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Media Facades: O mais recente de arquitetura e notícia

Paisagem midiática: como a cultura e a política estão moldando as fachadas de edifícios na China

Fora da China, as fachadas midiáticas geralmente aparecem como elementos individuais competindo por atenção. Na China, entretanto, é possível encontrar grandes grupos de fachadas com uma mensagem comum em várias áreas metropolitanas. Essas fachadas mesclam visualmente muitos arranha-céus em uma única entidade panorâmica. Mas quais são as razões pelas quais esse fenômeno é exclusivo da China? E como isso começou? A Media Architecture Biennale uniu cultura e política para fornecer uma resposta ao surgimento das paisagens midiáticas na China.

Show de luzes com fachadas midiáticas conectadas para o 40º aniversário da Zona Econômica Especial de Shenzhen no Distrito Central de Negócios de Futian em Shenzhen, China. Controle de iluminação por Osram / Traxon e: cue . Imagem © Traxon e: cueShow de luzes com fachadas midiáticas conectadas para o 40º aniversário da Zona Econômica Especial de Shenzhen no Distrito Central de Negócios de Futian em Shenzhen, China. Controle de iluminação por Osram / Traxon e: cue . Imagem © Traxon e: cueDiagrama de coreografia de fachada midiática analisando a narrativa com padrões visuais, texto, elementos abstratos e concretos, movimentos, tópicos, sons e cores em relação a um show de luzes em Hangzhou, China, 2017. Show de luzes do Rio Jing. Iluminação: Media Facade, www.media-facade.net. + 5

Para além de "coisas que piscam": O próximo passo na arquitetura midiática

Nos dias 19 a 22 de novembro será realizada em Aarhus a Bienal de Arquitetura Midiática de 2014, que contará com a estreia mundial de "Mapping the Senseable City," uma exibição dos trabalhos coletados do MIT SENSEable Cities Lab. O artigo a seguir foi escrito por Matthew Claudel, um pesquisador no SENSEable Cities Lab, em resposta a essa coleção, explorando o que o futuro reserva para a arquitetura midiática, e implorando para que esta experimente ideias além de "telas de TV para se morar."

A Catedral ativada

Arquitetura Midiática é enfaticamente ambígua. A frase foi colada diversas vezes em uma variedade estonteante de projetos e produtos. Mas, além da imprecisão, a arquitetura midiática é atormentada por uma tensão inerente: as mídias são meios de comunicação dinâmicos, interligados e imediatos que atingem as pessoas em larga escala, enquanto que a arquitetura é fixa, singular e persistente no tempo. Conciliar os dois evoca associações desastradas com a Times Square, telas, LEDs integrados, paparazzi, ou, mais geralmente, com coisas que piscam.

Institut du Monde Arabe / Jean Nouvel. Imagem © Flickr b00nj / www.flickr.com/b00nj"Nós simplesmente não sabemos como os seres humanos respondem a uma variedade de estímulos ambientais. Artistas como Olafur Eliasson possui uma inquietante sensação disto - um sentido que empresta a seus projetos um poder visceral " Acima, "Your Rainbow Panorama" de Eliasson. Imagem © Lars AaröMapa da internet. Imagem via http://mountpeaks.wordpress.com/Galleria Centercity / UNStudio. Imagem © UNStudio. Foto por Kim Jong-Kwan+ 7

Edifício é transformado em um gigantesco cubo mágico

Para sua tese, Javier Lloret transformou um edifício em um gigantesco (e solucionável) cubo mágico. Utilizando uma fachada midiática da empresa Ars Electronica em Linz, Áustria, ele projetou o quebra-cabeça mais famoso do mundo em uma enormeescala - convidando os passantes a jogar e tentar solucionar o brinquedo. Neste processo, Lloret transformou a área circundante, mostrando que (quando usada corretamente) a tecnologia pode tornar o ambiente urbano mais divertido.

Continue lendo para saber como Lloret fez isso...

© Javier Lloret & Michaela Lakova© Javier Lloret & Michaela Lakova© Javier Lloret & Michaela Lakova© Javier Lloret & Michaela Lakova+ 5