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Adtopic Public: O mais recente de arquitetura e notícia

Meganom propõe investir nas periferias para melhorar a qualidade da vida urbana

15:00 - 1 Maio, 2019
Meganom propõe investir nas periferias para melhorar a qualidade da vida urbana, Depois. Imagem © Dvorulitsa
Depois. Imagem © Dvorulitsa

Superpark. Imagem © Meganom Depois. Imagem © Dvorulitsa Depois. Imagem © Dvorulitsa © Dvorulitsa + 16

Enquanto as grandes cidades se esforçam para recuperar e revitalizar áreas urbanas centrais, zonas periféricas geralmente são ignoradas ou esquecidas. Geralmente, e com pouquíssimas exceções, o centro de uma cidade é onde se encontra a maioria das infra-esturturas urbanas, serviços públicos e principalmente, uma maior acessibilidade aos sistemas de transporte público. Em si só, isso é um motivo bom o suficiente para que uma cidade se esforce em manter a qualidade e a vitalidade de suas áreas centrais. Entretanto, isso também significa que políticas públicas voltadas tão somente para áreas centrais e que, por outro lado, negligenciam áreas periféricas - historicamente pobres e carentes em infra-estrutra urbana -, penalizam duplamente as zonas mais afastadas e principalmente, a população que ali vive. Com isso em mente, o escritório russo de arquitetura Meganom desenvolveu um projeto chamado de "Dvorulitsa", o que significa literalmente "rua -jardim". Dvorulitsa é um projeto de desenvolvimento urbano que pretende contribuir com a recuperação de áreas periféricas de Moscou. A ideia é um desdobramento de um antigo projeto do estúdio fundado por Yury Grigoryan e Iliya Kouleshov. Desenvolvido em 2013, "Archaeology of the Periphery," foi um projeto de recuperação de um antigo estaleiro que apresentava o conceito de "super parque", uma alternativa para a transformação da periferia das cidades pós-soviéticas.

Por um meio ambiente mais arRUAdor

07:00 - 24 Abril, 2019
Por um meio ambiente mais arRUAdor, A cidade na construção do meio ambiente: “Um lugar para estranhos" ou um lugar que só deixa de ser neutro e abstrato quando pintado por cada um de nós? Imagem de Paulo Pacheco
A cidade na construção do meio ambiente: “Um lugar para estranhos" ou um lugar que só deixa de ser neutro e abstrato quando pintado por cada um de nós? Imagem de Paulo Pacheco

Porventura não haverá conceito tão mais genérico e abrangente quanto impessoal e difícil de consensualizar como o meio ambiente (fixando a atenção na própria definição de meio ambiente da Conferência das Nações Unidas – o meio ambiente é o conjunto de componentes físicas, químicas, biológicas e sociais capazes de causar efeitos diretos e indiretos, em prazo curto ou longo, sobre os seres vivos e as atividades humanas – e descobrimos, de imediato, que a pacificação de um suporte conceitual comum e assertivo é difícil de atingir e de generalizar o seu reconhecimento…)

Abril no ArchDaily - Público

13:00 - 19 Abril, 2019
Abril no ArchDaily - Público

Na Grécia Antiga, a Polis se referia à cidade e seus cidadãos, onde um não pode existir sem o outro. É nesse cruzamento que a arquitetura pública tem a oportunidade de ajudar a construir os ideais da sociedade: um espaço onde os indivíduos se reúnem, se relacionam e se tornam cidadãos.

Como avaliar a qualidade de um espaço público?

19:00 - 16 Abril, 2019
Como avaliar a qualidade de um espaço público?, A crowd of locals watch a movie at Discovery Green, Houston, TX, USA. Image Courtesy of PPS
A crowd of locals watch a movie at Discovery Green, Houston, TX, USA. Image Courtesy of PPS

Este artigo foi originalmente publicado no Project for Public Spaces com o título "What makes a successful place?" e aponta algumas diretrizes a se considerar quando se projeta um espaço público: sociabilidade, usos e atividades, acessos e conexões, e conforto e imagem.

Espaços públicos são a alma de uma cidade, lugares onde as pessoas se encontam e convivem, são espaços onde celebramos a vida e as nossas diferenças. Praças, parques, ruas e largos. Avenidas, bulevares e calçadões. Espaços democráticos e sociais, pontos de conexão entre as pessoas e os edifícios que constroem uma cidade. Espaços públicos se esparramam para dentro de nossas escolas, bibliotecas e museus, atravessam edifícios e pontes conectando as pessoas e a paisagem. Mas quais são as principais características de um bom espaço público?

"Espaços públicos contemporâneos são projetados sem vida, gênero ou desejo sexual". Entrevista com Nikos Salingaros

19:00 - 9 Abril, 2019
"Espaços públicos contemporâneos são projetados sem vida, gênero ou desejo sexual". Entrevista com Nikos Salingaros, © Diego Hernández
© Diego Hernández

No âmbito do projeto de pesquisa Espacios Oscuros, focado em observar e analisar a experiência da diversidade sexual nos espaços públicos da cidade de Santiago do Chile, os arquitetos María González e José Tomás Franco conversaram com Nikos Salingaros, matemático e pensador conhecido por seu foco teórico alternativo para a arquitetura e o urbanismo, que promove o desenho centrado nas necessidades e aspirações humanas, combinando a análise científica com uma experiência intuitiva profunda.

Nossas cidades são, em sua maioria, hostis às sensibilidades de seus cidadãos. (...) Quase tudo foi alienado, padronizado, esvaziado. Então, como encontrar-se com pessoas diferentes, e como esperar uma mistura entre pessoas estranhas? 

Nesta entrevista, Salingaros não só questiona a maneira como os arquitetos estão desenhando os espaços privados e públicos de nossas cidades, ignorando -quiçá inconscientemente- ao ser humano em sua diversidade, mas também sugere o surgimento de uma série de espaços comunitários privados que estariam suprindo as necessidades de expressão e apropriação de todos os habitantes da cidade.

Elementos chave de Paisagismo: planos, clareiras e disposição de árvores

12:00 - 23 Fevereiro, 2018
Elementos chave de Paisagismo: planos, clareiras e disposição de árvores, © Matheus Pereira
© Matheus Pereira

Assim como os elementos arquitetônicos que compõe e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel”. [1]

De maneira prática, faremos alguns posts mostrando a conceituação e utilização dos componentes vegetais – árvores, arbustos, grama e forrações nos espaços livres. Neste artigo abordaremos os planos, maciços vegetais e a disposição de árvores.