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Cidade Digital: O mais recente de arquitetura e notícia

Por que todo designer e arquiteto pode se beneficiar da economia criativa no metaverso

A Nike adquiriu recentemente o RTFKT, um estúdio de design fundado em janeiro de 2020, conhecido por seus sneakers e colecionáveis "prontos para o metaverso". Aquisições de terrenos no metaverso estão fazendo manchetes com seus preços multimilionários. Também vimos a adoção de artes NFT pelo mainstream neste ano, e estima-se que as vendas devam disparar para 17,7 bilhões de dólares até o final de 2021.

Por baixo da hype e do frenesi, podemos observar uma mudança fundamental que desbloqueia uma nova economia criativa. Ela oferece aos criadores acesso direto ao mercado, constrói relações contínuas com os fãs, e une desconhecidos em comunidades auto-governadas. Neste artigo, vamos discutir porque todo designer 3D e arquiteto deveria abraçar o movimento Web 3.0 para adotar uma nova lógica de mercado e se beneficiar da economia de criadores do metaverso. 

Cortesia de Zaha Hadid Architects e JOURNEECortesia de NikeCortesia deRon Herron (Archigram), Walking Cities, 1964Cortesia de Annibale Siconolfi+ 10

Arquitetura do metaverso: o que é, quem construirá e por que é importante?

Você deve ter ouvido que Mark Zuckerberg quer que o Facebook se torne uma Metaverse Company, e que no início deste ano a Epic Games, empresa que desenvolve a Unreal Engine, anunciou ter concluído uma rodada de financiamento de US$1 bilhão para apoiar o plano de longo prazo para o metaverso. Metaverso é, definitivamente, a palavra da moda mais quente no mundo da tecnologia atualmente. Neste artigo, discutiremos brevemente o que é o metaverso, quem o construirá e, mais importante, por que ele é importante para os arquitetos e como os designers podem desempenhar um papel significativo na economia digital que está por vir?

Cortesia de Mars HouseCortesia de Refik Anadol installationCortesia de User interface of City EngineCortesia de Townscraper, desenvolvido por Oskar Stålberg+ 10

Reparametrize Studio prevê o futuro da cidade inteligente do pós-guerra

O Reparametrize Studio revelou sua pesquisa em andamento “Re-Coding Post-War Syria”, um projeto que se concentra em analisar o tecido danificado das cidades do pós-guerra por meio de tecnologias de digitalização em 3D. Tomando uma rua na cidade de Zamalka, em Damasco, na Síria, como um estudo de caso, a investigação pode distinguir as áreas que precisam de reconstrução das áreas em condições úteis.

© Reparametrize Studio© Reparametrize Studio© Reparametrize Studio© Reparametrize Studio+ 14

Centro de conferências de Zaha Hadid Architects em Unicorn Island está prestes a ser concluído

O centro de exposições e conferências Start-Up, primeiro edifício do masterplan Unicorn Island, em Chengdu, China, está prestes a ser concluído. Desenvolvido por Zaha Hadid Architects, o masterplan de 67 hectares oferecerá ambientes de lazer e trabalho para empresas chinesas e internacionais.

© MIR© MIR© MIR© MIR+ 7

Rem Koolhaas sobre identidade, conformismo e cidades digitais

Na medida em que cresce a influência de políticas baseadas em identidade, faz cada vez mais sentido examinar o efeito que ela têm na maneira como pensamos e projetamos nossas cidades. Em uma recente entrevista ao Washington Post, Rem Koolhaas discute essas mudanças - e como elas marcam uma evolução do conceito de cidade genérica introduzido por ele no livro S, M, L, XL.

Infoviabilizando as primeiras cidades digitais do Brasil

Por Bruno Ávila

Além de ser uma estância hidromineral, a cidade de Águas de São Pedro – SP com pouco mais de 3 mil habitantes tem algo de diferente de outras localidades do interior. Pela internet e aplicativos de celular, é possível saber de antemão as vagas de estacionamentos disponíveis no centro da cidade e marcar consultas médicas. Estudantes da rede pública de ensino podem acessar materiais escolares e fazer exercícios usando tablets. Pais recebem notas dos alunos por mensagem em seus celulares. Os postes da cidade possuem sensores de presença e reduzem a luminosidade quando não há trânsito de pessoas, o que reduz o consumo de energia elétrica.