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Isis: O mais recente de arquitetura e notícia

Réplica de arco sírio destruído pelo ISIS é construída a partir de modelo 3D

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Um ano após a antiga cidade síria de Palmyra se destruída pelo Estado Islâmico, uma réplica feita a partir de impressão 3D de uma das estruturas mais icônicas da cidade começou sua volta ao mundo. Originalmente construída na praça Trafalgar em Londres, no mês de abril, a réplica do Arco do Triunfo de Palmyra chegou agora à Nova Iorque.

Modelo 3D mostra os danos causados pelo ISIS ao Templo de Bel em Palmyra

Em agosto do ano passado, muitos preciosos monumentos da antiga cidade de Palmyra foram danificados ou completamente destruídos pelas forças do ISIS em uma violenta tentativa de mandar uma mensagem ao resto do mundo. A questão debatida agora pela comunidade de preservação do patrimônio é como reconstruir e preservar estes edifícios e monumentos. O processo exige, evidentemente, um reconhecimento completo dos danos causados.

Logo após Palmyra ter sido retomada da ocupação do ISIS, a Iconem, uma companhia francesa especializada na digitalização de sítios arqueológicos, chegou a Palmyra para liderar a pesquisa. Em parceria com a DGAM (Direction Générale des Antiquités et des Musées) da Síria, a Iconem recebeu acesso ao cidade para analisar a extensão dos danos causados aos templos de Bel e Baalshamin, ao Arco Monumental, ao Vale das Tumbas e ao museu - todos sítios do mais elevado valor cultural e, portanto, grandes alvos da violência do ISIS.

Templo de Bel em Palmyra antes da ocupação do ISIS. Imagem © Flickr User Alessandra Kocman, CC BY-NC-ND 2.0 Templo de Bel em Palmyra antes da ocupação do ISIS. Imagem © Flickr User Jiří Suchomel, CC BY-NC-ND 2.0 Templo de Bel em Palmyra antes da ocupação do ISIS. Imagem © Flickr User Alessandra Kocman, CC BY-NC-ND 2.0 Templo de Bel em Palmyra antes da ocupação do ISIS. Imagem © Flickr User Jiří Suchomel, CC BY-NC-ND 2.0 + 6

UNESCO e Itália criam "capacetes azuis culturais" para proteger patrimônio mundial

A Itália e a UNESCO firmaram no dia 16 de fevereiro deste ano, em Roma, um acordo para criar uma força especial italiana e um centro em Turim para treinar especialistas na proteção do patrimônio em áreas marcadas por conflitos armados ao redor do mundo. O acordo foi proposto a partir de uma emenda sugerida pela Itália à UNESCO em outubro do ano passado, que contou com o apoio de 53 países e o Conselho de Segurança da ONU.

Idealizado como um desdobramento cultural dos Capacetes Azuis - as forças pacificadoras da ONU - este contingente será composto, inicialmente, por 30 investigadores policiais especializados em casos de roubo de obras de arte e também por 30 arqueólogos, restauradores e historiadores de arte que "já estão preparados para ir onde a UNESCO os enviar", se acordo com o Ministro da Cultura da Itália, Dario Franceschini.