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Dissing + Weitling Architecture: O mais recente de arquitetura e notícia

Frida Escobedo entre os ganhadores da Bolsa Internacional RIBA 2019

O Instituto Real de Arquitetos Britânicos (RIBA) divulgou os sete selecionados para as Bolsas Internacionais 2019 no dia 1° de novembro. Uma honra que permite aos destinatários usar as inicias Int FRIBA depois do seu nome, que reconhece as contribuições que arquitetos de todo o mundo fizeram para esta profissão. Anteriormente outorgada a arquitetos como Jeanne Gang e Phillip Cox, a bolsa anual enfatiza não somente o impacto do trabalho dos arquitetos em seus respectivos países, mas também sua influência global.

O comitê do juri, composto por Ben Derbyshire, presidente do RIBA; Lady Patty Hopkins, medalha de ouro do RIBA em 1994; Bob Shiel, professor da Bartlett School of Architecture; Wasfi Kani, membro honorário de 2018; e Pat Woodward, de Matthew Lloyd Architects, foi o encarregado de selecionar os bolsistas 2019. As bolsas iniciarão em Londres em fevereiro de 2019.

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Vídeo: The Bicycle Snake / Dissing+Weitling

O Louisiana Channel visitou recentemente uma das cidades mais abertas ao ciclismo urbano para conhecer o novo "marco arquitetônico de Copenhague", o projeto "The Bicycle Snake", do escritório Dissing+Weitling Architecture. "Surpreendentemente delgada" e ostentando uma única pista de cor alaranjada, a Bicycle Snake é uma ponte de 230 metros de comprimento dedicada exclusivamente aos ciclistas. A passarela busca "não ser mais do que realmente é" - diferentemente de muitos outros ícones arquitetônicos -, conectando os ciclistas a duas importantes regiões da cidade por um caminho que se eleva sete metros acima do solo.

Como projetar ciclovias elevadas que realmente funcionem?

Não há dúvida sobre isso - ciclismo urbano é uma boa ideia nos dias de hoje. Mas, ao passo que ciclovias e sistemas de compartilhamento de bicicletas são adequados às nossas cidades, a revolução do ciclismo ainda não nos trouxe muitos exemplos de belas estruturas para nos maravilharmos. Esse artigo, publicado originalmente em The Dirt como "Do Elevated Cycletracks Solve Problems or Just Create More?", discute dois exemplos aparentemente similares de infraestruturas cicloviárias sofisticadas, examinando porque uma delas é um sucesso enquanto a outra um fracasso.

Este ano, dois projetos - um proposto e outro construído - de ciclovias elevadas que criam percursos acima do nível da rua receberam considerável atenção da mídia. Esses projetos destacam importantes questões de planejamento urbano: A cidade deve misturar ou segregar as opções de transporte? Como a cidade pode melhor mitigar os riscos inerentes do contato entre carros, bicicletas, transporte coletivo e pedestres? Como as cidades podem criar redes de transporte de baixo custo em núcleos urbanos cada vez mais densos?