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Diagrama: O mais recente de arquitetura e notícia

Diagramação de pranchas de concursos: o que fazer e o que evitar

Participar de concursos de arquitetura pode ser uma boa chance para alavancar um escritório, ou sair um pouco da rotina desenvolvendo ideias que geralmente não passariam pelo crivo de um cliente. Mas, para chamar a atenção dos membros do júri, entre centenas de trabalho, a graficação do projeto desempenha um papel chave. Além de ideias pertinentes aos questionamentos e debates incumbidos é imprescindível uma prancha organizada como síntese do processo. Na tentativa de reunir as ideias de maneira gráfica, uma série de dúvidas surge quanto à maneira de apresentação e como a mesma ajudará na transmissão das ideias contidas no projeto de forma clara para o júri.

Plantas, cortes, elevações, colagens, renderizações, diagramas, textos, elementos gráficos. As dimensões das pranchas não parecem comportar tantas informações. Pensando nisso, reunimos uma série de dicas essenciais ao desenvolvimento de suas pranchas em concursos de arquitetura. Confira a seguir:

Diagrama interativo permite visualizar mapa político da arquitetura mundial

Se tivéssemos que identificar, categorizar e mapear os escritórios emergentes de arquitetura do século XXI ao redor do mundo, e apresentá-los em um diagrama único, como ele seria? Considerando que o exercício profissional da arquitetura consiste em múltiplas abordagens, atitudes e posturas políticas distintas, como seria possível abranger todas elas? E como seria possível, de centenas de escritórios e empresas emergentes no todo o mundo, não deixar ninguém fora?

Dê uma olhada no Mapa político da arquitetura V 0.2. para descobrir.

Curso Livre sobre Diagrama na prática arquitetônica

A Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo promove, em outubro e novembro, a terceira turma do curso livre “O Diagrama como Estratégia Projetual: Teoria e Prática”, organizado pela arquiteta e urbanista Marina Pedreira de Lacerda.

O curso propõe discutir o papel do diagrama como importante ferramenta da prática arquitetônica. “Para compreender toda a potencialidade do diagrama é preciso dominar esse instrumento e isso requer um olhar mais demorado e uma prática

Explodindo o cubo: experimentos com um volume de seis faces

O arquiteto e designer gráfico Yannick Martin, que em outros trabalhos confinou algumas das casas mais icônicas da história da arquitetura dentro de cubos, explora o potencial das linhas e das formas geométricas como ferramentas para estudar a linguagem do diagrama. Ao fragmentar formas simples, Martin busca oferecer novos modos de ver um ícone tão comum e frequentemente empregado cujo potencial, para muitos, passa despercebido.

© Yannick Martin© Yannick Martin© Yannick Martin© Yannick Martin+ 9

Diagramas da Casa Schröder relevam sua genialidade geométrica

Um dos exemplos mais proeminentes do movimento De Stijl, a Casa Schröder, projetada por Gerrit Rietveld em 1925, representa um momento radical na arquitetura moderna. Marcada por formas geométricas puras e cores primárias, as características do movimento são evidentes na abordagem do arquiteto a este projeto. Localizada em Utrecht, a casa apresenta elementos modulares e paredes flexíveis que proporcionam um modo de vida em constante mudança, aspectos que ainda hoje influenciam o design e arquitetura.

Por sua importância, a Casa Schröder tem sido objeto de estudo para muitos arquitetos, artistas e historiadores. Inspirado pelo seu projeto revolucionário, o artista Yun Frank Zhang criou uma série de diagramas analíticos e um vídeo para compreender a funcionalidade, as dimensões e os elementos programáticos da casa. Veja, a seguir, as explorações de Zhang.

Cortesia de Yun Frank ZhangCortesia de Yun Frank ZhangCortesia de Yun Frank ZhangCortesia de Yun Frank Zhang+ 5

Escola da Cidade promove curso livre sobre diagrama na prática arquitetônica (2ª turma)

A Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo promove, em abril e maio, o curso livre “O Diagrama como Estratégia Projetual: Teoria e Prática”, organizado pela arquiteta e urbanista Marina Pedreira de Lacerda.

O curso propõe discutir o papel do diagrama como importante ferramenta da prática arquitetônica. “Para compreender toda a potencialidade do diagrama é preciso dominar esse instrumento e isso requer um olhar mais demorado e uma prática mais apurada, pois, principalmente no campo da arquitetura, o diagrama possui diversas atribuições”, explica Marina de Lacerda.

A proposta é de aulas expositivas com exercícios de desenho que darão suporte

Escola da Cidade promove curso livre sobre diagramas na prática arquitetônica

Escola da Cidade promove, em novembro, o curso livre “O Diagrama como Estratégia Projetual: Teoria e Prática”, organizado pela arquitetura e urbanista Marina Pedreira de Lacerda.

O curso propõe discutir o papel do diagrama como importante ferramenta da prática arquitetônica. “Para compreender toda a potencialidade do diagrama é preciso dominar esse instrumento e isso requer um olhar mais demorado e uma prática mais apurada, pois, principalmente no campo da arquitetura, o diagrama possui diversas atribuições”, explica Marina de Lacerda.

42 croquis, desenhos e diagramas de espaços de trabalho de arquitetos

Mês passado, lançamos uma chamada entre nossos leitores para que nos mostrassem seus locais de trabalho. Foi um verdadeiro prazer receber tantas respostas, cada uma mostrando o talento e criatividade particular -- e a incrível abrangência geográfica -- do público do ArchDaily. Veja, a seguir, nossos favoritos (sem ordem específica) e envie suas opiniões e seu próprio desenho na seção de comentários abaixo.

Palestra “A natureza da imagem: Arquitetura, Clima, e Meios de Comunicação nos anos 50” no Studio-X Rio

Em seu ensaio de 1966, The economics of the coming spaceship Earth, Kenneth Boulding escreveu que "nós estamos no longo processo de uma transição na natureza da imagem que o homem tem de si mesmo e do seu entorno". A afirmação de Boulding ressoa com o surgimento de um novo tipo de desenho arquitetônico: os eco-diagramas dedicados tanto a representar essas relações de mudança quanto a operá-las.