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Museu Nacional de Fotografia de Marubi / Casanova+Hernandez Architecten

  • 11:00 - 9 Dezembro, 2016
  • Traduzido por Lis Moreira Cavalcante
Museu Nacional de Fotografia de Marubi / Casanova+Hernandez Architecten
Museu Nacional de Fotografia de Marubi / Casanova+Hernandez Architecten, © Christian Richters
© Christian Richters

© Christian Richters © Christian Richters © Christian Richters © Christian Richters + 62

© Christian Richters
© Christian Richters

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto selecionado para o Museu Marubi, concebido pelos arquitetos Casanova + Hernandez, visa promover um rico diálogo entre tradição e modernidade, entre o passado e o presente. O legado da tradição é evidenciado pela restauração do edifício histórico, concebido pelo famoso pintor, escultor, fotógrafo e arquiteto albanês nascido em Shkodër, Kolë Idromeno, preservando as suas qualidades espaciais e estruturais sem qualquer transformação de volume ou adição de novas divisões interiores. Conceitualmente, o edifício de Idromeno se torna um importante "objeto" da exposição a ser exibida, contemplada e visitada.

© Christian Richters
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Uma imagem moderna associada ao novo programa museográfico é conseguida através da instalação de cinco "caixas funcionais", pré-fabricadas e destacadas do edifício original, funcionando como peças de mobiliário ou elementos escultóricos. Tradição e modernidade estabelecem um diálogo em todos os cantos do edifício. No exterior do museu, um elemento de exibição funciona como um marco que indica a entrada do museu; no interior do edifício, as janelas originais e as qualidades espaciais do edifício dialogam com as caixas de exposição;e, no pátio, o antigo edifício coexiste com uma nova fachada moderna e escultural.

© Christian Richters
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Marco cultural aberto, acessível e vivo

Por um lado, o programa do museu se expande para o espaço público e uma das "caixas funcionais" se torna uma vitrine instalada em frente ao museu, atuando como uma referência que convida os cidadãos a visitá-lo. Por outro lado, o espaço público invade o museu e o projeto desfaz o limite entre rua e instituição com um piso térreo transparente e acessível que abriga um espaço multifuncional de entrada livre para palestras, oficinas e exposições temporárias. Como resultado, o projeto pretende criar um museu aberto e vivo, capaz de se tornar um marco cultural ligado à vida nas rua de Shkodër.

© Christian Richters
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Exposição Interativa Crono-Temática:

Informação e educação combinadas em uma experiência multissensorial

O lado exterior das caixas funcionais localizadas no primeiro andar do museu apresenta uma exposição cronológica, que se mescla com a exposição temática exibida dentro delas. A exposição cronológica mostra a vida e as realizações da dinastia Marubi com textos, imagens históricas, vídeos e objetos organizados em torno da biografia dos três membros da dinastia Marubi. Estas informações são contextualizadas juntamente com a história e a cultura da Albânia e da cidade de Shkodër, adquirindo assim uma importante dimensão didática.

© Christian Richters
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Axonométrica
Axonométrica
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A exposição temática complementa a exposição cronológica, estimulando uma experiência multissensorial que faz o visitante interagir com o espaço e com os dispositivos das três salas temáticas. Estas salas mostram três fases do processo fotográfico tradicional, apresentadas a partir da reconstrução ideal dos espaços históricos ocorreu este processo: o estúdio de Pjëter Marubi "Driteshkronja", a sala escura de Kel Marubi e o arquivo de Gegë Marubi.

© Christian Richters
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Identidade do museu

A imagem moderna do museu é baseada em um padrão abstrato, que é inspirado pela geometria da abertura da câmera fotográfica, que se abre e fecha para controlar a luz. Este padrão abstrato foi usado para conceber o layout estrutural das cinco caixas de exposição instaladas no edifício, ao mesmo tempo que integra um sistema de exibição completo e versátil que inclui quadros para fotos e documentos, vitrines para objetos e telas de vídeo para slide shows e curtas-metragens.

Corte
Corte
Corte
Corte

O padrão abstrato, que é sempre misturado com as fotos e objetos da coleção, torna-se o símbolo do museu. Pode ser reconhecido em diferentes escalas e em várias partes do edifício, como no logotipo do museu, na concepção da vitrine na rua, no layout das caixas funcionais dentro do edifício, e até mesmo na estrutura da nova fachada artística que emoldura as vistas do entorno e filtra a luz para dentro do edifício. O Museu Nacional de Fotografia de Marubi adquire sua própria identidade específica, ligando todos os aspectos espaciais, estruturais, funcionais, gráficos e visuais, fazendo os visitantes identificarem o edifício e a coleção com uma experiência completa, rica e única.

© Christian Richters
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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: "Museu Nacional de Fotografia de Marubi / Casanova+Hernandez Architecten" [Marubi National Museum Of Photography / Casanova & Hernández Architecten] 09 Dez 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Moreira Cavalcante, Lis) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/800808/museu-nacional-de-fotografia-de-marubi-casanova-plus-hernandez-architecten> ISSN 0719-8906

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