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Residência para cuidado da epilepsia / atelier Martel

Residência para cuidado da epilepsia / atelier Martel
Residência para cuidado da epilepsia / atelier Martel, © Mayanna von Ledebur
© Mayanna von Ledebur

© Mayanna von Ledebur © Mayanna von Ledebur © Mayanna von Ledebur © Mayanna von Ledebur + 24

  • Empreiteira

    O.H.S. de Lorraine
  • Missão

    Base + OPC et SSI
  • Colaboração artística

    Mayanna von Ledebur
  • Mobiliário

    RBC Mobilier
  • Custo da construção

    5 M€
  • Program a

    residência de cuidados de 48 camas e um centro de recursos deficiência para adultos de 40 camas
  • Mais informações Menos informações
© Mayanna von Ledebur
© Mayanna von Ledebur

Descrição enviada pela equipe de projeto. Um paralelepípedo de concreto com paredes suavizadas pela obra de um artista, a Residência para o cuidado da epilepsia de Dommartin-lès-Toul (Meurthe-et-Moselle) é um programa inovador dedicado ao tratamento e apoio das pessoas que sofrem com a doença. Arquitetos do Atelier Martel colocaram a vida cotidiana e a sensação de "estar em casa" no centro de suas preocupações, mais do que as estruturas médico-sociais mais convencionais. As limitações econômicas que regem a construção impulsionaram o escritório a focar no essencial. O lote, localizado entre pastos e parques empresariais demanda o desenvolvimento de um projeto significativo e visível, uma "forma forte", capaz de existir dentro dessa imensa paisagem. Com sua planta quadrada de 60x60 metros, o simples volume coincide com o contexto, o que cria um objeto sem parte frontal ou traseira. Se sua forma e dimensões trazem preocupações, o uso das aberturas regulares refere-se a seu habitat. Sua "pele" suave, quase coberta de neve, absorve cada raio de sol e subtrai a presença do edifício em seu entorno.

Planta
Planta

O edifício térreo foi projetado segundo o plano funcional concebido para minimizar as distâncias que os cuidadores devem cobrir. Estruturando as unidades de vida racionalmente e, além disso, permitindo aos residentes - cujas quedas são levadas em consideração pela ausência de escadas - caminhar e conhecer uns aos outros nos corredores. Os quatro pátios rompem a planta quadrada e estruturam seu "mundo interior". Suas dimensões, a orientação e o ambiente, contribuem para uma maior identificação dos espaços e para aumentar a possibilidade de práticas no local. Concebido para oferecer uma distribuição de espaços sem "ruas sem saída", mas com ruas, praças e áreas residenciais, a região refere-se à metáfora de Alberti que diz que "a cidade é construída como uma grande casa, e a casa, por sua vez, como uma pequena cidade.".

© Mayanna von Ledebur
© Mayanna von Ledebur

A fluidez e a presença da luz natural em todos os corredores estabelecem uma dialética sutil entre a proteção e a abertura. Os espaços internos e externos, com base em um modelo de claustros, são protegidos, ao mesmo tempo que estabelecem uma relação direta com a paisagem e a natureza que os rodeia (campos, monumentos e montanhas ao fundo). A espessura das paredes, pequena pelo uso de concreto e das aberturas das janelas, sugerem um sentimento elevado e tranquilizante de proteção. Foi prestada considerável atenção aos detalhes pelo uso de materiais simples e matérias primas de alta qualidade: as janelas e cortinas foram feitas em madeira e os pisos cobertos com materiais macios para reduzir as lesões em caso de quedas.

© Mayanna von Ledebur
© Mayanna von Ledebur

O escritório Atelier Martel convidou a artista Mayanna von Ledebur a participar em uma fase muito inicial da concepção do projeto. Dessa forma, os arquitetos e a obra da artista se misturam à serviço da edificação. O trabalho da artista norte americana é focado no significado do edifício dedicado ao tratamento da epilepsia de forma que este exista sem estigmatizar a doença dos pacientes. Sua intervenção na fachada, o desenvolvimento da matriz que permite gravar o concreto in loco é uma interpretação livre das inscrições das estrelas da Mesopotâmia, primeira referência à epilepsia na história escrita. O concreto bruto, material comum suja expressão arquitetônica refere-se à rigidez foi melhorado e oferece, nesse caso, novas experiências sensoriais, tornando-se, assim, um material muito sensual, tátil, redondo e suave. Este trabalho focou tanto na ideai, como no tato e na percepção, as expressões côncavas, quase "lunares", tornam-se, em função da luz, uma espécie de trompe l’oeil.

Detalhe
Detalhe

A colaboração artística continua no espaço interno do edifício, com um foco no seguimento, o que permite aos ocupantes, debilitados por seus ataques, que encontrem seu caminho sem necessidade de utilizar os sinais de hospital. Um grande obra ao ar livre de 100 metros quadrados, fragmentada em painéis e feita de tapetes de lã colorida está à altura dos corredores. Localizada nos extremos dos jardins externos, representa luminosos cômodos, materializando as unidades de vida dos residentes. Sua padronagem, interpretando uma fotografia de uma nuvem tirada a 6 mil metros acima do centro, completada por formas desenhadas à mão, permite aos usuários que encontrem seu caminho com a cabeças nas nuvens.

© Mayanna von Ledebur
© Mayanna von Ledebur

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Localização do Projeto

Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: "Residência para cuidado da epilepsia / atelier Martel" [Epilepsy Residential Care Home / atelier Martel] 25 Ago 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Brant, Julia) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/793808/residencia-para-cuidado-da-epilepsia-atelier-martel> ISSN 0719-8906

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