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Instituto de Pesquisas Biotecnológicas / De La Fuente + Luppi + Pieroni + Ugalde + Winter

Instituto de Pesquisas Biotecnológicas / De La Fuente + Luppi + Pieroni + Ugalde + Winter
Instituto de Pesquisas Biotecnológicas / De La Fuente + Luppi + Pieroni + Ugalde + Winter, © A3 Luppi Ugalde Winter
© A3 Luppi Ugalde Winter

© A3 Luppi Ugalde Winter © A3 Luppi Ugalde Winter © A3 Luppi Ugalde Winter © A3 Luppi Ugalde Winter + 39

  • Arquitetos colaboradores

    Gisela Carreras, Camila Corti, Ángeles Cases
  • Equipe de Projeto

    Marta Oguievski, Gilda Méndez
  • Promotor

    Universidad de San Martin
  • Construtor

    Casago SA
  • Imagens digitais

    XYZ Render - Damian Levin
  • Mais informações Menos informações
© A3 Luppi Ugalde Winter
© A3 Luppi Ugalde Winter

Descrição enviada pela equipe de projeto. O IPB - Instituto de Pesquisas Biotecnológicas, se encontra localizado no Campus Miguelete da Universidade San Martín, na província de Buenos Aires. O edifício de 4000 m2 abriga as atividades relacionadas com a ciência, a educação e a pesquisa.

Este laboratório esta implantado dentro de um plano diretor junto com outros edifícios tanto educativos como administrativos e de equipamentos. Recostado sobre as vias da ferrovia Mitre, se desenvolve longitudinalmente com vistas para a Avenida 25 de Mayo, artéria principal de acesso ao prédio. Esta nave de forte presença volumétrica assume o papel principal frente a diversidade edílicia da avenida e a velocidade do trânsito tanto veicular como ferroviário.

© A3 Luppi Ugalde Winter
© A3 Luppi Ugalde Winter

CONCEPÇÃO

Concebido como um espaço de intercâmbio científico e cultural, transcende seu uso específico como laboratório, convertendo-se em um edifício para a democratização da pesquisa e da ciência.

A característica diferencial deste laboratório está radicada no conceito inovador de sua planta tipo, aberta e livre, onde os laboratórios e postos de trabalho se encontram articulados pela circulação, espaços de equipamentos e reuniões.

A escada, os vazios, as pontes e a entrada de luz formam uma peça única que da para a circulação o clima de passeio e percurso onde o vínculo das pessoas que trabalham no edifício é constante.

© A3 Luppi Ugalde Winter
© A3 Luppi Ugalde Winter

ORGANIZAÇÃO

O edifício se estrutura através de uma planta térrea e mais três andares. O andar térreo se desenvolve como um grande espaço público onde se localizam o setor administrativo, as aulas teóricas, os laboratórios escola e o auditório com seu pátio inglês.

Em relação franca e transparente com o verde do campus, o interior e o exterior se confundem e os limites se confundem, gerando a sensação de estar em um espaço aberto.

ESQUEMAS ÁREAS DE TRABALHO
ESQUEMAS ÁREAS DE TRABALHO

No 2º e 3º andar se localizam as áreas de laboratórios propriamente ditas.

Naves amplas e despojadas permitem o desenvolvimento das gôndolas de pesquisa. Estes espaços se encontram abastecidos por recintos específicos de alto grau de requerimento quanto a segurança e tecnologia.

Áreas de cultivo de células, bioteério, lavados, freezers e geladeiras se posicionam em torno a estas grandes naves.

No 4º andar se desenvolvem as atividades de difusão, refeitório e dormitório para visitantes ocasionais.

© A3 Luppi Ugalde Winter
© A3 Luppi Ugalde Winter

UM JOGO DE CONTRASTES

Um desenho rápido de raias horizontais e uma caixa preta misteriosa dialogam em um jogo de harmoniosa tensão. O concreto se converte em um material plástico, um tapete com o brilho extraído da cofragem, onde se destacam as faixas de textura das tábuas e os jateados.

Os vãos geram volumes, as vezes a pele passa pela frente e outras vezes no jogo de cheios e vazios se completa pela frente com carpintaria.

As luzes e as sombras armam um desenho dinâmico que muda com o passas das horas e das estações. Frente à contundência de sua morfologia, o edifício se apoia suavemente sobre o passeio universitário, quase transparente, deixando colar o verde do campus no seu interior. Uma grande explanada convida para o acesso.

© A3 Luppi Ugalde Winter
© A3 Luppi Ugalde Winter

A massa de concreto se perfura de maneira diferente para os trilhos. Um mesmo conceito, para outra velocidade de visualização e outro uso interno, os naves de laboratório.

O interior é predominantemente branco e os brilhos jogam um papel fundamental. As divisões são virtuais, materializadas por vidros que limitam mas que ao mesmo tempo unem. O uso da cor corresponde aos volumes de equipamento técnico e os núcleos verticais de circulação.

© A3 Luppi Ugalde Winter
© A3 Luppi Ugalde Winter

SINTÊSE

O IPB é um edifício que desafia as pautas pré estabelecidas para um programa de laboratórios, onde a matéria prima é o intercâmbio cultural personificado no percurso da circulação e espaços abertos. Um edifício que combina uma forte presença volumétrica exterior com um interior onde a luz é quem limita os espaços em um jogo de brilhos e transparências.

Planta Baixa
Planta Baixa

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: "Instituto de Pesquisas Biotecnológicas / De La Fuente + Luppi + Pieroni + Ugalde + Winter" [Instituto de Investigaciones Biotecnológicas / De La Fuente + Luppi + Pieroni + Ugalde + Winter] 10 Mar 2014. ArchDaily Brasil. (Trad. Márquez, Leonardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/182185/instituto-de-pesquisas-biotecnologicas-slash-de-la-fuente-plus-luppi-plus-pieroni-plus-ugalde-plus-winter> ISSN 0719-8906

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