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Centro de Saúde CAP Salt 2 / BAAS

Centro de Saúde CAP Salt 2 / BAAS
Centro de Saúde CAP Salt 2 / BAAS, © Pedro Pegenaute
© Pedro Pegenaute

O projeto deste centro de saúde garante um equilíbrio entre os aspectos econômicos e funcionais, abrindo o piso térreo para uso público e racionalizando o espaço interior através do agrupamento de zonas  funcionais. Essas zonas funcionais são separadas por pátios adjacentes que, ao mesmo tempo, subdividem a área da instalação em espaços menores e mais humanizados.  O primeiro andar e o térreo abrigam a administração e áreas de consultas respectivamente.
A divisão do edifício foi projetada para garantir a privacidade do usuário.

Esquemas acessibilidade

Janelas com vista para os pátios se alternam entre baixo nível na sala de espera e de alto nível nas salas de consulta, garantindo ventilação natural constante e luz solar sem qualquer intrusão visual ou física que seja.
As dimensões e as proporções, tanto interiores e exteriores, haste da adoção dos critérios de construção de pré-fabricados e da utilização de elementos regulares e modulares. Isso favorece a construção rápida e simples, ajudado pela montagem de material seco a cortar custos.
O prédio fica semi-enterrado em relação ao nível da rua, o que gera privacidade, sem a necessidade de separações físicas. Na mesma linha, a cor escura, em larga escala e a altura do pórtico de entrada reduzido protegem o interior do exterior e resguardam os processos internos.
De fora, a pesada porém equilibrada  imagem do edifício se harmoniza com o entorno industrial. Os painéis galvanizados da fachada refletem os tons de luz em constante mudança ao longo do dia.

© Pedro Pegenaute

O conceito

Levar a arquitetura  de pré-fabricação industrial aos limites. O projeto foi concebido como um diagrama conceitual.  A estrutura, o fechamento da fachada, a compartimentação interior, os tetos falsos e outros elementos são todos percebidos como uma fusão de produtos de catálogo baseados em uma modulação rigorosa para construção seca. Isso possibilitaria a construção futura sistematizada de outras instalações similares, economizando tanto tempo quanto custos.

Planta Térreo

O projeto

O Pavimento térreo se desenvolve com todas as áreas de acesso público, com exceção de algumas áreas privadas do primeiro andar. Esse pavimento assume a forma de um pedaço sólido, praticamente cego dada as exigências de privacidade inerentes a um centro de saúde. Para evitar aberturas ao nível da rua e devido ao uso do edifício, os pátios harmonizam com as áreas de consulta, concedendo, assim, ventilação natural e luz solar.

Planta 1º pavimento

Além de fornecer as condições ótimas para o centro de saúde, os ditos pátios atuam como um filtro entre os consultórios e as salas de espera. Cada peça tem uma abertura fora de sincronia, de forma que raios de luz solar ainda que vistos diretamente são impossibilitados. Os consultórios tem janelas em tiras em níveis altos enquanto que na sala de espera elas são em baixo nível. No pavimento térreo a estrutura se abre para fora somente para iluminar e ventilar a linha de consultórios a cada extremo. Essas aberturas são convenientemente protegidas por persianas de alumínio.
Além dessas aberturas, no canto há uma saída de aço que leva à entrada do edifício.

© Pedro Pegenaute

Os pátios, em regulares seções transversais ao nível do chão, organizam um layout de compartimentos totalmente homogêneos e repetitivos apenas interrompido por um corredor estilo espinha de peixe que completa o chão e está posicionado de forma que desconecta  a linha de salas de consulta e delimita espaços voltados para certas funções, como a área de recepção, seção de educação em saúde e áreas de serviço.
O nível superior é simplesmente uma extensão levantada de uma das baías do andar térreo e um layout de corredor central e escritórios que se abre para o exterior assim como acontece  no piso térreo: com uma janela em tira protegida por uma persiana. Do primeiro andar pra cima, o edifício simplesmente surge na forma de uma fachada de teto aberto, ocultando as instalações, mas fornecendo ventilação.

A imagem

Levando em consideração os arredores da instalação – marcadamente industrial – a imagem do edifício é categoricamente rotunda. Um reluzente  prisma exterior extremamente opaco  garante máxima privacidade, ainda, em contraste, o interior é inundado com luz natural entrando pelos pátios internos.

© Pedro Pegenaute

Materiais

A utilização de elementos pré-fabricados industrialmente, dependendo de onde e como, pode se fundir e levar a resultados surpreendentes dignos da base preconcebida esperada pelo fabricante.
O ponto de partida – a estrutura – é baseada ao redor de um sistema modular e repetitivo em meia seção de pilares e vigas pré-fabricadas em uma contínua fundação moldada in loco. As lajes, paredes e telhados são então adicionados recorrendo a painéis em forma de colmeia de tamanho padrão pré-esforçados de concreto. Os pilares delineiam o chão liberando todos os espaços interiores de qualquer elemento estrutural. A exceção é o pórtico com estrutura de metal.

Corte

Fachadas

As fachadas consistem de um acabamento galvanizado em folha em forma de Z, suportado por recipientes de metal que contêm o isolamento térmico e estão ligadas à estrutura do edifício.
Nos extremos, as fachadas com as janelas que se abrem para a rua são protegidas do sol por persianas metálicas galvanizadas mecanicamente operadas. No nível da rua, um pedestal de concreto resistente separa e fecha a fachada metálica do pavimento. As calhas e rufos usam o mesmo tipo de metal, assim, conferem uniformidade a todo o edifício.
O telhado é caracterizado pela sua simplicidade. O uso de filtros de telhas dá uma inclinação de 0%, poupando as camadas de inclinação e, ao mesmo tempo servindo como revestimento.

© Pedro Pegenaute

Ficha técnica:

Equipe:

  1. Arquiteto: Jordi Badia
  2. Colaboradores: Daniel Guerra, Rafael Berengena, Andreu Orradre

 

 

Informação Complementar:

  1. Estrutura: Eduard Doce, architect
  2. 
Cálculo: FCA Forteza Carbonell Associats
  3. Serviços: Consulting Lluís Duart
  1. Cliente: GISA. Gestió d’infraestructures S.A. – Departament de Sanitat
  2. Ano do projeto: 2004
  3. 
Ano de construção: 2006-2008

 

Sobre este escritório
BAAS - Jordi Badia

Escritório
Cita: Paula Garcia Monteiro. "Centro de Saúde CAP Salt 2 / BAAS" 19 Jun 2012. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/54460/centro-de-saude-cap-salt-2-baas> ISSN 0719-8906