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A pior coisa da Bienal de Veneza de 2016 foi a reação mesquinha de alguns críticos

Para muitos, pode parecer que os objetivos de Alejandro Aravena com a Bienal de Veneza de 2016 - como ele descreve, "entender quais ferramentas de projeto são necessárias para subverter as forças que privilegiam o ganho individual sobre o benefício coletivo"—são irrepreensíveis. Apesar destes objetivos, um grande número de comentadores surgiram, levados pelo talvez mais fervoroso Patrik Schumacher, criticando a Biennale. Neste artigo, originalmente publicado no site do The Architecture Foundation como "Holier than thou," Phineas Harper responde a estas críticas.

A virada mais surpreendente da Bienal de Veneza deste ano não foi a exposição em si, mas a reação de seus críticos. Poucas horas após sua inauguração, a internet estava repleta de murmúrios depreciativos sobre a exposição: "até que vale a pena," "moralizante," "mais santo que você," "careta," "sinalizador de virtudes," entre outros. Arquitetos ativos no Twitter não se impressionaram.

Mas o que exatamente eles estão odiando tanto? A Biennale exibiu princialmente algumas práticas que enxergaram o sofrimento no mundo e, através de seu trabalho, de alguma forma ou de outra, buscam diminuir isso. Como uma proposta tão cheia de compaixão gerou uma reação tão mesquinha? 

Escola Flutuante de NLÉ's Makoko na Bienal de Veneza 2016. Imagem © Laurian Ghinitoiu “Breaking the Siege”, por Gabinete de Arquitectura – Vencedor do Leão de Ouro. Imagem © Laurian GhinitoiuUNFINISHED, com curadoria de  Iñaqui Carnicero & Carlos Quintáns, vencedor do Leão de Ouro por uma contribuição nacional (Pavilhão Espanhol). Imagem © Laurian GhinitoiuIn Therapy, com curadoria de  David Basulto e James Taylor Foster (Pavilhão Nórdico). Imagem © Laurian Ghinitoiu+ 16

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