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The Europe - Galeria do Extremo Leste / Ingarden & Ewý Architekci

The Europe - Galeria do Extremo Leste / Ingarden & Ewý Architekci
The Europe - Galeria do Extremo Leste / Ingarden & Ewý Architekci, © Krzysztof Ingarden
© Krzysztof Ingarden

© Krzysztof Ingarden © Krzysztof Ingarden © Krzysztof Ingarden © Krzysztof Ingarden + 27

  • Equipe de Arquitetos IEA

    Jacek Dubiel, Piotr Hojda, Sylwester Staniucha, Sebastian Machaj, Piotr Urbanowicz, Bartosz Haduch, Sylwia Gowin, Dariusz Grobelny, Tomasz Żełudziewicz, Enio Ferreira, Jakub Wagner, Jakub Turbasa, Marcin Głuchowski, Michał Konarzewski
  • Projeto Interiores

    Ingarden & Ewý Architekci
  • Arquitetos de interiores

    Agnieszka Cwynar-Łaska, Marta Spodar
  • Projeto Paisagístoco

    Land-Arch / Karolina Bober, Małgorzata Tujko
  • Engenharia Estrutural

    GSBK Biuro Konstrukcyjne – Mariusz Szefer, Samsoor Shaheed, Przemysław Ruchała
  • Instalações Elétricas

    Hamel Biuro Projektowe – Stanisław Hamerski, Piotr Kmietowicz, Bogdan Milka, Gabriel Barut, Insap – Arkadiusz Milka, Tomasz Żuk
  • Instalações Hidrosanitárias

    Bestpro – Beata Stępień, Tomasz Widuch
  • Condicionamento de Ar

    Introinstal – Ireneusz Doncer, Piotr Petryk, Małgorzata Kurek
  • Projeto Ruas e Acessos

    Zdzisław Krzysztoforski
  • Construção

    Przedsiębiorstwo Budownictwa Przemysłowego „Chemobudowa – Kraków” SA Wiesław Żurowski, Jerzy Mendel, Kazimierz Łącki, Tomasz Gawor, Ryszard Słowik, Michał Pietras, Robert Poliński
  • Empreiteira

    Portico Project Management sp. z o.o. i Wspólnicy sp.k. Zbigniew Boroń, Jurand Podgórny, Agnieszka Jasińska, Bogusław Mróz, Wacław Bednarczyk, Sabina Rzeszutek
  • Mais informações Menos informações
© Krzysztof Ingarden
© Krzysztof Ingarden

Descrição enviada pela equipe de projeto. O ano de 2015 marca os vinte anos da publicação da revista Tygodnik Powszechny na qual Andrzej Wajda anunciou sua intenção em criar um museu de Arte e Tecnologia Japonesa em Cracóvia - um espaço permanente para a exposição da coleção de arte japonesa de Feliks ‘Manggha’ Jasieński’s. Em 1994, durante a abertura do novo edifício, ninguém poderia imaginar que as novas instalações iriam iniciar uma série de ideias de artistas instigando a criação de nova arquitetura em Cracóvia, juntamente com novas instituições culturais e educacionais. Seguindo este projeto, algo sem precedentes em todos os sentidos possíveis, mais elementos foram lançados na inspiração de Wajda: o Pavilhão do Chá com um jardim, a Escola de Língua Japonesa, o Pavilhão Wyspiański 2000 e agora o empreendimento mais recente - um anexo voltado para exposições no Museu Manggha, chamado de The Europe - Galeria do Extremo Leste.

© Krzysztof Ingarden
© Krzysztof Ingarden

A ideia para o novo edifício surgiu em 2004 em conexão com a aquisição por parte do Museu Manggha de um pequeno terreno conjunto à sua sede. Konopnickiej. O objetivo principal daqueles que conceberam o projeto era abrir o escopo de suas atividades de exposição e intercâmbio – da relação Polônia-Japão à Europeu-Extremo leste – que coincidiram com a acensão da Polônia a União Europeia. O novo espaço expositivo foi destinado a apresentações de arte europeia e culturas do sudeste da Ásia, incluindo a península indiana. O programa da Galeria proporciona a exibição de arte antiga assim como de arte recente; o novo edifício possui duas salas de exposição em dois pavimentos. Como pretendido pela administração do Museu Manggha, ambos são espaços clássicos como cubos brancos, uma expressão o mais neutra possível, para permitir a exibição das várias formas de arte principalmente a moderna. O edifício de Manggha carecia deste tipo de ambiente pelas características de seu espaço expositivo principal que foi elaborado com as necessidades específicas para a exposição de arte histórica – que exigem espaços especiais em termos de iluminação, controle específico de temperatura e umidade. A rigorosas especificações destas condições limitaram as possibilidades para a exposição de arte contemporânea. O novo edifício aumenta o escopo de exposições em potencial de maneira considerável, permitindo aos curadores muito mais liberdade em termos do uso do espaço e dos tipos de projetos de exposição. Além disto, a Galeria está equipada com infraestrutura necessária para a preparação de exposições, escritórios para os curadores, e espaços de estacionamento exclusivos dentro do edifício.

© Krzysztof Ingarden
© Krzysztof Ingarden
Planta
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© Krzysztof Ingarden
© Krzysztof Ingarden

A FORMA DO EDIFÍCIO

O edifício principal do Museu Manggha é uma composição completa e acabada, com sua cobertura em uma forma sofisticada e única, caracterizada pela sobreposição de uma série de planos geometricamente baseados em uma paraboloide hiperbólica. Qualquer ação que busca complementar ou estender esta composição envolveria o perigo de interromper esta harmonia. O edifício do Museu Manggha permanece como o elemento dominante em termos funcionais e formais, e é à isto que a escala e composição do novo edifício está subordinada. Sua envoltória foi removida o máximo possível da abordagem da entrada principal de Manggha e está localizado em uma posição que o previne de bloquear as vistas do edifício existente. Konopnickiej. A altura foi alinhada com a escala da cobertura ondulante do Manggha. Uma zona de entrada separada foi projetada para a Galeria, que possui sua própria escada, rampa de acesso e terraço que podem ser utilizados para a exposição e atividades artísticas no exterior do edifício. A localização do terraço aumenta o espaço público em frente ao Manggha e cria uma sensação intra-urbana adicional, delimitada pelas fachadas dos dois edifícios. O espaço sob o terraço abriga um estacionamento coberto. Feitas de superfícies de vidros e arenito simples as fachadas são compostas em correspondência com as formas análogas dos elementos arquitetônicos existentes no exterior em frente ao Manggha - as rampas e escadas. A diagonal superior da fachada sul corresponde as linhas diagonais dos balaustradas das rampas em frente ao edifício do museu. Calma, simples e reservada em sua expressão, a forma arquitetônica da nova estrutura proporciona um pano de fundo discreto para o edifício principal, este em primeiro plano em sua expressão arquitetônica característica.

© Krzysztof Ingarden
© Krzysztof Ingarden

Konopnickiej, a pista lateral proposta do edifício corresponde com a direção estabelecida pelas linhas de calçadas, iniciando um novo alinhamento em relação às fachadas ao longo da rua em direção a Ponte Dębnicki . Ao norte e à leste, o edifício é flanqueado por, e constitui uma continuação arquitetônica da Escola de Língua Japonesa, erigida pela Fundação Kyoto-Cracóvia, em 2004.

© Krzysztof Ingarden
© Krzysztof Ingarden

A ESTRUTURA

O edifício da Galeria possui três pavimentos acima do solo e um sub-solo. A disposição estrutural dos componentes que compõem a instalação é complexa e heterogênea. Isto foi causado pela locação da geometria complexa do terreno, mas também pela natureza multifuncional das instalações e da proximidade imediata dos edifícios existentes no entorno. Os principais elementos estruturais são vigas, pilares e lajes de concreto armado. No nível do subsolo, a estrutura de suporte é proporcionada por um sistema fechado de paredes externas em concreto armado com 25 cm de espessura, e paredes internas que variam de 20 a 25 cm. A disposição das paredes do subsolo aliadas com as vigas de fundação e o 'deck zero' formam uma caixa rígida transferindo a carga ao solo, assim como transmitem a tensão das paredes exteriores. As paredes externas e as fundações constituem uma bacia estanque, feitas de concreto resistente à água. A estrutura de apoio do pavimento térreo compreende as paredes externas de 25 cm de espessura, e as paredes internas. Já a estrutura do segundo pavimento é formada pela laje de 25 centímetros e as paredes exteriores, também com 25 cm. A última parede, que não é continuada para baixo, está ligada ao longo da sua altura para lajes em balanço, que são extensões das paredes laterais. Este sistema estrutural - vigas, lajes e colunas - tem a rigidez espacial necessária para transmitir todas as tensões e distribuir as cargas uniformemente quando transfere para o solo.

© Krzysztof Ingarden
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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Ingarden & Ewý Architekci
Escritório
Cita: "The Europe - Galeria do Extremo Leste / Ingarden & Ewý Architekci" [The Europe - Far East Gallery / Ingarden & Ewý Architekci] 28 Mai 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Santiago Pedrotti, Gabriel) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/787986/the-europe-galeria-do-extremo-leste-ingarden-and-ewy-architekci> ISSN 0719-8906