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Escritório Secondhome Londres / Selgascano

Escritório Secondhome Londres / Selgascano
Escritório Secondhome Londres / Selgascano, ©  Iwan Baan
© Iwan Baan

©  Iwan Baan ©  Iwan Baan ©  Iwan Baan ©  Iwan Baan + 16

  • Arquitetos

  • Localização

    68-80 Hanbury Street, Londres E1 5JL, Reino Unido
  • Arquitetos Associados

    José Selgas, Lucia Cano
  • Área

    2.400 m²
  • Ano do Projeto

    2014
  • Colaboradores

    Paolo Tringali, Víctor Jiménez, Bárbara Bardín, María Levene, Inés Olavarrieta
  • Arquiteto de Orçamentos

    Jackson Coles
  • Administração da Construção

    OD Group
  • Engenheiros Estruturais

    Tibbalds
  • Projeto de Mobiliário

    Selgascano / Secondhand design furniture
  • Mais informações Menos informações
©  Iwan Baan
© Iwan Baan

Descrição enviada pela equipe de projeto. O escritório situa-se na região de Spitafields, no bairro de East End, da cidade de Londres, ao lado do alternativo mercado de Brick Lane. Possui um conceito de espaço de trabalho compartilhado (coworking space) para hospedar cerca de 30 empresas com um nível de alternatividade parecido ao bairro, de pequenas escalas e bastante relacionadas à tecnologia. A possibilidade de aluguel dos distintos escritórios é múltipla e muito elástica no tempo, variando de um posto individual de trabalho a um grande espaço comum onde cabem cerca de 75 pessoas, passando por estúdios para 5, 7, 10, ou até 20 pessoas.

©  Iwan Baan
© Iwan Baan

Mas o mais importante no programa são os espaços comuns, que podem ser utilizados por quaisquer membros. Existem sete salas de reunião, vários espaços de descanso onde pode-se ler ou conversar, uma ampla zona de bar-cafeteria, onde o café é grátis e pode-se comer por cerca de 5 libras por dia, e uma zona mista de trabalhos-eventos onde a grande mesa de trabalho eleva-se para o teto deixando o espaço livre para qualquer atividade, desde yoga e pilates matutinos, até apresentações noturnas, festas, peças, conferências, cinema, etc.

©  Iwan Baan
© Iwan Baan

Até o momento em que começamos a escrever esse texto, 21 de setembro de 2014, temos trabalhado com esse projeto num intenso e rapidíssimo processo, todo realizado em menos de 8 meses. Agora, com a construção iniciada e com o processo mais intenso (a obra teria que ser entregue em novembro daquele ano), conseguimos tirar um pequeno intervalo para uma reflexão sobre o projeto, seus motivos, necessidades e possíveis realidades ou virtudes. Entendemos que uma das primeiras perguntas que será feita por todos, inclusive nós mesmos, é o motivo do uso tão exagerado da curva, ou por que um espaço com uma ortogonalidade e uma trama simples de pilares acaba convertendo-se num espaço tão complexo e denso, fluido e contínuo?

Planta Baixa - Térreo
Planta Baixa - Térreo
Planta Baixa - 1° Pavimento
Planta Baixa - 1° Pavimento

A resposta a essa primeira pergunta é, na realidade, tão banal como todas as realidades: é puramente uma questão econômica. O próprio conceito de secondhome implicava a inevitável necessidade, bastante atingida finalmente, de ocupar, com pequenos espaços de trabalho, cada esquina e áreas banhadas pela luz do dia. Além disso, havia a necessidade de poder entrar em cada uma dessas diferentes áreas pelos extremos; com nenhum espaço desperdiçado, uma esquina que não servisse para algo, ou que não houvesse um ângulo onde alguém não pudesse sentar e trabalhar, conversar ou relaxar. Esse manejo da economia, em sua mais ampla e original acepção, até um limite máximo, é algo que sempre nos deixa muito tranquilos e satisfeitos com um dever cumprido, ainda que, por outro lado, a alta densidade que envolve essa completa ocupação e aproveitamento dos espaços ao limite, converte-se em uma das nossas maiores incógnitas sobre como realmente funcionará o futuro, com tantas pessoas trabalhando juntas em espaços muito concentrados.

©  Iwan Baan
© Iwan Baan

Por isso, procuramos limitar esse possível caos e o labirinto que poderia provocar essa situação de complexidade, com dois truques: primeiro com uma permanente fluidez visual e física de todo o conjunto, que evita a sensação de estar perdido ou fechado em algum local; e segundo com um total controle da acústica, onde colaboram carpetes e tetos absorventes, mas também a forma curva contínua que propaga o som em todas as direções. Além disso, ao empregar essa continuidade como antídoto da densidade, são atingidas reações secundárias que fazem aumentar a força de todo o espaço, tornando-o uma totalidade, algo único e unido, parecendo maior do que realmente é. E essa é exatamente nossa dúvida nesses dias: Será que permanecerá realmente assim no final? Será um espaço em que a transparência e as reflexões acabem simplificando-se ou complexificando-se tanto que se consiga abrir o espaço e fazê-lo infinito e muito acolhedor ao mesmo tempo? E, mais importante, acabará se atingindo um espaço em que a arquitetura acabe dissolvida num ar caseiro? Essa foi justamente o pedido dos idealizadores do projeto, Sam e Rohan, no início: Um escritório como uma casa? Ou uma casa como um escritório?

©  Iwan Baan
© Iwan Baan

"Daqui cinco a dez anos todos vamos trabalhar de casa. Mas aí precisaremos de casas maiores, grandes o suficiente para serem usadas para reuniões. E escritórios serão convertidos em habitações". Rem Koolhaas, The Generic City 1994

©  Iwan Baan
© Iwan Baan

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Selgascano
Escritório
Cita: "Escritório Secondhome Londres / Selgascano" [Second Home London Office / Selgascano] 13 Jul 2015. ArchDaily Brasil. (Trad. Souza, Eduardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/770151/escritorio-second-home-londres-selgascano> ISSN 0719-8906

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