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Museu do Futebol / Mauro Munhoz Arquitetura

  • 05:00 - 19 Novembro, 2014
Museu do Futebol / Mauro Munhoz Arquitetura
Museu do Futebol / Mauro Munhoz Arquitetura, A Sala da Exaltação, espaço onde a estrutura da arquibancada se descola do talude que a apoia, evidencia ao máximo a intenção de colocar o visitante em contato direto com a arquitetura original e com a topografia que tanto influenciou o desenho do bairro e do próprio estádio. Ali, os taludes estão aparentes e o cheiro da terra úmida completa a experiência sensorial. © Nelson Kon
A Sala da Exaltação, espaço onde a estrutura da arquibancada se descola do talude que a apoia, evidencia ao máximo a intenção de colocar o visitante em contato direto com a arquitetura original e com a topografia que tanto influenciou o desenho do bairro e do próprio estádio. Ali, os taludes estão aparentes e o cheiro da terra úmida completa a experiência sensorial. © Nelson Kon

O projeto envolveu o restauro do edifício frontal do Estádio do Pacaembu, inaugurado em 1940. © Nelson Kon Suspensa por tirantes de aço, uma passarela de madeira instalada no pórtico monumental une as duas metades do percurso e promove um diálogo com o espaço externo, a Praça Charles Miller. © Nelson Kon No saguão de entrada, fica clara uma das maiores operações do projeto: a remoção de alvenarias, lajes, vigas e pilares para que a estrutura original do estádio ficasse visível. Assim, a arquitetura se tornou parte integrante da experiência museográfica. © Nelson Kon Atividades independentes alocadas no limiar entre o edifício do Museu e a praça atraem novos frequentadores para o local, antes subutilizado apesar de seus 30 mil metros quadrados de área. © Nelson Kon + 18

  • Arquitetos

  • Localização

    Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, São Paulo - São Paulo, 01234-010, Brasil
  • Autor

    Mauro Munhoz
  • Coautores

    Daniel Pollara e Paula Bartorelli
  • Equipe de Projeto

    Laércio Monteiro, Guilherme Zoldan, Paula Thyse, Vivian Santinon, Mariane Bona, Renata Swinerd, Lais Delbianco, Luiz Henrique Ferreira, Eloise Amado, Suzana Barboza, Sarah Mota Prado, Carolina Maihara, Pedro Simonsen e Luis Felipe Bernardini
  • Área

    6900.0 m2
  • Ano do projeto

    2008
  • Fotografias

  • Curadoria

    Leonel Kaz
  • Museografia

    Daniela Thomas, Felipe Tassara
  • Gerenciamento da obra

    Engineering
  • Construção

    Concrejato
  • Estrutura

    Julio Timerman / Cel Engenharia
  • Fundações

    Eliana Joppert / Infra Estrutura Engenharia
  • Climatização

    Eduardo Kaiano / Thermoplan Engenharia Térmica
  • Acústica

    Passeri & Associados
  • Automação e cabeamento

    Jugend Engenharia
  • Instalações

    Nestor Caiuby (hidráulica, incêndio); Norberto Glawez (elétrica)
  • Luminotécnica

    LD Studio
  • Esquadrias

    DQ Projetos em Esquadrias
  • Passarelas de Madeira

    Helio Olga / ITA Construtora
  • Áudio e Vídeo

    Loudness Projetos Especiais; KJPL Peter Lindquist
  • Acessibilidade

    Bosco & Associados
  • Consultoria em restauro

    Wallace Caldas
  • Comunicação visual

    Vinte Zero Um Comunicação
  • Mais informações Menos informações
O projeto envolveu o restauro do edifício frontal do Estádio do Pacaembu, inaugurado em 1940. © Nelson Kon
O projeto envolveu o restauro do edifício frontal do Estádio do Pacaembu, inaugurado em 1940. © Nelson Kon

Descrição enviada pela equipe de projeto. Instalado sob a arquibancada norte do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, em São Paulo – o Museu do Futebol celebra o esporte que se tornou uma das mais conhecidas manifestações brasileiras. Arquitetura, museografia e curadoria integram-se para mostrar como o futebol ajudou a formar a identidade do país e, ao mesmo tempo, deixou-se influenciar e aprimorar pela cultura nacional. Inaugurado em setembro de 2008, o museu ocupa uma área de 6 900 metros quadrados de frente para a praça Charles Miller. 

Suspensa por tirantes de aço, uma passarela de madeira instalada no pórtico monumental une as duas metades do percurso e promove um diálogo com o espaço externo, a Praça Charles Miller. © Nelson Kon
Suspensa por tirantes de aço, uma passarela de madeira instalada no pórtico monumental une as duas metades do percurso e promove um diálogo com o espaço externo, a Praça Charles Miller. © Nelson Kon

História

A relação entre esporte e cultura está presente no bairro do Pacaembu desde seu surgimento, nas primeiras décadas do século XX. Barry Parker, urbanista inglês contratado pela Cia City para projetar o bairro nos moldes de uma cidade-jardim, levou em conta as observações de seu colega francês Joseph Bouvard e sugeriu que a grota rebelde, inadequada para a ocupação com casas, fosse utilizada para abrigar um estádio, já que as proporções do vale eram tão perfeitas para isso – os taludes laterais pareciam feitos sob medida para abrigar as arquibancadas. 

Atividades independentes alocadas no limiar entre o edifício do Museu e a praça atraem novos frequentadores para o local, antes subutilizado apesar de seus 30 mil metros quadrados de área. © Nelson Kon
Atividades independentes alocadas no limiar entre o edifício do Museu e a praça atraem novos frequentadores para o local, antes subutilizado apesar de seus 30 mil metros quadrados de área. © Nelson Kon

O projeto do escritório Severo Villares para o estádio do Pacaembu, além de respeitar a topografia do terreno, sublinha a vocação daquele espaço para o uso coletivo. À frente do estádio, reservou um terreno de 30 mil metros quadrados para uma praça – que, com o passar dos anos e devido a políticas públicas que valorizaram o transporte individual em detrimento do coletivo, transformou-se num estacionamento. 

No saguão de entrada, fica clara uma das maiores operações do projeto: a remoção de alvenarias, lajes, vigas e pilares para que a estrutura original do estádio ficasse visível. Assim, a arquitetura se tornou parte integrante da experiência museográfica. © Nelson Kon
No saguão de entrada, fica clara uma das maiores operações do projeto: a remoção de alvenarias, lajes, vigas e pilares para que a estrutura original do estádio ficasse visível. Assim, a arquitetura se tornou parte integrante da experiência museográfica. © Nelson Kon

Ao propor a instalação do Museu do Futebol no edifício frontal do estádio, voltado para a praça, o projeto de arquitetura se conecta às intenções do projeto urbanístico feito no começo do século e resgata suas propriedades para o uso coletivo. Distribuídas no térreo do edifício, diversas atividades independentes do Museu, como um auditório, um bar e uma loja, dão novo sentido à monumental galeria porticada e convidam os visitantes a permanecer naquele espaço, apropriando-se dele. Dessa forma, o Museu torna-se um instrumento de revitalização do espaço público vizinho, na medida em que atrai as pessoas para ele. E essa qualidade provavelmente não seria possível se o atrativo não estivesse tão diretamente ligado a uma das mais poderosas manifestações culturais brasileiras, o futebol.

Corte
Corte

Em 2013, dentro do espaço do museu, foi aberto ao público o Centro de Referência do Futebol Brasileiro. Área responsável pela dinamização dos conteúdos do Museu do Futebol, com biblioteca e midiateca, o centro de referência também tem projeto arquitetônico da Mauro Munhoz Arquitetura.

Suspensa por tirantes de aço, uma passarela de madeira instalada no pórtico monumental une as duas metades do percurso e promove um diálogo com o espaço externo, a Praça Charles Miller. © Nelson Kon
Suspensa por tirantes de aço, uma passarela de madeira instalada no pórtico monumental une as duas metades do percurso e promove um diálogo com o espaço externo, a Praça Charles Miller. © Nelson Kon

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato. Cita: "Museu do Futebol / Mauro Munhoz Arquitetura" 19 Nov 2014. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/757567/museu-do-futebol-mauro-munhoz-arquitetura> ISSN 0719-8906