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Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel

  • 20:00 - 14 Abril, 2019
  • Curadoria de Martita Vial della Maggiora
  • Traduzido por Camilla Sbeghen
Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel
Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel, © Clément Guillaume
© Clément Guillaume

© Roland Halbe © Clément Guillaume © Roland Halbe © Philippe Ruault + 21

  • Arquitetos

  • Localização

    Quai Branly, 37 Quai Branly, 75007 Paris, França
  • Fase de Competição

    Françoise Raynaud
  • Fase de Estudos

    Françoise Raynaud & Didier Brault
  • Fase de Implantação

    Isabelle Guillauic & Didier Brault
  • Área

    76500.0 m2
  • Ano do projeto

    2006
  • Fotografias

  • Arquitetos Colaboradores

    Frédéric Boilevin, Michel Calzada, Cyril Desroche, Sylvie Erard, Edwin Herkens, Gerd Kaiser, Roland Pellerin, Hafid Rakem, Pierre Truong, Jalil Amor, Gian Luca Ferrarini, Laure Frachet, Nick Gilliland, Karine Jeannot, Freddy Laun, Jeremy Lebarillec, Philippe Monteil, Eric Pannetier, Florence Rabiet, Sophie Redele, Erwan Saliva, Andrès Souza Blanès y Cortès
  • Museografia

    Reza Azard, Frédéric Casanova, Mia Hagg, Eric Nespoulous, Matthias Raash, Jérémy LeBarillec
  • Design e Layout

    François Xavier Bourgeois, Jérémy Lebarillec, Marie Najdovski, Bertrand Voiron, Aurélien Barbry, Frédéric Imbert, Sabrina Letourneur, Eric Nespoulous
  • Iluminação

    Odile Soudant
  • Paisagismo

    Emma Blanc
  • Gráficos e Colorimetria

    Natalie Saccu de Franchi
  • Maquetes

    Jean Louis Courtois, Etienne Follenfant
  • Computação Gráfica para Concurso

    Artefactory
  • Gerentes de Obras

    Didier Brault, Pierre Crochelet René Bencini, Guillaume Besançon, Julien Coeurdevey, Ghazal Sharifi, Marcin Woychechovski
  • Economista

    Pierre Crochelet
  • Secretários

    Cathy Jedonne, Anastasia Kaneva, Catherine Kapzak, Sabrina Kettani.
  • Segurança contra incêndios

    OTH
  • Fluidos (ar condicionado, ventilação, aquecimento, eletricidade, encanamento, elevadores)

    OTH
  • Consultoria fachadas

    Arcora
  • Acabamentos e Conexões

    GEC Ingénierie
  • Iluminação museográfica

    Observatoire N°1
  • Acústica

    Avel Acoustique
  • Cenografia

    Duck’s
  • Segurança

    Casso & Cie
  • Consultoria Artística

    Alain Bony & Henri Labiole
  • Sinalização

    Autobus Impérial e Hiroshi Maeda
  • Mais informações Menos informações
© Roland Halbe
© Roland Halbe

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto trata-se de um museu construído em torno de uma coleção específica, onde tudo é feito para evocar uma resposta emocional ao objeto primário, protegê-lo da luz, mas também capturar aquele raro raio de luz indispensável para fazê-lo vibrar e despertar sua espiritualidade. Em um lugar habitado por símbolos de florestas e rios, por obsessões de morte e esquecimento, ele se torna um asilo para obras censuradas e arrematadas da Austrália e das Américas. É um lugar carregado e assombrado por diálogos entre os espíritos ancestrais dos homens que, ao descobrirem sua condição humana, inventaram deuses e crenças. É um lugar único e estranho, poético e inquietante.

© Clément Guillaume
© Clément Guillaume

Sua arquitetura deve desafiar nossas atuais expressões criativas ocidentais com estruturas, sistemas mecânicos, paredes cortina, escadas de emergência, parapeitos, forros, projetores, parapeitos, mostruários. Se suas funções devem ser mantidas, elas devem desaparecer de nossa visão e de nossa consciência, desaparecer diante dos objetos sagrados para que possamos entrar em comunhão com eles. Isto é, claro, fácil de dizer, mas difícil de materializar...

© Philippe Ruault
© Philippe Ruault
Planta - Nível 1
Planta - Nível 1
© Philippe Ruault
© Philippe Ruault

A arquitetura resultante tem um caráter inesperado. É um objeto arcaico? Uma regressão? Não, muito pelo contrário pois, para obter este resultado, são utilizadas as técnicas mais avançadas: as janelas são muito grandes e muito transparentes, e muitas vezes impressas com fotografias enormes; altos pilares colocados aleatoriamente poderiam ser confundidos com árvores ou totens; os filtros solares de madeira suportam células fotovoltaicas. Os meios não são importantes - são os resultados que contam: o sólido parece desaparecer, dando a impressão de que o museu é um simples abrigo sem fachada no meio de um bosque. Quando a desmaterialização encontra a expressão de sinais, ela se torna seletiva; aqui a ilusão embala a obra de arte.

© Roland Halbe
© Roland Halbe

Tudo o que resta é inventar a poesia do local por uma discrepância suave: um jardim parisiense se torna um espaço sagrado, com um museu se dissolvendo em suas profundezas.

© Philippe Ruault
© Philippe Ruault

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Localização do Projeto

Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: "Museu du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel" [Musee du Quai Branly / Ateliers Jean Nouvel] 14 Abr 2019. ArchDaily Brasil. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/915007/museu-du-quai-branly-ateliers-jean-nouvel> ISSN 0719-8906

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