Residência Homescape / MXarchitecture

Residência Homescape / MXarchitecture

© Elias Handelis© Elias Handelis© Elias Handelis© Elias Handelis+ 28

Corfu, Grécia
  • Arquitetos: MXarchitecture
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  595
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2019
  • Fotógrafo Fotografias:  Elias Handelis
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Aerogrammi, AkzoNobel, Alumil, Autrement Metal, Caneplex, Ipo skian, Marmodom, Opitome, Sab International, Salinox, Viotal AVEE Ioannina, Waterworks
  • Arquiteto Responsável:Emmanuel Choupis
  • Diretor De Projeto:Romain Rozan-Gebhard
  • Paisagismo:Jennifer Gay and Piers Goldson
  • Engenharia E Supervisão De Obra:Christos Simonis
  • Fluídos E Conforto:Yannis Tsotsonis
  • Cidade:Corfu
  • País:Grécia
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© Elias Handelis
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Descrição enviada pela equipe de projeto. O lado oeste da topografia da ilha de Corfu é caracterizado por declives irregulares que dominam o mar Adriático. A paisagem é coberta com vegetação típica da região grega mais chuvosa. O terreno de um hectare está situado em um planalto de alto nível, distante cerca de 400 metros da costa. Ele está modelado com níveis artificiais delimitados por muros baixos de pedra bruta, cultivados com frutas e oliveiras. A sensação principal é a de um rico ambiente natural no qual as intervenções humanas fortalecem o espírito do lugar.

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Planta baixa - nível 0
Planta baixa - nível 0
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Incorporar. O projeto procura definir a inscrição mais precisa de uma edificação contemporânea em um ambiente autêntico e em um terreno virgem. Visa a criação de um relacionamento suave e permeável, onde a natureza e o habitat são revelados.

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A maioria dos usos surge em uma única planta no nível mais alto do terreno, a meio caminho dentro da topografia existente, desdobrada em direção à paisagem por meio da laje. O principal espaço comum é implantado no lado oeste do platô, emoldurando as vistas: a inclinação das encostas, uma vila em meio a natureza, uma pequena ilha e o infinito do horizonte. Espaços mais íntimos estão na periferia entre vários prismas que emergem do solo. As instalações de atendimento estão localizadas em ambientes escavados na encosta leste da montanha. Sua extensão sul acomoda uma residência independente que atende ao desejo do proprietário de convidar regularmente artistas para a produção de obras no local. O desenho contínuo dos fluxos de pedestres prefigura o uso público neste local privado como meio de exposição temporário ou permanente.

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Corte
Corte
© Elias Handelis
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Implementar - “mettre en oeuvre”. Os componentes estruturais definem a relação de cheios e vazios, as aberturas estão orientadas para o caminho da luz solar, permitindo que a inércia do piso mineral ou das paredes de pedra atue como um "tanque de aquecimento e resfriamento" natural após o curso diurno-noturno. Dois pátios, um mineral e um natural, consolidam a ventilação de vários lados garantindo o conforto térmico e iluminação natural em todos os espaços habitáveis. O recuo da edificação também explora a continuidade do solo, do natural ao artificial. Todos os telhados verdes participam, além do isolamento térmico, da absorção de água da chuva e sua reciclagem para múltiplos propósitos: sistema de irrigação para o clima seco entre outros usos para a água não potável.

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Esse grande ciclo natural é destacado por um canal de vidro, o principal coletor de fluxo de água da chuva que funciona como uma lacuna luminosa em toda a casa. Esse vazio também pode ser entendido como uma metáfora dos riscos sísmicos da área que exigiram uma determinada espessura de perfis resistente a terremotos, além de modos de montagem capazes de garantir deformações tridimensionais. A materialidade do projeto foi definida como uma combinação em favor de materiais naturais e locais: madeira crua, pedra vermelha, branca e preta, mármore e alumínio.

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Último. Esta proposta considera a sustentabilidade como uma matriz da concepção arquitetônica. A clareza de um padrão extensível estabelece o potencial de transformação a longo prazo e também usa a multiplicidade. A distribuição de massas e espaços vazios contribui para sistemas de conforto baseados em recursos naturais e sua reutilização. A construção com materiais locais e naturais minimiza o impacto ecológico e reforça a associação da edificação ao seu local. É essa forma de associação duradoura, exaustiva e inclusiva que chamamos de "homescape".

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Sobre este escritório
Cita: "Residência Homescape / MXarchitecture" [Homescape House / MXarchitecture] 06 Mai 2020. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/938755/residencia-homescape-mxarchitecture> ISSN 0719-8906

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