Cinema e Arquitetura: "O Fantasma do Futuro"

Subscriber Access

O Fantasma do Futuro foi um êxito total em todo o mundo, no seu formato caseiro. Apesar de não contar com uma estreia nos cinemas do continente americano e europeu, sua popularidade cresceu como espuma através do boca a boca, tanto que hoje é considerado uma obra-prima do cinema cult. Isso se deve ao fato de que as gerações jovens ficaram maravilhadas, não somente pelo deleite visual e pelas incríveis cenas de ação, mas também porque abria um leque de questionamentos filosóficos sobre a origem da nossa própria existência. O que determina nossa humanidade?

O filme se passa em um futuro próximo, onde o desenvolvimento da tecnologia alcançou níveis absurdos, tanto na vida diária como nos avanços militares representados em detalhes no decorrer da história. Sobre tudo, o desenvolvimento da Rede cria um papel fundamental dentro do filme, graças a presença de inteligencias artificias sofisticadas. A pesar de tudo isso, o desenvolvimento da cidade não é uniforme. 

Grandes arranha-céus se lançam nas zonas ricas da cidade, enquanto que as áreas degradadas e desagradáveis são o lar para o resto da população. O uso da tecnologia recai unicamente nas classes poderosas, as quais controlam mediante poderosas empresas o desenvolvimento da cidade. Esta se comporta como se tratasse de um ente vivo, que regula seu funcionamento de forma quase automática com ajuda de inteligencias artificiais, apenas supervisionadas pelo homem.

Content Loader
Sobre este autor
Cita: Altamirano, Rafael. "Cinema e Arquitetura: "O Fantasma do Futuro"" [Cine y Arquitectura: "Ghost in the Shell"] 26 Set 2014. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/627697/cinema-e-arquitetura-o-fantasma-do-futuro> ISSN 0719-8906

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.