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Colégio Maxime Javelly / Céline Teddé & Jérôme Apack architectes

  • 17:00 - 7 Julho, 2018
  • Curadoria de María Francisca González
  • Traduzido por Camilla Sbeghen
Colégio Maxime Javelly / Céline Teddé & Jérôme Apack architectes
Colégio Maxime Javelly / Céline Teddé & Jérôme Apack architectes, © Julien Lanoo
© Julien Lanoo

© Julien Lanoo © Julien Lanoo © Julien Lanoo © Julien Lanoo + 21

© Julien Lanoo
© Julien Lanoo

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada nos Alpes de Hautes Provence, a pacata cidade de Riez convive com sua herança arqueológica romana, enterrada ao longo de um antigo rio seco. Uma escola deteriorada está situada acima dessas ruínas. Construída na década de 60, quando o patrimônio ainda não era valorizado, parte do edifício original se perdeu. A reestruturação do funcionamento da escola e sua adaptação levantam a questão sobre o futuro dessas ruínas e seu possível aprimoramento. Devido à falta de financiamento, o patrocinador do projeto decidiu facilitar o acesso aos arqueólogos, ao mesmo tempo em que o negava ao público e aos estudantes.

Planta
Planta

No entanto, pareceu-nos que a escola poderia humildemente contar a história de seu solo, ancorando-a assim em seu território. Nesse rico ambiente, o objetivo não foi produzir uma arquitetura genérica, mas específica. Como resultado, queríamos enraizar o projeto na história da cidade romana que Riez foi alguma vez, considerando a escola como um vestígio vivo e pleno, sobre o qual uma campanha de escavação seria conduzida.

© Julien Lanoo
© Julien Lanoo
Corte e Fachada
Corte e Fachada
© Julien Lanoo
© Julien Lanoo

Dessa forma, assim como um arqueólogo desenha uma forma quadrada no solo de um local de exploração, as fachadas foram esculpidas de modo que suas seções transversais revelassem os vários estratos que compõem os edifícios, desde seus pilares iniciais e vigas até o revestimento branco mineral atual.

Consequentemente, nossa intervenção conta a história das paredes, mas também a do tempo indescritível e das dezenas de trabalhadores que construíram essas paredes. A especificidade arqueológica do local proíbe a escavação do solo a mais de 60 cm de profundidade e tornam necessárias futuras escavações.

© Julien Lanoo
© Julien Lanoo

Assim, o caminho que nos propusemos a construir nos limites do playground para unir os vários edifícios da escola, foi projetado como uma sucessão de pequenas estruturas de concreto branco pré-fabricadas. Cada uma destas unidades é constituída por uma laje sobre a qual se apoia um arco que, por sua vez, suporta a cobertura. As estruturas combinadas delineiam um caminho sombreado, como as arcadas romanas. No primeiro pavimento, as coberturas dos caminhos conectarão os principais edifícios da escola, oferecendo assim um espaço diferente e uma vista sobre as colinas e sobre o batistério, único ressurgimento da herança enterrada de Riez.

© Julien Lanoo
© Julien Lanoo

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Localização do Projeto

Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: "Colégio Maxime Javelly / Céline Teddé & Jérôme Apack architectes" [Collège Maxime Javelly / Céline Teddé & Jérôme Apack architectes] 07 Jul 2018. ArchDaily Brasil. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/897631/colegio-maxime-javelly-celine-tedde-and-jerome-apack-architectes> ISSN 0719-8906

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