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Onde é o banheiro, por favor? / M2.senos

  • 09:00 - 6 Novembro, 2017
Onde é o banheiro, por favor? / M2.senos
Onde é o banheiro, por favor? / M2.senos, © Nelson Garrido
© Nelson Garrido

© Nelson Garrido © Nelson Garrido © Nelson Garrido © Nelson Garrido + 29

  • Arquitetos

  • Localização

    3830 Ilhavo, Portugal
  • Autores

    Ricardo Senos, Sofia Senos
  • Área

    85.0 m2
  • Ano do projeto

    2017
  • Fotografias

© Nelson Garrido
© Nelson Garrido

Descrição enviada pela equipe de projeto. Umas instalações sanitárias num cemitério parece não ser o mais apelativo dos projetos. Nem pelo programa. Nem pelo Sítio. Nem pelo orçamento. Para nós, foi entusiasmante! Tínhamos ali entrado algumas vezes, sempre desconfortáveis, a olhar para o chão para   não tropeçarmos nos caminhos estreitos entre as grandes pedras de mármore. Por isso, quando nos propuseram a reabilitação das casas de banho existentes, foi como se entrássemos naqueles portões pela primeira vez. Percebemos as hierarquias, as ruas, os caminhos, o largo, a igreja, as entradas, as saídas, as árvores, as pedras, e os canteiros verdes; que bonitos e organizados!

© Nelson Garrido
© Nelson Garrido

O edifício (existente) era enorme e descontextualizado. Só coberturas, palas, mesmo ali amarradas à capela. Um sacrilégio logo ao entrar do lado sul daquele espaço. Tudo o que fizemos foi reduzi-lo. Reduzi-lo em tamanho e informação. Um exercício de abstração para gerar um objecto abstrato: sem portas, sem janelas, sem telheiros ou alpendres. O revestimento em azulejo surgiu de forma natural. E verde. O objecto devia identificar-se mais com os elementos naturais, e menos com os construídos, deixando que a igreja, ali tão próxima, se evidencia-se. Para isto, o azulejo devia revestir todo o edifício, fachadas, cobertura, tornando o objecto unitário e neutro. Mas depois surge a realidade: a técnica e a econômica – e ainda bem.

© Nelson Garrido
© Nelson Garrido
Demolição/Reconstrução
Demolição/Reconstrução
© Nelson Garrido
© Nelson Garrido

A equipe de trabalho não tem experiência na aplicação de azulejo? Fica caro e é lento? O desenho resolve! Acrescentam-se rebocos, minimiza-se a exigência das zonas em curva, optimizam-se as estereotomias, simplifica-se a cobertura: um trabalho de detalhe, resolve-se um problema de cada vez. As entradas fazem-se através dos negativos existentes. A sul, projeta-se a entrada para   os novos espaços de apoio aos funcionários do cemitério. A norte, faz-se a entrada principal, a partir da qual se chega a zona central, um espaço ambíguo entre o interior e o exterior, enfatizado pela luz natural e pelo pavimento em calçada portuguesa, prolongamento dos passeios envolventes ao edifício. Neste espaço situam-se os lavabos, e funciona como charneira comum entre as instalações femininas, masculinas e acessíveis.

© Nelson Garrido
© Nelson Garrido

Um edifício sem tecnologia: o vento desumidifica e renova o ar, potenciado pela orientação norte sul. Estruturalmente a cobertura desenvolve-se em vigamento de madeira, com uma velatura branca, que assenta sobre as paredes pré existentes. Todos os interiores são brancos e com iluminação natural através de claraboias, reforçando o conforto lumínico. Grandes bancadas em mármore (material familiar ao recinto) desenham os lava-mãos. Um pouco mais à frente, desenhou-se um queimador de velas em chapa de ferro pintado a negro, robusto e resistente, mas com um desenho delicado. No conjunto, estes dois objetos reforçam a rede hierárquica do cemitério, não deixando de ser, pela sua escala, e pela sua unidade sintética, mais um dos seus “saleiros e pimenteiros”.

© Nelson Garrido
© Nelson Garrido

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Sobre este escritório
M2.senos
Escritório
Cita: "Onde é o banheiro, por favor? / M2.senos" [Where Is The Toilet, Please? / M2.senos] 06 Nov 2017. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/882805/onde-e-o-banheiro-por-favor-menos> ISSN 0719-8906

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