulo

Quem caminha por São Paulo já se acostumou com muros coloridos espalhados pela capital. Em geral, os grafites que dão cor às ruas da cidade são assinados por homens e, raramente, por mulheres. Este cenário vem mudando nas periferias da capital. Cada vez mais há mulheres que levam arte para as ruas, e unem a rotina da maternidade com o grafite.

7° Encontro Internacional Cidade, Contemporaneidade e Morfologia Urbana

O Encontro Internacional Cidade, Contemporaneidade e Morfologia Urbana (EICCMU) está promovendo a sua 7ª edição, reiterando os atravessamentos das diferentes abordagens acerca do urbanismo, sendo realizado com o apoio da FAPERGS (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul) e PROGRAU (Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo) desde sua primeira edição. Acontece entre os dias 07, 08 e 09 de novembro de 2018, no Centro de Pós-Graduação e Pesquisas em Ciências Humanas, Sociais, Sociais Aplicadas, Artes e Linguagem (CEHUS) da Universidade Federal de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. O evento é organizado pelo PROGRAU, Laboratório de Urbanismo (LabUrb), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAUrb) e Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Mulheres e mobilidade urbana: indicadores para a formulação de políticas urbanas sensíveis ao gênero

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Diversos estudos têm se dedicado a compreender a relação entre gênero e mobilidade urbana. Eles concluem que mulheres  enfrentam desafios maiores para exercer o direito à cidade e acessar as oportunidades oferecidas no espaço urbano. As desigualdades na divisão do trabalho doméstico implicam em maior carga para as mulheres, que acumulam funções como levar e buscar as crianças na escola, o cuidado com membros idosos e doentes da família, a ida às compras entre outras atividades, o que determina em grande parte um padrão de deslocamento consolidado por viagens em sequência, para múltiplos destinos e com uso preponderante do transporte público e da caminhada.

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Arquitetura na periferia: ajude a capacitar mulheres em serviços de construção

O déficit de moradia sempre foi um pesadelo para as famílias de baixa renda. No Brasil golpeado a questão se agrava e gera muito sofrimento, principalmente, para mulheres e crianças.

Para fugir da asfixia do aluguel, a busca por um teto finca na terra bruta das periferias a estaca do sonho da casa.

Estudantes brasileiras recebem menção honrosa em concurso internacional com proposta de empoderamento feminino

O resultado do concurso "Human Trafficking - Tenancingo Square Mediascape" foi promovido pela plataforma online internacional "arch out loud" foi divulgado recentemente. O objeto era uma importante praça em Tenancingo, México, cidade que sofre muito com o tráfigo humano e, principalmente, de mulheres. A equipe, composta por Djuly Duarte Valdo, Letícia Sitta, Marina Nallin Violin, Raissa Gattera e Thais de Freitas, da PUC-Campinas, recebeu a menção honrosa com a proposta “Giving light to the problem. Provide voice to the unseen”.

Conheça o projeto e o memorial a seguir:

Por que é urgente falarmos de mobilidade e gênero

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Dentre tantos temas urgentes no debate sobre gênero, há uma questão que merece destaque: a mobilidade das mulheres.

Caso você nunca tenha pensado sobre isso, pode parecer que a mobilidade urbana e seus condicionamentos relacionam-se a padrões de deslocamento que variam apenas de acordo com a territorialidade e a oferta de sistemas de transporte. Mas a verdade é que o acesso à cidade – a forma como navegamos no território – não é neutro quanto ao gênero.

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São Paulo publica estudo sobre mobilidade das mulheres na cidade

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU) acaba de lançar uma publicação sobre a mobilidade urbana das mulheres em São Paulo.

O estudo, feito a partir de uma pesquisa realizada pela Companhia do Metropolitano de São Paulo, mostra que as mulheres utilizam o transporte público coletivo com mais intensidade e andam mais a pé do que os homens. A utilização desses dois tipos de modais representa 74,6% dos deslocamentos feitos pelas mulheres, contra 62,5% dos homens.

O estudo aponta ainda que as mulheres mais pobres são as que mais utilizam esses transportes. Em uma família com ganhos mensais menores que R$ 1.244, 50% das viagens são feitas caminhando e 28% de ônibus.

Mulheres e Arquitetura Moderna: II Seminário de Pesquisa do NEG

Aproveitando o mês de março e o dia internacional da mulher, o Núcleo de Estudos em Espaço e Gênero (NEG) convida a todos e todas a participarem do evento "Mulheres e Arquitetura Moderna: II Seminário de Pesquisa do NEG", que acontecerá no dia 11 de março, das 9h às 12h, no Auditório Evaldo Coutinho do Centro de Artes e Comunicação (CAC), na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Mulheres de bicicleta: A situação na América Latina

No IV Forum Mundial da Bicicleta realizado em Medellín, O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) apresentou o estudo "Ciclo-inclusão na América Latina e Caribe: Guia para impulsionar o uso da bicicleta", que, através da apresentação de dados sobre o ciclismo urbano em 38 cidades do continente, busca fomentar uma política "ciclo-inclusiva" em cada cidade.

Entre os dados coletados está, por exemplo, a quantidade de viagens diárias realizadas nas duas cidades que mais usam a bicicleta na América Latina: Bogotá, com 611.472 percursos, e Santiago, com 510.569.