O site de arquitetura mais visitado do mundo
Tudo
Projetos
Produtos
Eventos
Concursos
  1. ArchDaily
  2. Projetos
  3. Aeroporto
  4. Espanha
  5. Estudio Lamela
  6. 2005
  7. Terminal do Aeroporto de Madri-Barajas / Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners

Terminal do Aeroporto de Madri-Barajas / Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners

  • 21:00 - 13 Junho, 2017
  • Traduzido por Lis Moreira Cavalcante
Terminal do Aeroporto de Madri-Barajas / Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
Terminal do Aeroporto de Madri-Barajas  / Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners, Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners

Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners + 27

    • Direção da Obra

      TPS, OTEP, HCA, AHA
    • Instalações

      INITEC, TPS
    • Projeto da Estrutura Principal

      Anthony Hunt
    • Consultores - Projeto de Proteção Contra Incêndios

      Warrington Fire Research
    • Controle de Custos

      Hanscomb y Gabinete de Ingeniería
    • Acústica

      Sandy Brown
    • Consultores em Iluminação

      Jonathan Speirs
    • Paisagismo

      dosAdos
    • Maquetes

      3DD, J. Queipo
    • Construtores

      Terminal: UTE Ferrovial, FCC, ACS, NECSO, SACYR / Satélite: Dragados, OHL / Estacionamento: Dragados
    • Mais informações Menos informações
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners

    Descrição enviada pela equipe de projeto. A Nova Área Terminal (NAT) do Aeroporto Internacional de Madri-Barajas (T4) está localizada a 3 km ao norte dos antigos terminais Barajas T1, T2 e T3. Com um programa de necessidades muito extenso e complexo, o conjunto manteve a ideia original do concurso, respondendo a uma organização básica composta por três edifícios:

    Croquis
    Croquis

    O Edifício de Estacionamento, de 310.000 m², com capacidade para 9.000 vagas.

    Edifício do Terminal, perto do estacionamento e separado deste pelas docas de acesso de veículos. Ele foi projetado para vôos domésticos e Schengen (ou seja, com destino a países da União Europeia). Com cerca de meio milhão de metros quadrados (distribuídos em seis níveis), tem 174 balcões de check-in e 38 posições de contato com as aeronaves e passarelas localizadas na área de embarque que medem 1,2km de comprimento.

    Axonométrica
    Axonométrica
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Croquis
    Croquis

    O Edifício Satélite, localizado entre as novas passarelas (a 2km do Terminal), abriga todos os vôos internacionais não direcionados à UE do NAT. Haverá também uma área adaptável a todos os tipos de destinos: não-UE, internacional, nacional e UE (como um possível complemento ao edifício do terminal). O edifício tem cerca de 300.000 metros quadrados e 26 lugares de estacionamento de aeronaves. Se o tráfego aéreo continuar aumentando, há a possibilidade da construção de um segundo satélite.

    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Croquis
    Croquis
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners

    O Edifício de Estacionamento é constituído por 6 módulos funcionalmente independentes, mas visualmente unificados pelos revestimentos externos e uma cobertura vegetal de 56.000 m². O acesso direto ao estacionamento a partir da estrada (sem passar pelas docas) acontece atravessando uma das seis entradas com barreiras, onde cada veículo é automaticamente atribuído a uma vaga de estacionamento. A partir do estacionamento, o Edifício do Terminal é acessado por uma passarela de pedestres. Ambos edifícios, estacionamento e terminal, são separados pelas docas. Esta é a área onde convergem ônibus, táxis, metrôs, trens e veículos particulares. Espacialmente, as docas são compostas por uma série de vias e plataformas em diferentes níveis, todas abrigadas sob a extensão da cobertura ondulada do terminal.

    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners

    O Edifício do Terminal é caracterizado por três módulos lineares (check-in, processamento, dique), realizando funções diferentes, dependendo dos fluxos de passageiros (chegadas ou partidas). Recepção de passageiros, check-in, controle e embarque para vôos de saída; desembarque, recolhimento de bagagens e saída de passageiros do edifício para vôos de chegada.

    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners

    Estes módulos são separados pelos chamados canhões, que são como grandes fendas de luz, através das quais é possível levar iluminação natural aos níveis mais inferiores do edifício. Assim, os canhões são parte da estratégia global do empreendimento em termos ambientais – iluminação natural, qualidade do ar, entorno natural – que permitem incorporar o uso de energia alternativa, reduzir o consumo energético e, consequentemente, o custo de manutenção e operação. Nestes espaços são onde todos os movimentos verticais dos passageiros são realizados, seja por escadas, rampas ou elevadores. Estes também se constituem como elementos importantes para a orientação do passageiro, pois marcam a sequência de ações que ele deve desempenhar em seu caminho de chegada ou partida.

    A existência de um Edifício Satélite, separado da construção do Terminal, é devida a várias razões. A principal delas é a separação de funções. Foi apresentada a necessidade de criar um edifício capaz de separar os fluxos de passageiros, por motivos de segurança, nos vôos não destinados à UE. Para isso, o dique do Satélite possui uma área elevada (nível 2) que separa o fluxo de chegadas não UE e internacionais. Assim, evita-se a mistura de passageiros de chegada e saída nestes vôos.

    A separação do Edifício do Terminal e Satélite foi determinada por razões aeronáuticas, como a localização e o tamanho das pistas de aterrizagem e decolagem (existentes e novas). Os dois edifícios estão ligados por um túnel sob as pistas. O túnel é composto por dois pavimentos com três vazios cada um. O nível superior tem duas áreas laterais de aproximadamente 10 metros de largura para a circulação de veículos autorizados e um espaço central de 13 metros onde está o Transportador de Passageiros (APM, Automatic People Mover). A porção inferior, com três espaços de dimensões idênticas, é totalmente destinado ao Sistema Automatizado de Manuseamento de Bagagem (SATE).

    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners

    Todos os passageiros que utilizam a NAT Barajas tem que passar pelo Edifício do Terminal, independentemente de seu tipo de vôo, seja partida ou chegada. Isto porque é no Terminal que as funções de check-in e recolhimento de bagagens estão concentradas. Unindo a forma com a função, o uso de sistemas automáticos de transporte passageiros (elevadores, escadas rolantes e esteiras rolantes) em conjunto com a manipulação automática de bagagem (SATE) permitem o movimento paralelo tanto das bagagem quanto dos passageiros. Assim, o Edifício Satélite é reservado principalmente para controles de segurança próprios dos vôos internacionais e o embarque/desembarque de tais vôos. Há acesso direto ao Satélite a partir das vias externas, mas este é reservado apenas ao pessoal autorizado, e não para os usuários do aeroporto.

    Croquis
    Croquis

    O volume total de passageiros que o novo Barajas será capaz de acomodar, incluindo os terminais T1, T2 e T3, será de 70 mil por ano, com possibilidade de movimentar até 18.000 pessoas nas horas de pico. Apesar da magnitude desta atuação, todo o projeto do NAT Barajas visa proporcionar uma área funcional e agradável para o passageiro, um espaço urbanístico e arquitetônico com escala humana, tanto externa quanto internamente, e alcançar uma máxima harmonia com o entorno, reduzindo ao mínimo possível seu impacto ambiental.

    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners
    Cortesía de Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners

    Ver a galeria completa

    Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
    Sobre este escritório
    Cita: "Terminal do Aeroporto de Madri-Barajas / Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners" [Terminal del Aeropuerto Madrid-Barajas / Estudio Lamela & Rogers Stirk Harbour + Partners] 13 Jun 2017. ArchDaily Brasil. (Trad. Moreira Cavalcante, Lis) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/873425/terminal-do-aeroporto-de-madri-barajas-estudio-lamela-plus-richard-rogers-partnership> ISSN 0719-8906

    ¡Você seguiu sua primeira conta!

    Você sabia?

    Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.