Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel

Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel

© Roland Halbe© Clément Guillaume© Roland Halbe© Philippe Ruault+ 21

  • Arquitetos Colaboradores:Frédéric Boilevin, Michel Calzada, Cyril Desroche, Sylvie Erard, Edwin Herkens, Gerd Kaiser, Roland Pellerin, Hafid Rakem, Pierre Truong, Jalil Amor, Gian Luca Ferrarini, Laure Frachet, Nick Gilliland, Karine Jeannot, Freddy Laun, Jeremy Lebarillec, Philippe Monteil, Eric Pannetier, Florence Rabiet, Sophie Redele, Erwan Saliva, Andrès Souza Blanès y Cortès
  • Museografia:Reza Azard, Frédéric Casanova, Mia Hagg, Eric Nespoulous, Matthias Raash, Jérémy LeBarillec
  • Design E Layout:François Xavier Bourgeois, Jérémy Lebarillec, Marie Najdovski, Bertrand Voiron, Aurélien Barbry, Frédéric Imbert, Sabrina Letourneur, Eric Nespoulous
  • Iluminação:Odile Soudant
  • Paisagismo:Emma Blanc
  • Gráficos E Colorimetria:Natalie Saccu de Franchi
  • Maquetes:Jean Louis Courtois, Etienne Follenfant
  • Computação Gráfica Para Concurso:Artefactory
  • Gerentes De Obras:Didier Brault, Pierre Crochelet René Bencini, Guillaume Besançon, Julien Coeurdevey, Ghazal Sharifi, Marcin Woychechovski
  • Economista:Pierre Crochelet
  • Secretários:Cathy Jedonne, Anastasia Kaneva, Catherine Kapzak, Sabrina Kettani.
  • Segurança Contra Incêndios:OTH
  • Fluidos (Ar Condicionado, Ventilação, Aquecimento, Eletricidade, Encanamento, Elevadores):OTH
  • Consultoria Fachadas:Arcora
  • Acabamentos E Conexões:GEC Ingénierie
  • Iluminação Museográfica:Observatoire N°1
  • Acústica:Avel Acoustique
  • Cenografia:Duck’s
  • Segurança:Casso & Cie
  • Consultoria Artística:Alain Bony & Henri Labiole
  • Sinalização:Autobus Impérial e Hiroshi Maeda
  • Cidade:Paris
  • País:França
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© Roland Halbe
© Roland Halbe

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto trata-se de um museu construído em torno de uma coleção específica, onde tudo é feito para evocar uma resposta emocional ao objeto primário, protegê-lo da luz, mas também capturar aquele raro raio de luz indispensável para fazê-lo vibrar e despertar sua espiritualidade. Em um lugar habitado por símbolos de florestas e rios, por obsessões de morte e esquecimento, ele se torna um asilo para obras censuradas e arrematadas da Austrália e das Américas. É um lugar carregado e assombrado por diálogos entre os espíritos ancestrais dos homens que, ao descobrirem sua condição humana, inventaram deuses e crenças. É um lugar único e estranho, poético e inquietante.

© Clément Guillaume
© Clément Guillaume

Sua arquitetura deve desafiar nossas atuais expressões criativas ocidentais com estruturas, sistemas mecânicos, paredes cortina, escadas de emergência, parapeitos, forros, projetores, parapeitos, mostruários. Se suas funções devem ser mantidas, elas devem desaparecer de nossa visão e de nossa consciência, desaparecer diante dos objetos sagrados para que possamos entrar em comunhão com eles. Isto é, claro, fácil de dizer, mas difícil de materializar...

© Philippe Ruault
© Philippe Ruault
Planta - Nível 1
Planta - Nível 1
© Philippe Ruault
© Philippe Ruault

A arquitetura resultante tem um caráter inesperado. É um objeto arcaico? Uma regressão? Não, muito pelo contrário pois, para obter este resultado, são utilizadas as técnicas mais avançadas: as janelas são muito grandes e muito transparentes, e muitas vezes impressas com fotografias enormes; altos pilares colocados aleatoriamente poderiam ser confundidos com árvores ou totens; os filtros solares de madeira suportam células fotovoltaicas. Os meios não são importantes - são os resultados que contam: o sólido parece desaparecer, dando a impressão de que o museu é um simples abrigo sem fachada no meio de um bosque. Quando a desmaterialização encontra a expressão de sinais, ela se torna seletiva; aqui a ilusão embala a obra de arte.

© Roland Halbe
© Roland Halbe

Tudo o que resta é inventar a poesia do local por uma discrepância suave: um jardim parisiense se torna um espaço sagrado, com um museu se dissolvendo em suas profundezas.

© Philippe Ruault
© Philippe Ruault

Galeria do Projeto

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Localização do Projeto

Endereço:Quai Branly, 37 Quai Branly, 75007 Paris, França

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: "Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel" [Musee du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel] 14 Abr 2019. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/915007/museu-du-quai-branly-ateliers-jean-nouvel> ISSN 0719-8906

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