Tudo
Projetos
Produtos
Eventos
Concursos
  1. ArchDaily
  2. Revista Interiors

Revista Interiors: O mais recente de arquitetura e notícia

INTERIORS: Stranger Things

Cortesia de Interiors Journal
Cortesia de Interiors Journal

Interiors é uma publicação online sobre o espaço entre a arquitetura e o cinema publicada por Mehruss Jon Ahi e Armen Karaoghlanian. Interiors elabora uma coluna exclusiva para o ArchDaily onde analisa e diagrama filmes em relação ao seu espaço físico.

A primeira temporada de Stranger Things, que estreou no Netflix em julho de 2016, carrega fortes influências de Steven Spielberg, John Carpenter e Stephen King, além de ter seus próprios méritos como resultado da inventividade de seus criadores, a dupla cinematográfica Matt e Ross Duffer.

A Interiors falou com o diretor de produção Chris Trujillo sobre os visuais da série e vários dos espaços principais utilizados durante a primeira temporada, incluindo o Laboratório Hawkins, a casa de Will Byers e, claro, o misterioso mundo invertido, que traz peças e pedaços do mundo real e os transforma em um espaço inteiramente próprio, que existe tanto como parte do mundo real como fora dele.

INTERIORS: La La Land

Cortesia de INTERIORS Journal
Cortesia de INTERIORS Journal

Interiors é uma publicação online sobre o espaço entre a arquitetura e o cinema publicada por Mehruss Jon Ahi e Armen Karaoghlanian. Interiors elabora uma coluna exclusiva para o ArchDaily onde analisa e diagrama filmes em relação ao seu espaço físico.

La La Land, de Damien Chazelle (2016), é um ode aos musicais Technicolor de Hollywood através de Demy e Paul Thomas Anderson. O filme é menos musical e mais uma história de amor com música, já que sua rica paleta de cores e sua apresentação Cinemascope criam um mundo idealizado que despoja de sua artificialidade ao longo do filme, sendo mais e mais realista.

La La Land utiliza seu estilo cinematográfico, especialmente suas tomadas longas e ininterruptas, para levar o público ao seu mundo e seus espaços. A sequência de abertura, por exemplo, onde os indefesos motoristas presos no tráfego saem dos seus carros e começam uma dança sincronizada, foi filmada na troca da rodovia 105/110 e foi editada para parecer uma só tomada, resultando em uma imersiva experiência que destaca a arquitetura da cena. 

INTERIORS: Mr. Robot

Cortesia de INTERIORS Journal
Cortesia de INTERIORS Journal

Interiors é uma publicação de cinema e arquitetura online, publicada por Mehruss Jon Ahi e Armen Karaoghlanian. A Interiors escreve uma coluna exclusiva para o ArchDaily na qual analisa e diagrama a espacialidade de filmes e séries. Na sua loja oficial você poderá encontrar desenhos exclusivos de algumas das plantas baixas mais famosas do mundo do entretenimento.

O meio visual do filme faz com que o estilo sempre desempenhe um papel significativo no cinema. Esta é uma das razões pelas quais a combinação 'filme e arquitetura' tem andado de mãos dadas ao longo dos últimos cem anos. Em certo sentido, ambos meios exibem qualidades complementares; o filme, como a fotografia, capta os aspectos estruturais da arquitetura, enquanto o projeto de arquitetura dita o espaço cinematográfico.

O mesmo não pode ser dito para a televisão - porque mesmo que a televisão tenha passado por uma transformação estética nos últimos anos com séries como The Sopranos, Mad Men, Breaking Bad, True Detective e The Knick, ainda é muito mais um meio baseado em personalidades. Desta forma, o seu formato em si permite um exame aprofundado dos personagens.

INTERIORS: Star Wars

Cortesia de INTERIORS Journal
Cortesia de INTERIORS Journal

Interiors é uma publicação online de filmes e arquitetura, de Mehruss Jon Ahi e Armen Karaoghlanian. Interiors administra uma coluna exclusiva para o ArchDaily em que analisa e diagrama filmes em termos de espaço. Sua Loja Oficial possui impressões exclusivas desses posts.

Star Wars (1977) é mais que um filme. É um fenômeno mundial. A saga Star Wars é seu próprio universo, e com tais personagens e mitologia distintas, até falar sobre Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança como um filme independente (que faz parte de um todo maior) é um exercício fascinante. É bastante notável que um filme que se passa no espaço, em mundos externos ao nosso, tenha sustentação arquitetonicamente.