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Museu Mary Rose / Wilkinson Eyre Architects

  • 21:00 - 2 Julho, 2013
  • Traduzido por Naiane Marcon
Museu Mary Rose / Wilkinson Eyre Architects
© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

© Hufton+Crow © Hufton+Crow © Hufton+Crow © Hufton+Crow + 6

  • Engenharia estrutural, mecânica e elétrica

    Ramboll
  • Gerente de projeto

    Second London Wall
  • Topografia

    Davis Langdon
  • Construtora

    Warings
  • Construtora de equipamentos

    8Build
Museu Mary Rose / Wilkinson Eyre Architects, © Hufton+Crow
© Hufton+Crow

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto do novo Museu Mary Rose - de Wilkinson Eyre Architects (arquiteto e chefe da equipe de projeto) e Pringle Brandon Perkins+Will (arquiteto de interiores) - é uma história de colaboração, com a equipe combinando preservação delicada, arquitetura contemporânea e conhecimento técnico especializado. O resultado é um projeto verdadeiramente único que revela os segredos do famoso navio Tudor, depois de 30 anos da retirada do casco do Mary Rose de Solent, onde esteve por 437 anos. Como elaborar uma caixa de jóias para abrigar uma pedra preciosa, a equipe criou em conjunto edifício e interior que projeta e exibe o Mary Rose. Projetado de dentro para fora, o edifício do museu se baseia no navio histórico, permitindo que seu casco, artefatos e exposições tenham papel principal e criem uma experiência para o visitante condizente com esta notável peça histórica.

© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

No coração do projeto, dentro de um ambiente cuidadosamente controlado, está o estibordo do casco do Mary Rose. Ao seu lado, um casco de bombordo virtual foi criado três níveis acima para exibir o navio e abrigar a galeria. Guardando o Mary Rose e a maior coleção de artefatos Tudor do mundo encontra-se uma forma arquitetônica que faz alusão ao significado histórico da coleção do museu e anuncia a chegada de uma nova atração cultural principal. Chris Wilkinson, diretor e fundador de Wilkinson Eyre Architects, disse: "Quando você tem um tesouro como o Mary Rose, que continua a capturar a imaginação do mundo, a arquitetura do edifício tem um papel coadjuvante. Entretanto, o prédio tem uma parte muito importante no projeto do Museu e sua coleção notável para o mundo, intrigando e elevando a experiência do visitante desta grande atração cultural."

© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

Chris Brandon, diretor de Pringle Brandon Perkins+Will (PBP+W), disse: "Este museu é o único no mundo a se inspirar nas descobertas arqueológicas do Mary Rose e do próprio navio. Nosso papel foi criar um espaço para exibir o Mary Rose e seus artefatos de forma condizente com sua importância, então projetamos um museu que recriaria a experiência de estar a bordo do navio há centenas de anos e criamos uma galeria para destacar seu conteúdo precioso. Vindo de uma base de arqueólogo marinho, eu finalmente posso unir minhas duas paixões na vida - arquitetura e arqueologia marinha. Eu espero que os visitantes estejam tão animados com o resultado quanto eu. Quando se trabalha com um artefato tão incrível como o Mary Rose, a arquitetura deve complementar e não distrair. Neste caso, o desafio foi encontrar a linguagem correta que ajudasse a articular a história sendo contada pelo museu, e adicionar uma obra de arquitetura contemporânea a Portsmouth Historic Dockyard. Esta forma simples e puramente elíptica do novo edifício é derivada da geometria circular, ecoando a forma do Mary Rose; sua madeira é remanescente do casco histórico do navio, mostrando os métodos inovadores de construção de caravelas do século XVI. Além de incorporar ao edifício sua herança marítima, a madeira foi manchada de preto para refletir a arquitetura vernacular inglesa de galpões de barcos."

© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

Os desafios do contexto histórico do local, ao lado de HMS Victory e dos edifícios listados de Admiralty, são compostos por sua própria natureza: um porto seco do final do século XVIII que está listado como um monumento antigo. Houve cuidado para manter a altura do museu tão baixa quanto possível para permanecer sensível às proporções e escala dos edifícios ao redor. O discreto telhado de metal em forma de concha segue esta lógica e reduz o volume interno de espaço, que deve ser ambientalmente controlado em padrões precisos para garantir a conservação do casco. Dois pavilhões retangulares estão ligados a cada lado do edifício principal, um abrigando a recepção da entrada principal, café e loja, e o outro ocupado pelo Learning Centre e a sala principal. A composição geral é uma peça de arquitetura contemporânea, uma forma elegantemente simples com um ar de mistério que incentiva os visitantes a entrar e explorar.

© Hufton+Crow
© Hufton+Crow

A essência do projeto do interior evoluiu a partir do momento no tempo logo antes do Mary Rose naufragar em 19 de julho de 1545. Seguindo a escavação meticulosa e registrando  a localização exata de tudo que era encontrado, a equipe de projeto pôde ver o Mary Rose por dentro e reunir o conteúdo original, armamentos e posses piso por piso. Um casco virtual foi construído para representar o bombordo ausente com todas as armas em suas carretas originais, balas de canhão, móveis, caixas, cordas e equipamentos. Visitantes do museu caminham entre o estibordo preservado e o casco virtual por três níveis, vendo todo o material principal em seu contexto, como se estivessem a bordo do Mary Rose. As galerias finais então interpretam a galeria de contexto piso por piso em vitrines de museus mais convencionais, projetadas por Land Design Studio. A atmosfera de estar no navio é reforçada com as passagens seguindo a forma do convés da popa à proa e tetos baixos no convés inferior. Os espaços são deliberadamente escuros com a luz do dia excluída, com a única iluminação focada nos objetos ou escondida sob o corrimão da passarela, iluminando e recriando os espaços escuros claustrofóbicos abaixo das plataformas. Dois interiores do museu foram projetados, o primeiro para o período de 2013 até 2017/18 e o segundo para depois de 2018. Inicialmente o Mary Rose permanecerá em seu casulo protetor, enquanto seca, e será visto através de janelas nos três níveis da galeria de contexto e dos elevadores. Entretanto, após a conclusão do processo de conservação, as passarelas da galeria serão abertas e o Mary Rose e todo seu conteúdo serão vistos juntos.

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
WilkinsonEyre
Escritório
Cita: "Museu Mary Rose / Wilkinson Eyre Architects" [Mary Rose Museum / Wilkinson Eyre Architects] 02 Jul 2013. ArchDaily Brasil. (Trad. Marcon, Naiane) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/124248/museu-mary-rose-slash-wilkinson-eyre-architects> ISSN 0719-8906

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