
O retorno a questões fundamentais da urbanização, como a recuperação de espaços públicos, é uma tendência em várias capitais do mundo. Um dos eixos da Nova Agenda Urbana se centra no planejamento e desenho das cidades, dando voz a seus cidadãos e defendendo um enfoque holístico que promova a diversidade e coesão social.
Centros de turismo mundial voltaram a se reinventar em 2016. Em Paris, a prefeitura tomou a ousada decisão de banir a circulação de carros em várias ruas ao longo do rio Sena e dedicá-las exclusivamente aos pedestres. Em Barcelona, nasceram as “Supermanzanas”, um núcleo urbanístico com restrições de trânsito em nove quarteirões para privilegiar a convivência social e o resgate de espaços públicos.
