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Drawing: O mais recente de arquitetura e notícia

Cybertopia: O futuro digital do espaço analógico da arquitetura

"O cyber-espaço, repleto de bugs e falhas - os componentes do habitat natural - formará um localização completamente nova e previamente desconhecida quando lançado em uma cidade real - Cybertopia" diz Egor Orlov, estudante do Strelka Institute em Moscou. Segundo Orlov, o mundo físico está à beira de uma grande descoberta que revolucionará o modo como arquitetos concebem o espaço - fazendo a ponte entre o analógico e o digital.

Cybertopia - concebido enquanto Orlov era estudante da Kazan State University of Architecture and Engineering sob a orientação de Akhtiamov I.I. e Akhtiamova R.H.e nomeado para o Archprix Madrid 2015 - existe como outra dimensão para Orlov, onde os contos de fada se tornam realidade e a ciência está em harmonia com a engenharia e o projeto arquitetônico. Future of an Architecture Space. Cybertopia. Death of Analogous Cities mergulha em um mundo de fantasia onde a "possibilidade de voar ou andar de um planeta para outro se torna uma realidade ilustrada através de uma combinação de técnicas baseadas no desenho e em uma fértil imaginação.

Entre no mundo tecno-analógico de Cybertopia, a seguir.

© Egor Orlov 6. Habitação na cidade do futuro. Corte programático. Imagem © Egor Orlov 10. Modelo da cidade do futuro. Imagem © Egor Orlov 29. Cartão postal do futuro. Imagem © Egor Orlov + 42

Obras de arquitetos leiloadas para levantar fundos para os Maggie's Centres

Para seu Leilão Anual de Natal, a Anise Gallery de Londres está planejando angariar fundos para os Maggie's, a instituição tratamento contra o câncer que já convidou importantes arquitetos, como Frank Gehry, Zaha Hadid, OMA, Richard Rogers e Snøhetta, a projetarem seus edifícios. O leilão da Anise Gallery contará com obras tanto de artistas como de arquitetos, quatro dos quais já contribuíram com os Maggie's Centres: Ted Cullinan, Chris Wilkinson do Wilkinson Eyre, e Piers Gough do CZWG, responsáveis pelo centros de Newcastle, Oxford, e Nottingham, respectivamente.

O leilão também conta com obras de Alison Brooks, Peter Murray, Jack Pringle, Christophe Egret, Rab Bennetts Je Ahn e Stuart Piercy, além de trabalhos de artistas como Ben Johnson, Norman Ackroyd e Jeanette Barnes.

Untitled por Christophe Egret. Cortesia de Maggie's "Cranes at Blackfriars" by Jeanette Barnes. Cortesia de Maggie's Untitled por Kyle Henderson. Cortesia de Maggie's "Borough Market November 14" por Nick Hirst. Cortesia de Maggie's + 18

"Tool Belt", o cinto de utilidades da Moleskine

Cortesia de Moleskine
Cortesia de Moleskine

Os cadernos Moleskine vão tão bem com arquitetos e designers que parecem ter sido concedidos para esses profissionais. Com o passar dos anos, esses indivíduos criativos "hackearam" e personalizaram o design simples dos Moleskines, transformando o caderno em carteiras, chaveiros, porta-canetas, e outros utensílios. Em resposta a essa tendência, a Moleskine recentemente lançou sua própria versão dessas adaptações, o Moleskine Tool Belt.

Esse cinto de utilidades é uma espécie dispositivo a ser acoplado à capa do caderno. Ele contém diversos compartimentos para guardar canetas, aparelhos celulares, cartões de apresentação, óculos, entre outras coisas.

O artista Mark Lascelles Thornton fala sobre sua obra "The Happiness Machine"

Há pouco mais de ano, publicamos uma ilustração em andamento que fisgou nossa atenção e imaginação pela combinação de sua enorme escala e seu detalhamento meticuloso. Agora, "The Happiness Machine," um desenho de 2,44m x 1,52m, de Mark Lascelles Thornton, está completo, após três anos e mais de 10 mil horas de trabalho árduo.

Lascelles Thornton, um artista autodidata que mora em Londres, que descreve a si mesmo como "uma daquelas crianças que estava desenhando antes mesmo de caminhar", concebeu a obra como resposta pessoal à crise financeira global, focando em temas socioeconômicos como consumismo, globalização, escassez de recursos, urbanismo e arquitetura. Nós conversamos com Lascelles Thornton sobre sua obra, discutindo os temas da peça e o compromisso - ou, como ele descreve, "engenharia emocional" - necessária para esta empreitada colossal.

Leia a entrevista completa e veja algumas imagens detalhadas do trabalho, a seguir.

© Mark Lascelles Thornton © Mark Lascelles Thornton © Mark Lascelles Thornton © Mark Lascelles Thornton + 21

Le Corbusier, Antoine de Saint-Exupéry, e seus voos de fantasia

(Left) Antoine de Saint-Exupéry in Alghero, Sardinia, May 1944, (Right) Le Corbusier leaning against his Plan Voisin. Image © (Left) The John and Annamaria Phillips Foundation, (Right) Fondation Le Corbusier
(Left) Antoine de Saint-Exupéry in Alghero, Sardinia, May 1944, (Right) Le Corbusier leaning against his Plan Voisin. Image © (Left) The John and Annamaria Phillips Foundation, (Right) Fondation Le Corbusier

Este artigo, escrito por Avinash Rajagopal, que foi originalmente publicado na revista Metropolis Magazine como 'The Little Prince' and Le Corbusier investiga a ligação entre Le Corbusier e Antoine de Saint-Exupéry, escritor do célebre "O Pequeno Príncipe".

Em 22 de outubro de 1929, um arquiteto francês embarcou no voo inaugural da companhia Aeroposta Argentina, um serviço aéreo pioneiro que voava de Buenos Aires para Assunção, guiado por um copiloto francês. O ato de voar iria influenciar profundamente a produção criativa de ambos, o passageiro e o piloto.

O primeiro era, evidentemente, Le Corbusier. O segundo era Antoine de Saint-Exupéry, posteriormente famoso por ter sido o criador O Pequeno Príncipe (1943), a conhecida história da criança viajante interplanetária, amante de raposas e rosas do espaço.

Leia a seguir para saber mais sobre o par.