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Proposta para a ampliação do SENGE-RS / ENTRE Arquitetos, PIGEON e Coletivo de Arquitetos

Proposta para a ampliação do SENGE-RS / ENTRE Arquitetos, PIGEON e Coletivo de Arquitetos
Proposta para a ampliação do SENGE-RS / ENTRE Arquitetos, PIGEON e Coletivo de Arquitetos, Courtesy of Equipe do projeto
Courtesy of Equipe do projeto

Competição : Expansão da Sede do Sindicato de Engenheiros no Rio Grande do Sul
Premio :
Projeto :
Autores : ENTRE Arquitetos, PIGEON e Coletivo de Arquitetos, Daniele de Souza Capella, Guile Amadeu, Max Fabris, Rodrigo Lacerda, Vinícius Capella, Eng. Yopanan Conrado Rebello, Eng. Keller, Eng. Odair , Eduardo Ribas, Eng. Aureliano, 2014, 8.296m ², Av. Erico Veríssimo, Porto Alegre, RS

Dos autores: O projeto para expansão da sede do SENGE-RS parte de diretrizes específicas e peculiares de sítio e programa. Propor um edifício de 8.000 m² cujo proporcionalmente metade da área do edifício seja estacionamento, aliado a impossibilidade de grandes subsolos devido ao nível de água elevado, torna a proposta um grande desafio investigativo. O desenvolvimento do partido arquitetônico e estrutural partiu do entendimento dessas diretrizes, somando questões legislativas (por meio de consultorias técnicas), técnicas e financeiras para concatenar em um projeto que assume e revela todas as especificidades de um edifício único.

CONDICIONANTES

Dentre todas as condicionantes do projeto, vale a pena destacar algumas que nortearam o devido a sua significância: A proporção de estacionamento, sendo 4.350 m² em um edifício de 8.296 m² revela a importância de ter um partido que resolva claramente essa necessidade; o nível de água alto impossibilita a criação de estacionamento em subsolo, devido aos alto custos para rebaixamento do nível da água; o legislação vigente, a partir do entendimento dos recuos mínimos de divisa, área permeável, dentre outras; a densidade construtiva, uma vez que a área de construção é da ordem de 5,2 vezes a área do terreno; a imponência da figueira existente na frente de uma das vias; a qualidade urbana e coesão construtiva resultante da soma de todas as diretrizes.

Courtesy of Equipe do projeto
Courtesy of Equipe do projeto

PROGRAMA

A distribuição programática consiste em inverter a lógica usualmente utilizada em edifícios, onde geralmente tem-se a base de estacionamento e o restante do programa nos demais pavimentos.

Diagrama - distribuição do programa. Image Courtesy of Equipe do projeto
Diagrama - distribuição do programa. Image Courtesy of Equipe do projeto

A fim de estabelecer relações com a vida urbana do entorno imediato o programa foi distribuído de forma que os usos de caráter mais público fiquem no embasamento, afim de facilitar o fluxo do público em geral. Assim, tem-se o programa de cursos e exposições no embasamento, área com maior dinâmica urbana e, consequentemente, estimulando a vida urbana do entorno imediato. O térreo ainda abriga uma “rua” interna que possibilita a ligação das ruas que tangenciam o terreno e cria um atalho de percurso para os pedestres.

As vagas de estacionamento se encontram na torre, região inerte devido a não ter relações urbanas como o pavimento térreo e nem vistas privilegiadas como o topo da torre.

Courtesy of Equipe do projeto
Courtesy of Equipe do projeto

Salas de trabalho e coworking estão dispostas no topo da torre, com vistas e luz acima do edifício existente. É desejável o distanciamento do térreo afim de evitar as interferências sonoras e visuais em um ambiente de trabalho. 

ACESSO

O acesso principal se dá pela rua Visconde do Herval, de menor fluxo de carros e escala mais adequada ao pedestre. O embasamento é inflexionado para a sombra da figueira existente e configura uma pequena praça que abriga o acesso principal. Voltado para a mesma rua tem-se as lojas, livraria e memorial do SENGE. Pela av. Érico Veríssimo foi direcionado o acesso de carros, carga e descarga e a passagem de pedestres , esta que cruza até o acesso principal.

Courtesy of Equipe do projeto
Courtesy of Equipe do projeto

Desta forma possibilita a articulação desses espaços de acordo com suas necessidades e distingue claramente espaços franqueados ao público e áreas com controle de entrada.

ÁREAS TÉCNICAS

O subsolo foi utilizado o mínimo possível, devido a condição do lençol freático muito alto. Dessa forma foi proposto seu uso para questões técnicas do edifício como áreas de manutenção e reservatório inferior de água, contribuindo assim para a viabilidade econômica da obra.

ESTRUTURA

Corte ampliado. Image Courtesy of Equipe do projeto
Corte ampliado. Image Courtesy of Equipe do projeto

O conceito estrutural se deve em grande parte pela necessidade de se ter a menor altura possível de laje e viga devido aos recuos laterais do edifício serem determinados pela altura total da torre, conforme a legislação vigente. A modulação estrutural de 5,0m x 7,5m a partir do pavimento térreo facilita a demarcação. Os pilares são em inclinados em 5o graus, alternando assim a dimensão dos vãos nos outros pavimentos.  O sistema estrutural de laje nervurada em concreto armado por meio de cubetas tornou-se o mais adequado devido aos comportamento estrutural geral, considerando os vãos entre os pilares e menor altura possível de laje. Assim tem-se um sistema estrutural com redução do peso próprio da estrutura, uma vez que o volume de concreto diminui, e ainda há um aumento na inércia, já que a laje tem sua altura aumentada. O projeto arquitetônico toma como partido o sistema estrutural e o revela, deixando em todos os ambientes a laje aparente. Fundação direta ou tubulão curto serão verificados em função das cargas finais.

Courtesy of Equipe do projeto
Courtesy of Equipe do projeto

VEDAÇÕES

Embasamento e coroamento do edifício são fechados por caixilhos em alumínio anodizado e vidro cristal incolor. À frente um brise em madeira (composto por peças de dimensão 3x35x296cm) faz a proteção contra a exposição excessiva ao sol. Nos pavimentos da torre de estacionamento não há vedações, apenas o guarda-corpo metálico com fechamento por meio de cabos de aço, obtendo assim redução de custos e maior leveza perceptiva no edifício.

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Sobre este autor
Romullo Baratto
Autor
Cita: Romullo Baratto. "Proposta para a ampliação do SENGE-RS / ENTRE Arquitetos, PIGEON e Coletivo de Arquitetos" 08 Jul 2014. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/623591/proposta-para-a-ampliacao-do-senge-rs-entre-arquitetos-pigeon-e-coletivo-de-arquitetos> ISSN 0719-8906
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