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56 Leonard Street / Herzog & de Meuron

  • 11:00 - 14 Novembro, 2017
  • Traduzido por Vinicius Libardoni
56 Leonard Street / Herzog & de Meuron
56 Leonard Street / Herzog & de Meuron, © Iwan Baan
© Iwan Baan

© Iwan Baan       © Iwan Baan       © Iwan Baan       © Iwan Baan       + 12

© Iwan Baan
© Iwan Baan
© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

Descrição enviada pela equipe de projeto. O edifício em altura é um importante elemento da cidade contemporânea. Entretanto, acabaram se transformando em objetos arquitetônicos que buscam apenas ser mais altos, reproduzindo uma tipologia e tornando-se anônimos. As típicas torres residenciais, ainda que possam organizar as unidades de forma eficiente, na maioria dos casos, são incapazes de qualificar o espaço útil das próprias unidades. Embora permitam a densificação de nossas cidades, as repetitivas formas extrudadas, resultantes da simples multiplicação de suas unidades, reproduzem estruturas anônimas no espaço urbano sem proporcionar qualquer benefício complementar para a cidade onde estão inseridas. Para aqueles que habitam estas estruturas, esta falta de identidade própria, pode tornar-se relativamente desagradável. O 56 Leonard Street vem de encontro a estas características que emanam de muitos edifícios construídos recentemente. A pesar de suas dimensões, a maior ambição deste projeto é reforçar a individualidade de cada unidade dentro do conjunto.

© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

O projeto foi concebido como uma sobreposição de casas, onde cada uma delas é única e identificável dentro do todo. Uma pesquisa minuciosa dos métodos locais de construção revelou a possibilidade de deslocamento e variação do tamanhos das lajes para criar cantos, balanços e varandas - tudo para proporcionar condições singulares e diferentes em cada apartamento. Em seu embasamento, a torre se adapta à escala e às condições locais específicas da rua, enquanto que o topo da torre procura refletir e incorporar-se ao céu de Manhattan. Entre os dois extremos, o escalonamento e a variação dos níveis são mais controlados e sutis, como o eixo de uma coluna.

© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

Para afastar-se da tendência que os edifícios em altura têm em repetir-se anonimamente, o 56 Leonard Street foi desenvolvido de dentro para fora. O projeto começou com a composição dos espaços individuais, tratados como "pixels" entre as lajes. Cada unidade foi sendo incorporada para criar o volume e moldar o exterior da torre. Visto a partir do interior, esta estratégia revela um espaço repleto de vazios entre as unidades.

© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

Esta estratégia de espaços "pixelados" também pode ser visto na seção transversal do edifício, criando uma grande quantidade de terraços e varandas em projeção. Planejados para evitar confrontos diretos entre apartamentos vizinhos, esses espaços ao ar livre fornecem conexões visuais indiretas entre as pessoas - talvez estranhas - que compartilham o mesmo edifício. Estas unidades autônomas, sobrepostas no céu de Manhattan, formam uma pilha coesa, um bairro vertical, semelhante aos bairros característicos de Nova York, com sua combinação de abertura e privacidade em medidas equivalentes.

O elemento mais visível de qualquer torre é o seu cume, por isso mesmo, o topo do 56 Leonard Street é a parte mais expressiva do projeto. Esta expressividade é um reflexo da composição espacial de seus espaços internos, conformado por dez grandes unidades no ático, com amplos espaços ao ar livre e áreas de estar. Estes  enormes elementos são vistos do exterior como unidades superiores, com balanços e deslocamentos de acordo com suas organização interna ou a partir das vistas específicas que se deseja enquadrar, o que, em última análise, define a expressão escultural da torre.

© Iwan Baan
© Iwan Baan

Por outro lado, a base da torre procura se relacionar diretamente com o caráter singular de Tribeca. Região de Nova Iorque caracterizada por uma ampla variedade de escalas - desde pequenas residências até grandes blocos industriais e os onipresentes arranha-céus do centro da cidade. Justapondo "pixels" de vários tamanhos, incluindo o lobby, estacionamentos e amenidades, o edifício reflete e incorpora cada uma dessas escalas do seu entorno.

© Iwan Baan
© Iwan Baan

A aparência final da torre é resultante também do processo de investigação sobre os limites dos métodos construtivos simples e familiares. Como um volume, o edifício tem proporções extremas - no limite do que é estruturalmente possível - e dada a sua projeção relativamente pequena, é excepcionalmente alto e esbelto. O edifício também revela sua "coluna" estrutural e não esconde o método construtivo empregado sobre camadas de revestimento. Pelo contrário, as lajes horizontais de concreto aparente representam o empilhamento das unidades no processo de construção e os pilares aparentes moldados in loco revelam a escala da forças estruturais que elas suportam no interior das unidades. O sistema de escalonamento, deslocamento e composição das unidades torna-se ainda mais dinâmico através de janelas que podem ser abertas em cada unidade. Esta característica incomum de edifícios em altura, também permite que os moradores controlem diretamente a circulação de ar no interior das unidades.

© Iwan Baan
© Iwan Baan

Juntas, essas diferentes estratégias - pensar o edifício de dentro para fora, adaptar-se às diferentes escalas e explorar ao máximo o potencial dos sistemas construtivos utilizados - se refletem em um projeto onde apenas cinco das 145 unidades são repetidas. Além disso, nenhumas das lajes é igual, proporcionando aos seus habitantes um projeto único, caracterizado por elementos de individualidade dentro do conjunto geral.

© Hufton+Crow
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Herzog & de Meuron
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Cita: "56 Leonard Street / Herzog & de Meuron" [56 Leonard Street / Herzog & de Meuron] 14 Nov 2017. ArchDaily Brasil. (Trad. Libardoni, Vinicius) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/882991/56-leonard-street-herzog-and-de-meuron> ISSN 0719-8906

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