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"Uma Casa para Morrer" do Snøhetta é aberta para exposição em Oslo

  • 16:00 - 7 Fevereiro, 2018
  • Traduzido por Giovana Martino
"Uma Casa para Morrer" do Snøhetta é aberta para exposição em Oslo
"Uma Casa para Morrer" do Snøhetta é aberta para exposição em Oslo, © MIR and Snøhetta
© MIR and Snøhetta

Resultado de 8 anos de colaboração entre o escritório Snøhetta e o artista norueguês Bjarne Melgaard, A House to Die In, traduzido literalmente como Uma Casa para Morrer, está aberta para visitas em uma nova exposição em Oslo.

Organizada pelos arquitetos em conjunto com o artista e com a Selvaag Art Collection, a exposição mostra o processo artístico que levou ao projeto da casa e estúdio a ser construída próxima da antiga casa e ateliê do pintor Edward Munch, na região oeste de Oslo. A proposta escultural levantou debates sobre como ela homenageia o legado do mais importante pintor norueguês e atualmente aguarda aprovação para ser construída.

© MIR and Snøhetta
© MIR and Snøhetta

"Em colaboração com  Selvaag Art Collection, queríamos contar uma narrativa diferente sobre como um edifício é idealizado. É uma exposição para se mergulhar em documentos, maquetes e desenhos para entender o escopo de uma colaboração transdisciplinar que, de várias formas, refletem nossos valores como escritório", comentou Kjetil Trædal Thorsen, sócio-fundador do Snøhetta.

Leia a descrição do projeto a seguir, e um esclarecimento sobre a proposta e sua crítica no New York Times aqui.

Dos arquitetos: Tudo começou em 2011 quando o artista Bjarne Melgaard entra em contato com Olav e Frederik Selvaag com a ideia de fazer uma escultura que seria também uma casa. Apoiados em uma antiga tradição de colaborar com artistas noruegueses, os irmãos Selvaag firmaram a ideia e pouco depois envolveram o Snøhetta no projeto. Desde então começou a troca de ideias, desenhos, modelos 3D e documentos para projetar uma casa que funcionaria tanto como a residência de Melgaard, como seu ateliê. 

Os irmãos Selvaag sugeriram Kikkut, um terreno na região oeste de Oslo pertencente à família Selvaag há décadas. A escolha por este sítio é natural, uma vez que a área é um polo artístico na cidade por causa de sua proximidade à colônia Ekely e à antiga casa e ateliê do pintor Eduard Munch. Nada é construído na área desde quando a vila que cerca o terreno foi demolida em 1989. Dessa forma, os irmãos Selvaag enxergaram uma boa oportunidade de realizar um ambicioso projeto artístico em nome de um artista que eles acompanham há um longo tempo.

via Selvaag Art Collection
via Selvaag Art Collection

A colaboração entre o artista Melgaard e o grupo de arquitetos do Snøhetta acontece há alguns anos. A partir de intensos encontros e diálogo, o artista e os arquitetos trocaram reflexões sobre a forma e a materialidade do projeto. Melgaard desenha suas ideias e as repassa aos arquitetos que as transformam em desenhos bidimensionais acompanhados por modelos digitais. O desafio é imaginar o que se esconde por trás dos desenhos e interpretar quais são as formas tridimensionais que podem ser obtidas a partir das ideias no papel. Utilizando softwares e outras ferramentas digitais, os esboços 3D são modelados como uma escultura. 

Converter as ideias de Melgaard para arquitetura é um processo digital meticuloso. O trabalho consiste em desenhar modelos digitais compostos por pequenos padrões triangulares. Antes disso, porém, os arquitetos selecionaram os desenhos de Melgaard, e só então começou o processo para alcançar formas construíveis. Uma vez com o modelo triangulado pronto, é necessário refiná-lo, retirando uma grande quantidade de triângulos do modelo e criando um padrão mais bruto e geométrico. As fachadas da casa tomam forma: o projeto se transformou em uma casa de madeira triangular apoiada sobre pilares brancos em formato de animais. Pela primeira vez, a arte de Melgaard descreve um espaço e expressão arquitetônicos. 

via Selvaag Art Collection
via Selvaag Art Collection
via Selvaag Art Collection
via Selvaag Art Collection

Os desenhos do artista são então projetados de volta à fachada geométrica. As cores são traduzidas em impressões e então colocadas de volta na fachada. Ao passo que as cores sutis e translúcidas proporcional leveza às fachadas, cores saturadas rompem a materialidade convidando a luz a penetrar no edifício. Pela primeira vez, a arquitetura descreve uma expressão artística.  

No interior do edifício o universo artístico de Melgaard e os conceitos domésticos se complementam perfeitamente. Enquanto um dos cômodos pode funcionar tanto como uma piscina quanto como sala de jantar, outro varia entre espaço de trabalho e spa. Essa paridade pouco tradicional é um símbolo direto de como as convenções são impedidas de influenciar o uso ou o desenho de um edifício. O edifício é envolto por carvalho preto queimado, uma técnica inspirada nas tradições construtivas Japonesas. A madeira queimada será naturalmente erodida com o passar do tempo, fazendo com que o edifício se modifique gradualmente com o passar dos anos e das estações. Um espelho d'água localizado abaixo do edifício cria a ilusão de que a casa está flutuando. 

via Selvaag Art Collection
via Selvaag Art Collection
Sobre este autor
Patrick Lynch
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Cita: ""Uma Casa para Morrer" do Snøhetta é aberta para exposição em Oslo" [Snøhetta's "A House to Die In" Goes Up for Public Display as the Project Faces Approval Battle] 07 Fev 2018. ArchDaily Brasil. (Trad. Martino, Giovana) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/888546/uma-casa-para-morrer-do-snohetta-e-aberta-para-exposicao-em-oslo> ISSN 0719-8906

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