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Devil's Corner / Cumulus Studio

  • 17:00 - 10 Dezembro, 2016
  • Traduzido por Camilla Sbeghen
Devil's Corner / Cumulus Studio
Devil's Corner  / Cumulus Studio, © Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne

© Tanja Milbourne © Tanja Milbourne © Tanja Milbourne © Tanja Milbourne + 22

  • Arquitetos

    Cumulus Studio (Peter Walker, Liz Walsh, Andrew Geeves, Fiona McMullen, Todd Henderson)
  • Localização

    Sherbourne Rd, Apslawn TAS 7190, Austrália
  • Área

    572.0 m2
  • Ano do projeto

    2015
  • Fotografias

  • Engenharia Estrutural

    Aldanmark
  • Supervisor da Obra

    Castellan Consulting
  • Consultoria de Turismo

    Simon Currant
  • Consultoria de Hospitalidade

    David Quon
  • Ambiente

    Red Sustainability Consultants
  • Construção

    Anstie Constructions
  • Mirante

    112 m2
  • Porta da Adega e Área de Mercado

    460 m2
  • Mais informações Menos informações
© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne

Descrição

Situado no caminho cenográfico ao longo da costa leste da Tasmânia, a nova adega de vinhos e o mirante de Devil's Corner encontram-se dentro de um dos maiores vinhedos da Tasmânia, com uma vista panorâmica sobre a península de Freycinet. Reaberto em dezembro de 2105, este projeto de Brown Brothers procura amplificar a experiência desta vista icônica para criar uma nova experiência de turismo na costa leste do país.

© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne

Originalmente sendo um pequeno edifício desmontável, a adega se estendeu e ampliou-se, combinando com um posto de observação e experiências de degustação, proporcionando um pano de fundo para os eventos de temporada. A porta e o posto de observação foram desenhados como um conjunto disperso de edifícios revestidos em madeira. Através de um similar tratamento estético e material, formam uma interpretação moderna do assentamento agrícola e rural tradicional que se acumulou no tempo.

Planta
Planta

A porta da adega e o mercado de alimentos são acomodados ao redor de um pátio, que permite refúgio e respiro do entorno que o rodeia, ao mesmo tempo em que permite vistas através do espaço de degustação e proporciona acesso aos espaços abertos na cobertura. Através da cuidadosa colocação de uma série de contêineres revestidos de madeira, os visitantes são convidados a explorar visualmente a paisagem dentro e ao redor do vinhedo através de vistas emolduradas. 

© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne

O elemento mirante é um componente crítico do desenho, não somente abordado como um significante visual para o assentamento, mas também como uma forma de interpretar a paisagem onde os vinhedos Devil’s Corner se originam. Da mesma maneira que uma apreciação do vinho pode ser adquirida através da compreensão de suas sutilezas e variadas sensações 'gustativas', existem muitas maneiras para que a paisagem seja apreciada. O posto de observação brinca com esta ideia. Os três espaços distintos remetem à diferentes e únicas vistas do local: em primeiro lugar o céu, logo o horizonte e por último a torre, que serpenteia para cima, proporcionando vistas a cada um dos pontos cardiais antes de culminar em uma vista elevada e extensa da baía. 

© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne

Através da criação de um posto de observação cenográfico e dinâmico e a proporção de instalações associadas, os visitantes sentem-se atraídos pelas novas adegas acondicionadas a imagem do vinho Devil’s Corner.

© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne

Resumo dos materiais

O aço era um material ideal para o projeto já que permitia uma grande quantidade de estrutura pré-fabricada, proporcionando vantagens de tempo e logística para a remota localização. A estrutura subjacente dos edifícios e a torre está feita de contêineres reutilizados e adaptados, escolhidos não somente por seu tamanho modular, facilmente transportado, mas também por sua integridade estrutural, flexibilidade inerente e capacidade de modificação do aço. Um total de 10 contêineres foram utilizados, 5 no mirante e 5 na área do mercado. 

© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne

A resistência integral dos contêineres os fez uma escolha perfeita, em particular na construção do mirante, permitindo que a estrutura do edifício fosse levada ao local e levantada rapidamente. Cada contêiner foi modificado de várias maneiras: o mirante em direção ao céu foi cortado  partir de duas partes de um contêiner e remontado, o posto de observação do horizonte, que é capaz de ter uma conexão a terra e a torre, possui um dos lados cortados; e a torre mirante construída a partir de dos contêineres postos um ao lado do outro, em cujo o interior, uma escada de chapa de aço serpenteia até projetar patamares nos dois lados. Estes patamares oferecem vistas sobre a paisagem enquanto o espectador sobe, as molduras da caixa de aço negro estão fixas no contêiner e em balanço sobre o vinhedo. 

© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne

Colocada por partes através das gruas, a integridade estrutural do mirante está baseada em todas as peças funcionando em conjunto. O desenho inverte deliberadamente o típico tratamento estético do aço. No lugar de revestir o edifício em aço, este se expressou internamente, revelando a natureza crua e industrial da construção e insinuando o conceito industrial do processo de produção. O revestimento de madeira externo (que atua somente como uma tela visual) brinca com as qualidades rurais e agrícolas do local. A pele de aço interna e revelada de uma maneira consistente através da expressão de cada uma das aberturas: as aberturas no mirante e a abertura da porta da adega de vinhos.

© Tanja Milbourne
© Tanja Milbourne

Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato. Cita: "Devil's Corner / Cumulus Studio" [Devil's Corner / Cumulus Studio] 10 Dez 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/800887/devils-corner-cumulus-studio> ISSN 0719-8906