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Pilar: O mais recente de arquitetura e notícia

Casa Mais Linda / Leo Romano

© Salvador Cordaro© Salvador Cordaro© Salvador Cordaro© Salvador Cordaro+ 31

Casa ao Golfe / Adolfo Bavio Arquitectos

© Tejo Ediciones© Tejo Ediciones© Tejo Ediciones© Tejo Ediciones+ 31

Pilar, Argentina
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  302
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2020
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Acor, Adobe, AutoDesk, Casa Gongora, Centonara piedras, +6

Casa R / Estudio GMARQ

© Alejandro Peral© Alejandro Peral© Alejandro Peral© Alejandro Peral+ 34

Pilar, Argentina
  • Arquitetos: Estudio GMARQ
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  650
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2018
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: AutoDesk, Patagonia Flooring, TECNOCOM

Casa MC / Smud + Zelcer

© Javier Agustín Rojas© Javier Agustín Rojas© Javier Agustín Rojas© Javier Agustín Rojas+ 16

Casa EH / Estudio GMARQ

© Alejandro Peral© Alejandro Peral© Alejandro Peral© Alejandro Peral+ 23

Pilar, Argentina
  • Arquitetos: Estudio GMARQ
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  200
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2017
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Cosentino, Lutron, CG, HYDRO Aluminium, Kalciyan, +2

Clássicos da Arquitetura: Três Terminais Modernos

Vários terminais de transporte foram construídos no Brasil entre as décadas de 1950 e 1970. Muitos optaram pelo concreto armado aparente como materialidade principal do edifício e pelo pilar isolado como elemento escultórico. Entre esses terminais, três se destacam: o Terminal Ferroviário de Ribeirão Preto, inaugurado em 1965, obra de Oswaldo Bratke, o Terminal Rodoviário de Fortaleza, de 1973, projetada por Marrocos Aragão, e o Terminal Rodoviário de Jaú, do mesmo ano, de Vilanova Artigas. Outras características comuns são evidentes: as superfícies reversas nas lajes de cobertura –paraboloides hiperbólicos nas coberturas de Riibeirão Preto e Fortaleza– ou nos pilares –de Jaú–, a superfície contínua da cobertura que se separa do resto do edifício, a iluminação zenital –como rasgos entre os módulos das coberturas de Riibeirão Preto e Fortaleza, ou como aberturas circulares no eixo vertical central dos pilares de Jaú–.

Relembre cada um desses três Clássicos da Arquitetura Moderna Brasileira.