De piscinas cobertas, fontes externas tranquilas a cachoeiras e lagos de enormes proporções, a arquitetura historicamente envolveu a água de maneiras infinitamente inovadoras. Muitas vezes servindo a funções estéticas, mas também atuando como centros de atividade ou promovendo a sustentabilidade, os elementos aquáticos podem assumir inúmeras formas e servir a múltiplos propósitos. Abaixo, sintetizamos uma série de elementos de água adotados por projetos arquitetônicos contemporâneos inovadores, variando de residências unifamiliares a vastos complexos comerciais.
Tóquio é uma cidade caótica, no sentido de não ter se desenvolvido a partir de um planejamento urbano coordenado para toda a cidade. No século 18, já tinha cerca de 1 milhão de habitantes, em uma configuração onde a maioria da população vivia em condições semelhantes às favelas brasileiras da atualidade. Os densos subúrbios de Tóquio lembram as periferias brasileiras, com construções baixas mas próximas umas das outras, em terrenos estreitos e com uma ampla diversidade de usos. Além disso, Tóquio apresenta uma multiplicidade de tipologias arquitetônicas, diferentes meios de transporte dividindo o mesmo espaço e, não diferente das cidades brasileiras, outdoors e fios elétricos aparentes destoando na paisagem urbana.
Fabricantes: Armstrong Ceilings, Bega, Big Ass Fans, Caesarstone, David Allen Company, +16Dominican Coral Stone, Escenium HAUS, Florida Silica Sand Company, Focal Point Lights, Icestone, Kone, Lithonia Lighting, Louis Poulsen, Petersen Metals, Shaw, Sunrise Systems, Techno-Glass, Tecnoglass, USA Architectural, USG, West Tampa Glass-16
O escritório PLP Architecture e a incorporadora Provast divulgaram planos de construir uma torre de madeira e concreto em Roterdã, Países Baixos. O projeto, apelidado de "Casa na Árvore", foi projetado para oferecer um ambiente aberto e ambientalmente consciente para moradores e visitantes no centro da cidade. Com 140 metros de altura, o edifício de 37 pavimentos será construído ao lado da Estação Central e será a estrutura híbrida mais alta do país.
Edifício sede dos meliponários. Image Cortesia de Equipe de projeto
Trata-se de um projeto que envolve “arquitetura não solicitada” motivado pela busca da pratica profissional de efetiva contribuição, por um compromisso ético de difusão do campo da arquitetura e do urbanismo e pelo enfrentamento, com uma perspectiva diferenciada, positiva e transversal multidisciplinar, dos prementes desafios que hoje se apresentam na escala local - global.
Nada mais racional que utilizar o vento, um recurso natural, gratuito, renovável e saudável, para melhorar o conforto térmico de nossos projetos. A consciência da finitude dos recursos e a demanda pela redução no consumo energético tem retirado o protagonismo dos sistemas de ar condicionado, fazendo com que arquitetos e engenheiros voltem-se ao sistemas passivos para melhoria do conforto térmico nos interiores. É evidente que há climas extremos em que não há escapatórias, senão o uso de sistemas artificiais, mas em grande parte da superfície terrestre é possível proporcionar um fluxo de ar agradável através dos ambientes por meio de sistemas passivos, principalmente se as ações forem consideradas durante a etapa de projeto.
O tema é altamente complexo e abrangente, mas abordaremos sinteticamente alguns conceitos, exemplificando-os com projetos construídos. Uma série de sistemas de ventilação pode auxiliar nos projetos: ventilação natural cruzada, ventilação natural induzida, efeito chaminé e resfriamento evaporativo, que combinados à correta utilização de elementos construtivos possibilita melhoria no conforto térmico e diminuição no consumo de energia.
Os escritórios KPMB Architects e Suffolk inauguraram recentemente o novo Centro de Ciências da Computação e Dados da Universidade de Boston. O edifício é uma adição ao campus central da Universidade de Boston e seu primeiro grande centro de ensino construído em mais de 50 anos. Como o edifício mais alto da Universidade de Boston, a estrutura de 19 andares e 35.000 metros quadrados reunirá os departamentos de matemática, estatística e ciência da computação sob o mesmo teto.