Museu de Arte Contemporânea Helga de Alvear / Emilio Tuñón Arquitectos

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  • Arquiteto:Emilio Tuñón Álvarez
  • Cliente:Gobierno de Extremadura e Fundación Helga de Alvear
  • Engenharia Estrutural:Alfonso Gómez Gaite (Gogaite S.L.)
  • Engenharia De Instalações:Úrculo Ingenieros
  • Construtora:VIAS
  • Colaboradores:Carlos Brage, Andrés Regueiro, Ruben Arend, Rosa Bandeirinha, Inés García de Paredes.
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Uma estratégia, não uma forma

O projeto tenta escutar o lugar e imaginar uma cidade possível que, sem renunciar à nossa época, seja capaz de preservar o modo em que a cidade respira.

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Planta +443.50
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Trata-se, portanto, de encontrar o território comum entre o contemporâneo e aquilo que permite à cidade se reconhecer a si mesma; uma figura, ou melhor, uma estratégia, que contenha em si mesma as duas faces.

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Uma estratégia considerada em termos de oportunidades. Um conjunto de regras ditadas pelas preexistências. Uma reinterpretação das mesmas que fazem do projeto, contentor e contido, um presente para a cidade.

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Corte
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Um limite que é ponto de encontro

O terreno conforma uma fronteira na cidade, tanto na história, às margens da idade média do casco antigo, como na geografia, elemento que se eleva e forma as quebras de um vale.

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Axonométrica
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A proposta devolve ao local o caráter de território de trânsito e intercâmbio que foram as zonas "extra-muros", e o transforma em permeável. A partir da rua Pizarro, sob a fachada preexistente, e através do jardim posterior, se desenvolve um percurso público que é uma ligação a mais na cadeia de praças e ruas pelas quais se percorre o Cáceres antigo, e é o modo natural de vencer o desnível que leva à parte nova da cidade.

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Assim como a arte, antes um privilégio de uma elite, se torna acessível, o edifício também se pretende um trompe l´oeil urbano, sem eliminar, mas retorcendo e diluindo o único limite que quase sempre permanece, o que é dos poucos e o que é de todos, articulando no vazio uma artéria pública que atravessa sem tocar a esfera do privado.

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A presença do possível: aquilo que permanece e aquilo que muda

O projeto é fiel à essência do que existe e o conjunto que se propõe não difere muito do que o edifício é hoje: uma casa com um jardim.

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Os traços fortes permanecem, a volumetria rotunda quase intacta, o reflexo distorcido da geometria ortogonal e pedregosa da "Casa Grande", mas o aparente hermetismo dissolve-se nos caminhos exteriores acessíveis. Uma "casa", também em relações às funções, que aloja o núcleo administrativo com que funcionará o centro, e uma "casa nova", para o lazer e o percurso agradável, no qual se localizam também as áreas de armazenamento e as instalações que alimentarão o edifício. 

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Sobre este escritório
Cita: "Museu de Arte Contemporânea Helga de Alvear / Emilio Tuñón Arquitectos" [Museo de Arte Contemporáneo Helga de Alvear / Emilio Tuñón Arquitectos] 14 Mai 2020. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/939227/museu-de-arte-contemporanea-helga-de-alvear-emilio-tunon-arquitectos> ISSN 0719-8906

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