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Construção Verde: O mais recente de arquitetura e notícia

As diversas escalas de "verde" no urbanismo chinês

O confinamento forçado, resultado da política de isolamento da pandemia global de COVID-19, fez com que todos passassem um bom tempo olhando pela janela. Às vezes, quando estamos exaustos com o trabalho e a vida cotidiana, desejamos apenas uma fuga rápida para oceanos e florestas, em algum lugar perto da natureza.

Floresta Urbana, o jardim vertical mais denso do mundo será construído na Austrália

Floresta Urbana, uma torre residencial de uso misto de trinta pavimentos, é o mais recente projeto desenvolvido pelo escritório Koichi Takada Architects. Localizado na região sul de Brisbane, Austrália, o edifício apresenta um dos mais densos jardins verticais já vistos no mundo todo, indo muito além daquilo que se considera um edifício sustentável, com “300% de cobertura vegetal viva, mais de 1.000 árvores e 20.000 arbustos de 259 espécies nativas diferentes”. Concebido para promover a biodiversidade local e minimizar a pegada de carbono do edifício, esta monumental estrutura pretende se tornar um marco para a arquitetura, elevando o projeto de jardins verticais a outro patamar.

© Binyan Studios cortesia de Koichi Takada Architects© Binyan Studios cortesia de Koichi Takada Architects© Binyan Studios cortesia de Koichi Takada Architects© Binyan Studios cortesia de Koichi Takada Architects+ 9

Aeroporto Internacional de Ruanda estabelece novo recorde de sustentabilidade e eficiência

Maior projeto público de Ruanda, o Aeroporto Internacional de Bugesera está prestes a se tornar o primeiro edifício verde certificado na região. Altamente eficiência em termos energéticos, a ponto de ser independente da rede pública de fornecimento, o projeto contará com um terminal de passageiros de 30 mil metros quadrados, 22 balcões de check-in, dez portões e seis pontes de embarque. Financiado por uma parceria público-privada, o projeto tem custo estimado em US$ 414 milhões.

Edifícios cobertos com árvores são realmente tão ecológicos como pretendem ser?

Estariam os edifícios cobertos de vegetação realmente alinhados com os princípios de ecologia e sustentabilidade, ou são apenas marketing? Esta é a questão levantada por Kurt Kohlstedt em seu ensaio Renderings vs. Reality: The Improbable Rise of Tree-Covered Skyscrapers, publicado pela 99% Invisible. O autor aponta que projetos que fazem uso de vegetação estão em alta por uma infinidade de razões - a aparência de sustentabilidade, melhor qualidade do ar e das vistas, atrair mais investimentos etc. - mas também nota que a maior parte desses conceitos nunca sairão do papel ou da virtualidade. Para tantos motivos pelos quais estes edifícios se tornaram populares, há tantos argumentos que sugerem que eles não podem ser construídos, incluindo obstáculos técnicos de construção, sistema de irrigação muito complexos e a própria adaptação das árvores ao ambiente.

Finalistas criam nova geração de materiais construtivos sustentáveis

Em uma tentativa de melhor definir o que realmente significa ser verde, o Instituto Cradle to Cradle Products Innovation, em parceria com Make it Right, selecionou produtos de dez companhias finalistas do Product Innovation Challenge. 144 inscrições foram analisadas por toxicologistas e profissionais da construção, propostas que variavam de isolamento a partir do crescimento de fungos a coberturas feitas de restos de pedra calcária e plástico reciclável. Os dez finalistas representam os valores compartilhados da sustentabilidade aplicada e do empreendedorismo, criando "um produto construtivo que é seguro, saudável, a preços acessíveis,efetivo e concebido para retornar de forma segura à natureza ou à indústria após sua utilização."

Três vencedores serão anunciados no dia 15 de novembro de 2013, no Institute's Innovation Celebration, em Nova Iorque, ocasião em que receberão um prêmio de U$250 mil: U$125 mil para o primeiro colocado, U$75 mil para o segundo e U$50 mil para o terceiro. Os membros do juri, que incluem executivos da Google, do US Green Building Council e da Schmidt Family Foundation, julgarão cada produto baseados em cinco categorias: "saúde" do material, reutilização material, gestão de água, energias renováveis e equilíbrio social.

Os 10 finalistas são...