Casa La Extraviada / em-estudio

Casa La Extraviada / em-estudio

© Nin Solis© Diego Padilla Magallanes© Diego Padilla Magallanes© Diego Padilla Magallanes+ 64

Mazunte, México
  • Arquitetos: em-estudio
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  472
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2020
  • Fotógrafo Fotografias:  Emanuel Velásquez, Nin Solis, Diego Padilla Magallanes
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Atelier Central, AutoCAD, Bandido Studio, Ceramica Antique, David Pompa, Dendrón, Encrudo, La Metropolitana, MACERE México, Mosaicos Oaxaca, Namuh, Onora, Porcelanosa, SketchUp, Smeg, Sukabumi, rrres, txt.ure
  • Arquiteto Responsável:Ivan Esqueda Martínez
  • Interiores:Gala Sánchez-Renero
  • Engenharia:Miguel Ángel Márquez Trujillo
  • Carpintaria:Rigoberto Velásquez Pacheco
  • Mestre De Obras:José Noé Pulido López
  • Desenho Arquitetônico:Berenice Galindo
  • Cidade:Mazunte
  • País:México
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© Nin Solis
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© Diego Padilla Magallanes
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"La Extraviada é um peixe que se tornou um sonho, que se tornou um projeto, que se tornou uma casa que olha para o mar". De frente para o Oceano Pacífico, La Extraviada é construída na encosta em frente à tranquila e majestosa praia Mermejita, totalmente cercada pela natureza. Trata-se de uma casa projetada para férias em Mazunte, Oaxaca, onde está sempre quente. Sob esta premissa, a casa foi desenhada pensando nas vistas para o mar e procurando a passagem de ar com aberturas cruzadas que dão frescor aos espaços. É um projeto que não luta contra a natureza de seu contexto e o desgaste causado pela proximidade do mar, do sal, do sol e da umidade, mas os utiliza a seu favor, tornando-os parte dados essenciais para o projeto.

© Nin Solis
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Planta
Planta
© Diego Padilla Magallanes
© Diego Padilla Magallanes
© Diego Padilla Magallanes
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A casa procura se mimetizar na colina adaptando-se à sua topografia, onde os espaços são descobertos à medida que se desce ou sobe a montanha. A volumetria do projeto surge da sobreposição de volumes de pedra, contendo grandes janelas de madeira, que são projetadas uma sobre a outra, adaptando-se à inclinação do terreno, gerando terraços e balanços que dão sombra e acompanham as correntes de vento, criando uma imagem de pedras em equilíbrio na encosta. O acesso é feito pela parte superior do terreno, onde se encontram o estacionamento e a entrada principal.

© Diego Padilla Magallanes
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Planta
Planta
© Diego Padilla Magallanes
© Diego Padilla Magallanes
© Diego Padilla Magallanes
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Para acessar a casa, o habitante desce algumas escadas contidas entre as paredes que levam a um pátio de pedra. A área social é formada por um pavilhão de estrutura de madeira e cobertura de telha de barro que se abre para o terraço e piscina que acompanham a vista para o mar, e é complementada pelo pátio de pedra que protege o espaço e permite o fluxo de ar. Neste pavilhão estão a sala de estar, a sala de jantar e a cozinha, dentro de grandes portas dobráveis de madeira com persianas que se abrem e fecham à medida que o sol, a chuva e o vento exigem.

© Diego Padilla Magallanes
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Corte - DD
Corte - DD
© Diego Padilla Magallanes
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A casa tem quatro dormitórios, dois integrados no bloco principal e dois que podem funcionar como estúdios independentes, pois têm seu próprio acesso a partir da parte inferior do terreno e possuem cozinhas privadas e piscinas de água doce para cada um. De um lado do terraço principal há uma escada que desce entre as paredes que se projetam em grande altura emoldurando a natureza, de onde se tem acesso a dois dos quartos. No lado oposto, há uma escada de pedra que serpenteia pela topografia, imersa na natureza do morro, e que desce até os dormitórios-estúdio e continua até a praia.

© Diego Padilla Magallanes
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Corte - CC
Corte - CC
© Diego Padilla Magallanes
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A maioria dos materiais utilizados na construção vem da região, tais como madeira Macuil na carpintaria e Guapinol na estrutura, e pedra de pedreiras próximas nos pátios e escadas. O telhado do pavilhão principal é feito de telhas de barro liso. Todas as paredes do projeto têm um acabamento de cimento polido misturado com pigmentos marrons, procurando, como no caso do azulejo, imitar os volumes com a gama de tons do ambiente, com o objetivo de que as marcas do tempo sejam parte integrante da imagem do projeto, onde a intempérie dá caráter aos volumes. O concreto aparente, presente em todo o projeto, permite que as formas que o integram surjam no meio do declive íngreme, sendo também uma tela ideal a ser transformada com a passagem da natureza e do tempo.

© Diego Padilla Magallanes
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© Nin Solis
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Sobre este escritório
Cita: "Casa La Extraviada / em-estudio" [Casa La Extraviada / em-estudio] 22 Fev 2021. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/957216/casa-la-extraviada-em-estudio> ISSN 0719-8906

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