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Olimpíadas Rio 2016: Parque Olímpico de Deodoro Rio 2016 / Vigliecca & Associados

Olimpíadas Rio 2016: Parque Olímpico de Deodoro Rio 2016 / Vigliecca & Associados

via Divulgação Ministério do Esporte via Divulgação Ministério do Esporte via Divulgação Ministério do Esporte via Divulgação Ministério do Esporte + 8

Rio de Janeiro, Brasil
  • Arquitetos Autores deste projeto de arquitetura Vigliecca & Associados
  • Área Área deste projeto de arquitetura
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Schréder
  • Coordenadores

    Héctor Vigliecca e Luciene Quel
  • Gerente de Projeto

    Elaine Silva
  • Coordenador Técnico de Arquiteturas

    Ronald Werner
  • Ano do projeto

    2016
  • Subcoordenadores Técnicos

    Ronald Werner (Master Plan/Arena da Juventude), Fernanda Trotti (Parque Radical), Kelly Bozzato (Centro Olímpico de Hóquei), Rafael Alcântara, Pedro Ichimaru (Hipismo e Readequações)
  • Paisagismo

    Raul Pereira e Rulian Nociti
  • Arquitetos

    Ana Luiza Galvão, André Ciampi, André Godinho, Angélica Larocca, Barbara Iseli, Carolina Passos, Cintia Marino, Dalmer Ordontis, Daniel Pizzocolo, Fabio Ucella, Guilherme Filocomo, Guilherme Maia, Hernani Paiva, Juan Sebastián Longhini, Julio Bastos, Lina Corrêa, Lucia Viana, Lucila Pintos, Maria Elisa Fernandes, Mariana Puglisi, Marina Piccolo, Rebeca Grinspum, Renato Silveira, Romildo Barros, Thaís Velasco
  • Apoio operacional

    Neli Shimizu, Arielli Siqueira, Caroline Picolo, Deborah Giannini, Hediane Kuasne, Laryssa Cardoso, Luci Maie, Martha Martins, Paulo de Arruda Serra
  • Consultores

    Focus Group (Engenharias), Robert Campbell, John Felton, Damien Dungworth (Canoagem Slalon), Tom Ritzenthaler, Johan Lindstrom (BMX), Pierre Michelet (Hipismo), David Douek, Caterina Chippari (Sustentabilidade), Raphael Magalhães, Pedro Moretti (Consultoria Ambiental), Marília Martins (Consultoria de Especificações Técnicas)
  • Capacidade total de público

    71.800
  • Cliente

    Prefeitura do Rio de Janeiro/Ministério do Esporte
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via Divulgação Ministério do Esporte
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Descrição enviada pela equipe de projeto. O Parque Olímpico de Deodoro é a primeira região olímpica em tamanho, com área de 2 milhões de metros quadrados, e segunda em capacidade, palco de 11 modalidades olímpicas e quatro paralímpicas da RIO 2016. As modalidades olímpicas são Canoagem Slalom, Ciclismo (BMX e Mountain Bike), Hóquei sobre Grama, Tiro Esportivo, Pentatlo Moderno, Basquete (apenas o feminino), Rúgbi e Hipismo (Salto, Adestramento e CCE). Já as paralímpicas consistem em Esgrima em Cadeira de Rodas, Tiro Esportivo, Futebol de 7 e Hipismo (Adestramento).

Deodoro oferecerá o maior legado da RIO 2016. Mais do que criar um centro de competições de excelência, o projeto do escritório de arquitetura Vigliecca & Associados teve como principal objetivo o legado olímpico. Diferentemente da maioria das regiões olímpicas na história dos Jogos, o legado irá além da esfera esportiva. Está focado, principalmente, em gerar áreas de lazer para a população. 

via Divulgação Ministério do Esporte
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As modalidades de Canoagem Slalom, BMX e Mountain Bike foram agrupadas em uma mesma área de Deodoro devido a sua afinidade esportiva – todas são consideradas radicais. O projeto deu sentido a esse conjunto de equipamentos, atribuindo a ideia de um parque público, capaz de abrigar instalações complementares, como pista de skate, área para piquenique, salas multiuso e trilhas suspensas, gerando assim o Parque Radical, segundo maior parque público do Rio de Janeiro na região com o maior número de jovens e com um dos menores IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) da cidade.

A criação do Parque Radical reforça as perspectivas de desenvolvimento social e esportivo da juventude local. A previsão é que Deodoro atenda, em legado, a 1,5 milhão de moradores de 10 bairros e três municípios. Com 490 mil metros quadrados, sendo 60% de área verde, o Parque Radical reforça a importância da preservação da vegetação local, que será enriquecida com plantio de espécies nativas da Mata Atlântica, e contribui para a construção de um vínculo afetivo da população com a cidade por meio da interação com o meio ambiente.

via Divulgação Ministério do Esporte
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Essa é uma situação única que oferece oportunidade de mudança para a população e consolidação de um dos legados mais simbólicos para o Rio de Janeiro. Um parque urbano, em umas das áreas mais carentes da cidade, que cumpre suas funções socioambientais e conecta o sistema de mobilidade de transporte público, já disponível no local. Um grande parque que está conectado com a cidade. Um equipamento público de escala metropolitana.

Além da função recreativa, o Parque Radical será utilizado como local de treinamento e formação de atletas para as modalidades de Canoagem Slalom, BMX e Mountain Bike. Outro legado de Deodoro será a Arena da Juventude. O edifício, que durante os Jogos Olímpicos sediará competições de Basquete Feminino e do Esgrima do Pentatlo Moderno, irá se transformar em um centro de formação e aprimoramento de atletas, dando continuidade a um trabalho que já vem sendo desenvolvido em Deodoro e foi evidenciado pelos Jogos Pan-Americanos 2015, em Toronto. Quase metade das medalhas conquistadas pelo Brasil – mais precisamente 48% – foram de atletas-militares que integram o Programa de Alto Rendimento dos Ministérios da Defesa e do Esporte. 

via Divulgação Ministério do Esporte
via Divulgação Ministério do Esporte

O Parque Olímpico de Deodoro existe desde 2007, quando foi criado para os Jogos Pan-americanos. Um dos maiores desafios do projeto para a RIO 2016 foi adaptar as instalações esportivas já existentes aos padrões olímpicos e integrá-las às novas, formando uma unidade, e ainda torná-las úteis e econômicas em legado. Acentuaram a complexidade do projeto a declividade do terreno e a presença de uma linha férrea, duas avenidas e um rio que cortam a região.

Por se tratar de uma grande área, Deodoro foi dividido em setor Norte e Sul; o Norte está subdivido nas Zonas A e B; o Sul concentra a Zona C. A Zona A abriga o Parque Radical, que inclui Estádio Olímpico de Canoagem Slalom, Centro Olímpico de BMX e Parque Olímpico de Mountain Bike. A Zona B é composta pela Arena da Juventude, Centro Nacional de Tiro, Centro Aquático de Deodoro, Estádio de Deodoro e Centro Olímpico de Hóquei sobre Grama. Já a Zona C é o Centro Olímpico de Hipismo, formado pelo Circuito de Cross Country, Arena Central, Vila dos Tratadores, Clínica Veterinária, Ferradoria, Estábulos, Pista de Treinamento, Coliseu, Girador e Abrigo de Resíduos Orgânicos.

Masterplan
Masterplan

Este projeto é resultado de uma concorrência pública internacional da qual o escritório de arquitetura Vigliecca & Associados, por meio de um consórcio, foi o vencedor. A concorrência, promovida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro em 2013, determinava a elaboração do projeto e do plano geral urbanístico do Parque Olímpico de Deodoro.

via Divulgação Ministério do Esporte
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Galeria do Projeto

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Localização do Projeto

Endereço: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: "Olimpíadas Rio 2016: Parque Olímpico de Deodoro Rio 2016 / Vigliecca & Associados" 09 Mai 2016. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/787047/parque-olimpico-de-deodoro-rio-2016-vigliecca-and-associados> ISSN 0719-8906

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